Sociologia - Capítulo 9 Trabalho e Sociedade

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Sociologia - Capítulo 9 Trabalho e Sociedade por Mind Map: Sociologia - Capítulo 9 Trabalho e Sociedade

1. Em resumo: o capítulo nos situa em conceitos dados ao trabalho como "dignificador" do homem, pois na sociedade todo, ou a maioria, desempregado é taxado como um "ninguém". E não apenas isso, como também toda a história do processo de emprego/desemprego da sociedade, tal qual períodos como a "Grande Depressão" em 1929 e avanços das "técnicas de trabalho".

2. Questão do trabalho em Marx, Weber e Durkheim

2.1. Marx

2.1.1. Teoria centralizada na ideia de existência de duas classes definidas na sociedade:

2.1.1.1. Burguesia

2.1.1.1.1. Ex: Donos de fábricas, Empregadores.

2.1.1.2. Ploretariado

2.1.1.2.1. Ex: Trabalhadores, empregados

2.2. Weber

2.2.1. Teoria sustentada pela análise e ligação do trabalho como meio para a salvação.

2.2.1.1. Segundo Weber, a predisposição ao trabalho era um modo de salvação da alma, ligada ao protestantismo, devido a maioria de protestantes nos grandes cargos.

2.3. Durkheim

2.3.1. Teoria defende o argumento que a divisão social do trabalho consolida-se como um dos principais fatores da existência da coesão social.

2.3.1.1. De maneira geral, Durkheim defende que o trabalho é uma das esferas primordiais para a solidariedade em uma comunidade, não como uma ação altruísta, mas características que explicam a harmonia entres as pessoas de uma sociedade.

3. Experiências de racionalização do trabalho

3.1. Taylorismo

3.1.1. Teoria que propõe estratégias gerenciais fundamentadas em um rigoroso controle de tempo e de movimentos, na especialização das atividades e na remuneração por desempenho.

3.2. Fordismo

3.2.1. Modelo provindo do taylorismo, adaptado para a produção em massa de um mesmo produto padronizado, para alcançar o consumo em massa, tendo os trabalhadores em funções fixas, tornando-os "peças" das máquinas.

4. No contexto da atualidade, o processo e a organização do trabalho experimenta uma nova estrutura, apoiada na flexibilização dos processos produtivos, fora a utilização em massa da tecnologia de informação.

5. Sistemas flexíveis de produção

5.1. Crise econômica global nos anos 70 e 80 aplicou um grande golpe nos investimentos produtivos industriais. De maneira geral, os produtos deveriam ser maiores, melhores e com menor preço e o fordismo que mantinha a produção padronizada e com poucas possibilidades de flexibilidade, passou a sofrer fortes críticas.

5.2. Tal crise que abriu a oportunidade do surgimento de mudanças que promovem o afastamento total dos princípios fordistas, dando destaque a um novo sistema de organização denominado toyotismo com características principais a flexibilidade de produção, da entrega no momento e na quantidade exata, deixando-as mais rápidas e precisas, sem contar a qualidade, baixo preço, estoque baixo e número reduzido de trabalhadores, ou seja, menos gastos.

6. Trabalho: cenário atual, avanços e retrocessos

6.1. Com o passar do tempo, os processos de liberalização econômica de incremento tecnológico e de renovação das relações de trabalho (como terceirização) implantados a partir dos anos 90 provocaram em um grande aumento do desemprego em relação às duas décadas anteriores, em várias nações do mundo.

6.2. Com o aumento das tecnologias nos trabalhos, foram reduzidas as áreas de alguns trabalhadores qualificados, mas por outro lado, abriram-se muitas vagas para áreas pouco exploradas antes, como tecnologia da informação.

6.3. Mas nesse sentido, mesmo em países industrializados ricos e desenvolvidos, o trabalho tende a se degradar, devido ao constante crescimento de vagas de terceirização, tempo parcial, sub-contratado e etc., tornando o trabalho mais precário, tal teoria chamada de informalização do trabalho.