Hipóteses Macroeconômicas

Matricula: 2019102184Aluno: João Victor Franco da Costa

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Hipóteses Macroeconômicas por Mind Map: Hipóteses Macroeconômicas

1. Oferta Agregada

1.1. É a soma de toda a oferta realizada pelas empresas, considerada o principal motor da economia na teoria Clássica (Lei de Say). Estipula-se que uma economia só pode crescer pelo lado da oferta. Sendo o produto o produto da economia o resultado das Variáveis "K" (capital), "N"(salário) e "T" (tecnologia).

1.2. A Oferta Agregada é inelástica em relação ao nível de preço. Isto é: A quantidade produzida independe do preço praticado.

2. Oferta Agregada

2.1. Apesar da Oferta Agregada de Keynes ser resultado das mesmas variáveis consideradas pelos clássicos, em seu modelo ela torna-se passiva e é vista como a renda necessária para o empresário oferecer determinado volume de emprego.

3. Demanda Agregada

3.1. A demanda agregada não é um fator determinante do nível do produto. Sua uma capacidade é de promover alterações nos níveis de preços.

3.2. A Demanda agregada é passiva em relação à Oferta no modelo clássico.

4. Investimento/Poupança

4.1. Na teoria Clássica a moeda é utilizada apenas para fins transacionais. Isto implica em dizer que não ha demanda de moeda por motivo especulativo, logo, o fator "poupança" é pouco levado em consideração pois, na visão clássica, tudo o que foi poupado logo voltara para a economia em forma de consumo ou investimento. (Isso se desqualificarmos a existência do Estado e Tributos) Logo, para os clássicos, investimento=poupança.

5. Demanda Agregada

5.1. A demanda agregada é, no modelo keynesiano, a renda que se espera ter retorno por certa quantidade de emprego ofertada. Sendo esta a responsável por afetar a quantidade de mão de obra empregada na economia através da maior/menor injeção de capital nos fatores de produção (investimento) por parte dos empresários para, assim, suprir a demanda das famílias. Com isso, temos que a demanda agregada é ativa em relação a oferta na visão de Maynar Keynes.

6. Salário e Desemprego

6.1. Para os clássicos só existe desemprego voluntário. Acredita-se que as famílias tem conhecimento a cerca do "Salário Real e Nominal" e sua busca efetiva é por Salário Real e a existência do desemprego é uma mera recusa das famílias em trabalhar por determinado nível de salário real.

6.2. O Salário é flexível. Sendo os casos de inflexibilidade considerados imperfeições no mercado.

7. Investimento/Poupança

7.1. O investimento passa a ser considerado o principal propulsor da economia. Este é um reflexo das expectativas dos empresários quanto à propensão ao consumo da população. Se ha a prospecção de uma elevada demanda agregada, investe-se na economia, consequentemente ampliando a capacidade produtiva e equilibrando a demanda.

8. Estado

8.1. O Estado junto com suas políticas voltadas para o lado econômico de uma nação são consideradas capaz de proporcionar apenas vazamentos de capital e investimento em uma economia.

9. Política Monetária

9.1. As variáveis reais (Y,W/P, K, T) da economia não são afetadas pela quantidade de moeda. Desqualificando qualquer possibilidade de interferência de políticas monetárias no real produto da economia. Para eles

9.2. É capaz de promover alterações apenas nas variáveis nominais de preço e salário.

9.3. A taxa de juros representa apenas uma "recompensa" por deixar de consumir no presente para se poder consumir no futuro. Podendo ser relacionada de forma proporcional à poupança. Quanto maior for a taxa de juros, maior será a propensão do indivíduo à poupar. (Porém não em forma de moeda, e sim de títulos)

10. Salário e Desemprego

10.1. Para os Keynesianos o salário é inflexível para baixo e a busca das famílias é por salário nominal, pois não se detém o controle dos preços.

10.2. O desemprego é uma consequência das expectativas dos empresários quanto ao mercado de bens e serviços e não mais meramente uma escolha do indivíduo de aceitar ou não trabalhar por determinada quantia de salário. (Desemprego Involuntário).

11. Política Fiscal

11.1. Pelo fato dos economistas clássicos desconsiderarem a presença do estado em seus cálculos (ou considerar apenas como vazamento) a política fiscal é vista apenas como um fator redutor na área de investimento e consumo. Assim, inclui-se os impostos no quesito poupança e os gastos do governo viriam a ser elementos adicionais da demanda quando efetuados. (O que impediria a economia de trabalhar sempre à pleno emprego)

12. Estado

12.1. O estado se encaixa na visão dos Keynesianos como um agente reparador da economia. Quando as expectativas de retorno dos empresários fossem baixas e estes deixassem de investir, o estado "interviria" com políticas fiscais expansionistas injetando o capital(aumentando os seus gastos) que está "faltando" dos empresários para manter a economia próspera.

13. Politica Fiscal

13.1. Pelo fato do estado ser considerado um agente ativo e positivo na economia, a existência de uma politica fiscal passava a ser justificável. Com base na teoria do efeito multiplicador de Keynes, o capital, que antes havia sido canalizado do investimento, consumo e poupança das famílias para a poupança do estado, será reinvestido na economia (gastos autônomos) propulsionando o ciclo entre a oferta e a demanda novamente.

14. Modelo IS-LM

14.1. No modelo keynesiano não se considera a chamada neutralidade da moeda, defendida pelos clássicos.

14.1.1. É adotado o Modelo IS-LM, que se dá pela interligação entre o lado real e o lado monetário da economia. Nesse modelo, temos a determinação simultânea da taxa de juros e da renda que equilibram o mercado de bens e de ativos. Isto é, neste modelo calcula-se a preferencia pela liquidez da moeda (como forma de portfólio) ou por investimento no mercado de bens e serviços da economia à determinada taxa de juros exercida.