AVALIAÇÃO E PERÍCIA

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AVALIAÇÃO E PERÍCIA por Mind Map: AVALIAÇÃO E PERÍCIA

1. LEGISLAÇÃO

1.1. IMPERÍCIA

1.1.1. NÃO POSSUI CONHECIMENTO SUFICIENTE E MESMO ASSIM FAZ A "ATIVIDADE"

1.2. IMPRUDÊNCIA

1.2.1. MESMO SABENDO DOS EFEITOS NEGATIVOS- FAZ

1.2.1.1. EX: DAR EQUIPAMENTO DE SEGURANÇA QUE EU SEI QUE NÃO PROTEGE SUFICIENTEMENTE

1.3. NEGLIGÊNCIA

1.3.1. DESLEIXO DO PROFISSIONAL

2. PATOLOGIA

2.1. CAUSA

2.1.1. JUSTIFICATIVA EVIDENTE/PROBLEMA- QUAL É?

2.2. NATUREZA

2.2.1. ASPECTO SECUNDÁRIO-AMBIENTE AO REDOR

2.3. ORIGEM

2.3.1. DE ONDE VEM O PROBLEMA- FOCO

2.4. TERAPIA

2.4.1. TRATAR O PROBLEMA

2.5. PROFILAXIA

2.5.1. PREVENÇÃO

2.6. SINTOMAS

2.6.1. MANIFESTAÇÃO PATOLÓGICA

2.7. FALHA

2.7.1. ERRO/DANO/DEFEITO

2.8. DIAGNÓSTICO

2.8.1. ENTENDIMENTO DO PROBLEMA

2.9. CORREÇÃO

2.9.1. METODOLOGIA PARA ELIMINAR DEFEITOS

2.10. REFORÇO

2.10.1. AUMENTO DA CAPACIDADE DE RESISTÊNCIA

2.11. RECUPERAÇÃO

2.11.1. ARRUMEI - SEM MELHORIAS

2.12. RECONSTRUÇÃO

2.12.1. PELO CUSTO VALE A PENA FAZER UM NOVO

3. MADEIRA

3.1. TIPOS DE ANOMALIAS

3.1.1. NÓS

3.1.1.1. EM PEÇAS ESTRUTURAIS - PERIGOSO

3.1.2. FENDAS

3.1.2.1. FISSURAS-PODE SER UM MATERIAL HIDROTERMICO

3.1.3. BOLSA

3.1.3.1. MENORES E MENOS GRAVES

3.2. AGENTES CAUSADORES DE ANOMALIAS

3.2.1. BIOTICOS

3.2.1.1. AGENTES VIVOS

3.2.1.1.1. FUNGOS

3.2.1.1.2. BACTÉRIAS

3.2.1.1.3. MARINHOS

3.2.2. ABIÓTICOS

3.2.2.1. AGENTES NÃO VIVOS

3.2.2.1.1. QUIMICOS - ABRASÃO

3.2.2.1.2. FÍSICOS- ESFORÇOS NÃO PREVISTOS

3.2.2.1.3. FOGOS

3.2.2.1.4. AGENTES ATMOSFÉRICOS

4. INFILTRAÇÃO E UMIDADE

4.1. CAPILAR

4.1.1. SOLO

4.1.1.1. APARECIMENTO RODAPÉ- 30 A 50 CM, COM TINTA PULVELURÊNCIA

4.2. ATMOSFÉRICO

4.2.1. CHUVA

4.2.1.1. ESQUADRIAS PRINCIPALMENTE

4.3. CONSTRUÇÃO

4.3.1. ADVÉM DA CONSTRUÇÃO

4.3.1.1. EFLORECÊNCIA

5. TINTA

5.1. DEGRADAÇÃO

5.1.1. SUPERFÍCIE

5.1.1.1. ABRASÃO/PULVELURÊNCIA/FISSURAMENTO/MUDANÇA DE COR/ENFRAQUECIMENTO TERM. E QUIM.

5.1.2. ATRAVÉS DO FILME

5.1.2.1. FISSURAMENTO/FLEXIBILIDADE/DISTENÇÃO

5.1.3. INTERFACE DE PINTURA

5.1.3.1. PELICULAS SOLTANDO/BOLHAS

5.2. PATOLOGIAS

5.2.1. RESISTÊNCIA

5.2.2. ADESÃO

5.2.3. UNIFORMIDADE

5.2.4. DESCAMAÇÃO

5.2.5. EFLURESCÊNCIA/MANCHAS

5.2.6. ENCARDIMENTO

5.2.7. BOLHA

5.2.8. BOLOR

5.2.9. CALCINAÇÃO

5.2.10. CRATERAS

5.2.11. DESBOTAMENTO

6. ESTRUTURAS C.A

6.1. TIPOS DE MANUTENÇÃO

6.1.1. CORRETIVA- AÇÃO E INTERVENÇÃO IMEDIATA

6.1.2. ROTINEIRA-FLUXO CONSTANTE DE SERVIÇOS

6.1.3. PREVENTIVA

6.1.3.1. ANTES DA PATOLOGIA

6.2. CAUSAS FISICAS DE DETERIORAÇÃO

6.2.1. DESGASTE SUPERFICIAL

6.2.1.1. ABRASÃO

6.2.1.1.1. PERDA ARG. CONCRETO SUPERFICIAL

6.2.1.2. EROSÃO

6.2.1.2.1. AÇÃO PELA "BATIDA DE ÁGUA"

6.2.1.3. CAVITAÇÃO

6.2.1.3.1. PERDA DE PRESSÃO

6.2.2. FISSURAÇÃO

6.2.2.1. VARIAÇÃO VOLUMÉTRICA

6.2.2.2. CARREGAMENTO ESTRUTURAL

6.2.2.3. EXPOSIÇÃO A EXTREMOS DE TEMPERATURA

6.3. CAUSAS QUIMICAS DE DETERIORAÇÃO

6.3.1. REAÇÃO DE TROCA FLUIDO AGRASIVO E COMPONENTES DA PASTA DE CIMENTO ENDURECIDA

6.3.2. REAÇÃO ENVOLVENDO HIDRÓLISE E LIXIVIAÇÃO DOS COMPONENTES DA PASTA DE CIMENTO

6.3.3. REAÇÃO ENVOLVENDO EXPANSÃO

6.3.4. AGENTES AGRESSIVOS

6.3.4.1. CO2

6.3.4.2. SULFATOS

6.3.4.3. IONS

6.4. PATOLOGIAS

6.4.1. POROSIDADE

6.4.1.1. CARBONATAÇÃO: CO2+ÁGUA

6.4.1.2. LIXIVIAÇÃO: ÁGUAS MARÍTIMAS/EFLORESCÊNCIA

6.4.2. REAÇÃO ALCALI AGREGADO (RAA)

6.4.2.1. FISSURAÇÃO EM FORMA DE MAPA

6.4.2.2. FISSURAÇÃO ORIENTADA

6.4.2.3. EXPANSÃO VISÍVEL DO CONCRETO

6.4.2.4. EXEMPLO: PERDA ADERÊNCIA AGREG. E PASTA DE CONCRETO/MACROFISSURAS/EXSUDAÇÃO

6.4.2.5. ALCALIS+AGREGADO=GEL REATIVO+UMIDADE=EXPANSÃO

6.4.3. PRESENÇA DE CLORETOS-AÇO/CONCRETO

6.4.3.1. CORROSÃO LOCALIZADA

6.4.4. VARIAÇÃO DE TEMPERATURA (POROSIDADE AUMENTA) + CARBONATAÇÃO

6.4.5. AÇÃO DE SOBRECARGA

6.4.6. DEFORMAÇÃO EXCESSIVA

6.4.7. RECALQUE DA FUNDAÇÃO

6.5. AVALIAÇÃO

6.5.1. ENSAIOS DESTRUTIVOS

6.5.1.1. EXTRAÇÃO DE TESTEMUNHO

6.5.1.2. ENSAIO DE COMPREESÃO

6.5.1.3. PERDA A FOGO

6.5.1.4. RECONSTRUÇÃO DO TRAÇO

6.5.2. ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS

6.5.2.1. PACOMETRIA: ARMADURA E COBRIMENTO

6.5.2.2. ESCALOMETRIA: COMPRESSÃO SUPERFICIAL

6.5.2.3. ULTRASSONOGRAFIA: PARECIDA COM A HUMANA/ VERIFICA A ESTRUT. COMO UM TODO

6.5.2.4. RESISTIVIDADE ELÉTRICA

6.5.2.5. PROFUNDIDADE DE CARBONATAÇÃO

6.5.2.5.1. MANCHA ROSADA

7. INSPEÇÃO PREDIAL

7.1. CHECK UP DA EDIFICAÇÃO

7.2. DIFERENÇA DO LAUDO PATOLÓGICO ELE DA O GRAU DE RISCO DE DESABAR

7.3. LAUDO DE IP

7.3.1. ATESTA O Q PODE SER FEITO

7.3.2. RECOMENDA .....

7.4. ANÁLISE DE RISCO

7.4.1. CRITICO

7.4.1.1. REPARO IMEDIATO

7.4.2. REGULAR

7.4.2.1. FAZER A MÉDIO PRAZO

7.4.3. MÍNIMO

7.4.3.1. FAZER PARA MANTER

7.5. CONSTATAÇÃO DE RISCO

7.5.1. INTERVENÇÃO

7.5.1.1. PARCIAL

7.5.1.2. IMEDIATA - RISCO IMINENTE DE CAIR

7.6. EXEMPLO

7.6.1. VISTORIA: TEM UMA TRINCA

7.6.2. INSPEÇÃO: É UMA TRINCA QUE TEM 1MM

7.6.3. AUDITORIA

7.6.3.1. É UMA TRINCA NORMAL DE MOVIMENTAÇÃO

7.6.4. PERÍCIA

7.6.4.1. DEVERIA TER SIDO FEITO X E FOI FEITO Y

7.6.5. CONSULTORIA

7.6.5.1. PARA RESOLVER DEVE FAZER TAL COISA

7.7. VISÃO SISTÊMICA

7.7.1. TÉCNICA

7.7.1.1. ANÁLISE DA CONSTRUÇÃO

7.7.2. USO

7.7.2.1. ANÁLISE DA ATIVIDADE DE PROJETO E O QUE TEM HOJE NO LOCAL

7.7.3. MANUTENÇÃO

7.7.3.1. ANÁLISE DE ALGO Q FOI REPARADO

7.8. GRAU DE RISCO

7.8.1. MINIMO

7.8.1.1. PEQUENOS PREJUÍZOS

7.8.1.1.1. EX: ESTÉTICA

7.8.2. MÉDIO

7.8.2.1. PERDA PARCIAL DE DESEMPENHO E FUNCIONALIDADE

7.8.3. CRÍTICO

7.8.3.1. PERDA EXCESSIVA DA FUNCIONALIDADE E DESEMPENHO

7.9. MÉTODO GUT

7.9.1. GRAVIDADE

7.9.1.1. MATARÁ MUITAS PESSOAS

7.9.2. TENDÊNCIA

7.9.2.1. ALTA TENDÊNCIA DE CAIR

7.9.3. URGÊNCIA

7.9.3.1. EX: ALTA URGÊNCIA DE FAZER