Vínculo e afetividade: Caminhos das relações humanas Ma. da Penha Nery

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Vínculo e afetividade: Caminhos das relações humanas Ma. da Penha Nery por Mind Map: Vínculo e afetividade: Caminhos das relações humanas Ma. da Penha Nery

1. Fome de amor

2. Modalidade vincular

3. Inteligência relacional

4. Logicas afetivas de conduta

4.1. São expressões "racionais" de sentimentos e sensações que orientam a dinâmica psicológica da pessoa em determinados momentos e contextos.

4.2. Fornecem direcionalidade, intencionalidade e causalidade aos papéis.

4.2.1. As características dos papéis são mais facilmente percebidas do que as lógicas afetivas de conduta.

4.2.1.1. O PSICODRAMA age aqui.

4.3. Explicitam defesas relacionais.

4.4. Norteiam a pessoa para momentos da existência criativos ou conservados.

4.5. Experimentadas em diversos graus de consciência.

4.5.1. PSICODRAMA visa atuação para exposição do co-inconsciente, liberando as lógicas afetivas de conduta, no sentido da co-criação.

4.6. Vínculo-matriz

4.6.1. Contém o movimento relacional que propicia o surgimento de uma transferência.

4.6.2. Passado (na Matriz de Identidade) ou atual.

5. Matriz de Identidade

5.1. Gera dinâmicas vinculares predominantes

5.1.1. Indiferenciação

5.1.2. Reconhecimento do eu e do outro

5.1.3. Pré-inversão de papéis

5.1.4. Triangulação

5.1.4.1. Inicia a competição sociométrica

5.1.5. Circularização

5.1.6. Inversão de papéis

6. Conserva e Espontaneidade/Criatividade

7. Interpsique

8. Co-consciente e Co-inconsciente

8.1. Co-consciente: Conteúdos peculiares conscientes entre as pessoas do vínculo, que estão no campo manifesto do que é transmitido, expresso, percebido, recebido e decodificado entre elas.

8.2. Co-inconsciente; Conteúdos inconscientes característicos do vínculo.

8.2.1. Estruturação do co-inconsciente e interferência de suas produções num vínculo

8.2.1.1. 1. Encontro das pessoas. estabelecimento do vínculo e representação mental mútua.

8.2.1.2. 2. Formação do co-consciente e co-inconsciente.

8.2.1.3. 3. Co-inconsciente se torna mais denso no vínculo

8.2.1.4. 4. Estabelecimento de vínculos latentes.

8.2.1.5. 5. Vínculos latentes geram estados emocionais e sentimentos

8.2.1.6. 6. Sentimentos e condutas conservados são percebidos e transmitidos no vínculo.

8.2.1.7. 7. Co-inconsciente produz conteúdo inconsciente comum, que é explicitado por um protagoonista.

8.2.1.8. 8. Consequências da explicitação do co-inconsciente

8.2.1.8.1. Liberação de alguma patologia

8.2.1.8.2. Incremento da crise

8.2.1.9. 9. Co-criação: Extração, no co-inconsciente, da inteligência relacional.

9. Tele e transferência

9.1. Tele = Co-criação

9.2. Transferência = Co-transferência

10. Afetividade

10.1. Relação com os papéis

10.2. Relação com os vínculos

11. Vínculos

11.1. Afetividade e vínculos co-criativos

11.2. Aspectos internalizados dos vínculos conflitivos

11.2.1. Papel complementar interno patológico

11.2.1.1. Aspectos da pessoa com quem nos vinculamos que se tornam o "outro interior" que nos promoveu algum dano psíquico.

11.2.1.2. Se transforma nos conteúdos dos estados de tensão e de desestruturação do "eu"

11.2.1.2.1. A pessoa tenta aliviar a angústia por meio de uma conduta conservada, visando à saída da situação conflitante

11.2.2. Criança interna ferida (concepção de "eu ferido")

11.2.2.1. Se transforma nas lógicas afetivas de conduta

11.2.3. Incorporação da dinâmica do vínculo

11.2.3.1. Dinâmicas vinculares aprendidas aqui se transformam nas condutas conservadas.

11.3. Complementação patológica dos papéis ou Vínculos patológicos

11.3.1. Ocorre em um MOMENTO do vínculo

11.3.1.1. Pode ou não se estender para uma dinâmica vincular ou um período mais prolongado de crise.

11.3.1.1.1. Na crise

11.3.1.2. Conserva vincular

11.3.2. O vínculo não é só patológico

11.4. Novo vínculos

11.4.1. Em geral, impulsionam as pessoas a reverem e não conservarem suas condutas.

11.4.2. Aprendizagem do papel

11.4.2.1. Role taking

11.4.2.2. Role playing

11.4.2.3. Role crating

11.4.3. Novo papel gera crise vincular necessária, pois pressiona as pessoas a darem novas respostas às situações

11.4.3.1. Pressão / sofrimento

11.4.3.2. Pressão / oportunidade de desenvolvimento

12. O vínculo terapêutico

12.1. Possibilidades

12.1.1. Pode trazer uma (re)vivência libertadora de espontaneidade-criatividade que estavam conservadas em lógicas afetivas de conduta.

12.1.2. Pode, também, reforçar lógicas afetivas de conduta relacionadas à transferência paralisadora.

12.2. Objetivos da Psicoterapia

12.2.1. Autoconhecimento, trabalho com o mundo interior e os vínculos que atualize os potenciais do self e a sua diferenciação quanto ao papel complementar internopatológico; acolhimento da criança interior.

12.2.2. Ampliação da consciência, pelo paciente, da sua forma de funcionamento.

12.2.3. Contexto para experimentar novas respostas aos seus conflitos.

12.2.3.1. Estratégias mais saudáveis de vinculação.

12.3. Importância do terapeuta se trabalhar para se oferecer num vínculo seguro

12.3.1. Complementação saudável de papéis.

12.3.2. Características relacionais importantes no terapeuta

12.3.2.1. Sensibilidade

12.3.2.2. Inteligência relacional

12.3.2.3. Competência interpessoal

12.3.2.4. Capacidade empática

12.3.2.5. Espontaneidade-criatividade

12.3.2.6. Presença

12.4. Terapeuta deve desvendar estratégias terapêuticas para cada paciente, de acordo com a modalidde vincular afetiva.

12.5. A maior parte das respostas para o paciente está na relação entre ele e o terapeuta.

12.6. Trabalho com as relações de poder.

13. Papéis

13.1. Diversos tipos

13.2. Complementaridade de papéis

13.2.1. Co-construção