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Protozooses por Mind Map: Protozooses

1. Tricomoníase

1.1. Tricomoníase (CID 10 - A59) é uma infecção do trato vaginal inferior feminino ou trato genital masculino causada pelo protozoário Trichomonas vaginalis, sendo uma infeção não-bacteriana.

1.1.1. Este é um parasita com metabolismo anaeróbio (decompõe os glícidos em dióxido de carbono e ácido lático) e que cresce em pH entre 5 e 7,5 (mais alcalino).

1.2. Os principais sintomas para detectar a tricomoníase são:

1.2.1. Corrimento amarelado ou amarelo-esverdeado;

1.2.2. Coceira;

1.2.3. Odor forte e desagradável;

1.2.4. Irritação vulvar;

1.2.5. Dor;

1.2.6. Dificuldade de urinar.

1.3. Para reduzir o risco de infecção por tricomoníase:

1.3.1. Use camisinha corretamente todas as vezes que tiver relações sexuais.

1.3.2. Limite o número de parceiros ou parceiras sexuais.

1.3.3. Pratique a abstinência sexual ou limite o contato sexual com um(a) parceiro(a) infectado.

1.3.4. Se você acha que está infectado, evite contato sexual e procure um médico.

1.3.4.1. Caso não seja tratada, a tricomoníase aumenta a probabilidade de uma pessoa ser infectada ou infectar a outros com o vírus da aids, o HIV. Pode também gerar complicações durante a gravidez, ocasionando ruptura da bolsa antes da hora, parto prematuro e nascimento de bebê com peso baixo.

2. Giardiase

2.1. É uma infeccção intestinal causada pelo protozoário flagelado Giardia lamblia.

2.2. O vetor causador da doença pode se apresentar de duas maneiras: cistos e trofozoítos (estágio adulto do protozoário). Eles são resistentes e não morrem com os ácidos liberados pelo estômago. Assim, chegam ao intestino delgado.

2.3. Os principais sintomas da giardíase são:

2.3.1. Febre baixa

2.3.2. Dor de cabeça

2.3.3. Diarreia

2.3.4. Dores abdominais

2.3.5. Fraqueza

2.3.6. Gases

2.3.7. Azia

2.3.8. Náuseas

2.3.9. A giardíase é marcada por cólicas abdominais, flatulência, náuseas e episódios de diarreia aquosa.

2.4. A prevenção é feita adotando-se hábitos de higiene, como:

2.4.1. lavar as mãos após ir ao banheiro, trocar fraldas, brincar com animais e antes de comer ou preparar alimentos;

2.4.2. ingerir unicamente água tratada; higienizar os alimentos antes do consumo e cura dos doentes.

2.4.3. higienizar os alimentos antes do consumo e cura dos doentes.

3. Balantidiose

3.1. Protozoário

3.1.1. O responsável por tal moléstia é chamado Balantidium coli, um protozoário ciliado com alto grau de complexidade. É comum encontrar este parasita em ambientes onde há criação de animais, principalmente suínos.

3.2. Vetor

3.2.1. Balantidium coli é um protista ciliado causador da balantidiose ou balantidíase, uma infecção do intestino grosso do ser humano.

3.3. Sintomas

3.3.1. Perda de peso;

3.3.2. Diarreia ou disenteria;

3.3.3. Dor abdominal;

3.3.4. Náusea e vômitos;

3.3.5. Formação de úlceras;

3.3.6. Febre.

3.4. Profilaxia

3.4.1. cuidados de higiene corporal

3.4.2. cuidado e cozimento no preparo dos alimentos

3.4.3. fervura da água

3.4.4. saneamento básico

3.4.5. engenharia sanitária para impedir que fezes entrem em contato com o sistema de abastecimento de água

3.4.6. tratamento dos doentes

4. Doença do sono ou tripanossomíase africana

4.1. Visão Geral

4.1.1. Uma das mais perigosas doenças é causada por um parasita: a doença do sono ou Tripanossomíase Humana Africana (THA), para dar o nome oficial. Sem tratamento, ela é normalmente fatal "E acaba deixando os doentes em sono profundo".

4.1.2. Essa doença é parasitária e está isolada no continente africano, e as pessoas mais afetadas são aquelas que vivem em zonas rurais onde a reprodução dos insetos e o convívio destes com o homem é mais frequente. Afeta principalmente os mais pobres, causa prejuízos econômicos, atraso no desenvolvimento intelectual e miséria social.

4.2. Protozoário

4.2.1. É causada por um protozoário Trypanosoma brucei que possui duas subespécies:

4.2.1.1. Trypanosoma brucei rhodesiense

4.2.1.2. Trypanosoma brucei gambiense

4.3. Sintomas

4.3.1. Mudanças de humor ou comportamento.

4.3.2. Confusão mental.

4.3.3. Febre.

4.3.4. Distúrbios sensoriais e de coordenação.

4.3.5. Aumento de linfonodos (ínguas)

4.3.6. Fraqueza.

4.3.7. Convulsões.

4.3.8. Sudorese.

4.4. Profilaxia

4.4.1. Evitar áreas endêmicas Usar roupas que proteger o corpo todo e que sejam grossas, pois a picada das moscas pode transpassar as roupas mais finas E uso de repelentes contra insetos

5. Doença de Chagas

5.1. Transmissão

5.1.1. • Vetorial: contato com fezes de triatomíneos infectados, após picada/repasto (os triatomíneos são insetos popularmente conhecidos como barbeiro, chupão, procotó ou bicudo). • Oral: ingestão de alimentos contaminados com parasitos provenientes de triatomíneos infectados.

5.2. Sintomas

5.2.1. febre prolongada (mais de 7 dias);

5.2.2. dor de cabeça;

5.2.3. fraqueza intensa;

5.2.4. inchaço no rosto e pernas.

5.3. Tratamento

5.3.1. O principal objetivo do tratamento da Doença de Chagas é matar o parasita causador, reduzir e aliviar os sintomas. Se aparecerem os sintomas característicos da doença, tanto a fase aguda quanto a crônica necessitarão de tratamento.

6. Toxoplasmose

6.1. Vetor

6.1.1. "Toxoplasma Gondi" E os vetores são: Fezes de gatos, e outros felinos, humanos e alguns outros animais

6.2. Sintomas

6.2.1. Dor de cabeça

6.2.2. Coriza

6.2.3. Dor no corpo

6.2.4. Febre

6.2.5. Fadiga

6.2.6. Dor de cabeça

6.2.7. E outros.

6.3. Complicamentos

6.3.1. Toxoplasmose congênita: Ocorre quando a gestante tem ou teve a doença, podendo transmiti-la ao recém-nascido. O bebê pode apresentar complicações, como: hidrocefalia, convulsões, atrofia cerebral, anemia, problemas no fígado e alterações oculares

6.4. Tratamento

6.4.1. A toxoplasmose normalmente evolui sem sequelas em pessoas com boa imunidade, desta forma não se recomenda tratamento específico, apenas tratamento para combater os sintomas. Pacientes com imunidade comprometida ou que já tenham desenvolvido complicações da doença (cegueira, diminuição auditiva) são encaminhados para acompanhamento médico especializado.

6.5. .

6.5.1. Profilaxia

6.5.1.1. Higienizar as mãos Limpar áreas onde animais infectados ficam E evitar tratar animais com carnes cruas

7. Amebíase

7.1. Sintomas

7.1.1. Dores locais: no abdômen

7.1.2. No aparelho gastrointestinal: diarreia, sangue nas fezes ou flatulência

7.1.3. No corpo: fadiga, febre ou perda de apetite

7.1.4. Também é comum: perda de peso

7.2. Tratamento

7.2.1. A principal forma de tratamento é o uso de antibióticos.

7.3. Transmissão

7.3.1. Os cistos podem ser transmitidos diretamente de pessoa para pessoa, ou de forma indireta pelos alimentos ou pela água. A amebíase também pode se disseminar por sexo oral-anal. Nas áreas com más condições sanitárias, a amebíase é adquirida pela ingestão de alimentos ou água contaminada com fezes.

8. Leishmaniose

8.1. Sintomas

8.1.1. febre de longa duração;

8.1.2. aumento do fígado e baço;

8.1.3. perda de peso;

8.1.4. fraqueza;

8.1.5. redução da força muscular;

8.1.6. anemia.

8.2. Transmissão

8.2.1. A Leishmaniose Visceral é transmitida por meio da picada de insetos conhecidos popularmente como mosquito palha, asa-dura, tatuquiras, birigui, dentre outros. Estes insetos são pequenos e têm como características a coloração amarelada ou de cor palha e, em posição de repouso, suas asas permanecem eretas e semiabertas.

8.3. Tratamento

8.3.1. Os medicamentos utilizados atualmente para tratar a LV não eliminam por completo o parasito nas pessoas e nos cães. No entanto, no Brasil o homem não tem importância como reservatório, ao contrário do cão - que é o principal reservatório do parasito em área urbana.

9. Malária

9.1. Visão Geral

9.1.1. Malária é uma doença infecciosa febril aguda transmitida pela picada da fêmea do mosquito "Anopheles"

9.2. Protozoário

9.2.1. 'Plasmodium"

9.3. Vetor

9.3.1. fêmea do mosquito Anopheles (mosquito prego)

9.4. Sintomas

9.4.1. Primeiros Sintomas São náuseas, vômitos, cansaço e falta de apetite, após disso há sintomas mais características, como:

9.4.2. Febre alta,

9.4.3. Calafrios,

9.4.4. Tremores,

9.4.5. Sudorese,

9.4.6. Dor de cabeça que podem ocorrer de forma cíclica.

9.5. Tratamento

9.5.1. Após a confirmação da malária, o paciente recebe o tratamento em regime ambulatorial, com comprimidos que são fornecidos gratuitamente em unidades do Sistema Único de Saúde

9.5.2. O tratamento indicado depende de alguns fatores, como a espécie do protozoário infectante; a idade e o peso do paciente; condições associadas, tais como gravidez e outros problemas de saúde; além da gravidade da doença.

9.6. Profilaxia

9.6.1. Não há vacina contra malária, mas existem várias medidas de proteção individual que podem ser adotadas pela população para reduzir a possibilidade da picada do mosquito transmissor da doença, como usar repelente; usar cortinados e mosquiteiros; usar telas em portas e janelas; evitar frequentar locais próximos a criadouros naturais de mosquitos, como beira de rio ou áreas alagadas ao final da tarde até o amanhecer; usar calças e camisas de mangas compridas e cores claras