SISTEMAS DE ABASTECIMENTO E TRATAMENTO DE ÁGUA

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1. Variação repentina de pressão acima ou abaixo do valor de funcionamento normal dos condutos forçados, em consequência de mudanças bruscas na velocidade do líquido.

2. NBR 5626

2.1. Fixa as recomendações relativas do projeto, execução e manutenção da instalação de água fria e quente.

3. TIPOS DE BARRILETES

3.1. Ramificado

3.2. Concentrado

4. CARACTERÍSTICAS

4.1. Preservar a água.

4.2. Garantir o fornecimento da água com velocidade e qualidade adequada, em perfeito funcionamento.

4.3. Promover economia de água e energia.

4.4. Manutenção fácil.

4.5. Conforto aos usúarios.

5. TIPOS DE TUBOS E CONEXÕES

5.1. Os tubos e conexões que constituem uma instalação predial de água fria podem ser de aço galvanizado, cobre, ferro fundido, PVC ou de outro material que satisfaça a condição de que a pressão de serviço não seja superior à pressão estática no ponto considerado, somada à sobre pressão devido ao golpe de aríete.

5.1.1. Pressão dinâmica é a carga de pressão ou carga piezométrica (energia de pressão por unidade de peso de água) atuante em determinada seção de tubulação sob escoamento, considerada em sua linha de eixo.

5.1.2. Pressão estática é carga de pressão ou carga piezométrica (energia de pressão por unidade de peso de água) atuante em determinada seção de tubulação sob carga, porém sem escoamento, considerada em sua linha de eixo.

5.1.3. Pressão de serviço é o maior valor de pressão a que um componente pode ficar submetido em condição de operação normal.

6. PERDAS DE CARGA

6.1. Energia dissipada em forma de calor .

6.1.1. Carga distribuida.

6.1.2. Carda concentrada.

7. GOLPE DE ARIETE

7.1. • Escoamento final das águas pluviais provenientes do Sistema Inicial de Drenagem Urbana. • Rede física: principais talvegues (fundo de vale) sempre existe. • Constitui-se basicamente: canais naturais ou artificiais, galerias de grandes dimensões, estruturas auxiliares e obras de proteção contra erosão. • Interesse maior na área total da bacia: seu escoamento natural, sua ocupação e cobertura, os fundos de vale, os cursos de água, aspectos sociais (canalização de um córrego pode não ser benéfica à população).

8. DRENAGEM URBANA

8.1. Microdrenagem

8.1.1. • Inicia nas edificações, seus coletores pluviais. • Sistema inicial de drenagem urbana: leito das ruas (guias e sarjetas), bocas-de-lobo e galerias • Traçados das ruas, largura, topografia

8.2. Macrodrenagem

9. MATERIAIS MAIS UTILIZADOS

9.1. Pvc

9.2. Cobre

9.3. Ferro Fundido

10. EMPUXO

10.1. Quando uma certa quantidade de massa é expelida ou acelerada em uma direção, a terceira lei de Newton prevê o surgimento de uma força de reação na mesma direção e sentido oposto.

11. SISTEMA DE DISTRIBUIÇÃO

11.1. Direto

11.2. Indireto

12. COMPOSIÇÃO HIDRÁULICA

12.1. Reservatório

12.2. Barrilete

12.3. Coluna de Distribuição

12.4. Ramal

12.5. Sub-Ramal

12.6. Dispositivo de Controle

12.7. Peças de Ultilização

13. TIPOS DE CAPTAÇÃO

13.1. Sarjetas

13.2. Boca de Lobo

13.3. Galerias

14. PEÇAS, TUBOS E CONEXÕES

14.1. Torneiras.

14.2. Misturadores

14.3. Registros de gaveta: permitem a abertura ou o fechamento de passagem de água por tubulações.

14.4. Registros de pressão: utilizados em pontos em que se necessita de regulagem de vazão, como chuveiros, duchas e torneiras.

14.5. Válvulas de descarga: presentes nas instalações de bacias sanitárias.

14.6. Válvulas de retenção: utilizadas para que a água flua somente em um determinado sentido na tubulação.

14.7. Válvulas de alívio ou redutoras de pressão: mantêm constante a pressão de saída na tubulação, já reduzida a valores adequados.