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Ciência por Mind Map: Ciência

1. Origens históricas

2. Tipos de conhecimento

2.1. conhecimento popular

2.1.1. passado de geração em geração

2.1.2. fatos do nosso cotidiano

2.1.3. verificável e fálivel

2.2. conhecimento religioso

2.2.1. acontecimentos inexplicáveis na antiguidade

2.2.1.1. explicações sobrenaturais

2.2.2. "as religiões são uma evolução dos mitos, que passam pelo crivo da luz do pensamento racional"

2.2.3. não verificável e infalível

2.3. conhecimento filosófico

2.3.1. Grécia antiga

2.3.1.1. comércio

2.3.1.1.1. contato com outras culturas

2.3.2. indagação em busca da verdade

2.3.2.1. questionamento dos mitos

2.3.3. não verificável e infalível

2.4. conhecimento científico

2.4.1. explicações saem do campo da opinião

2.4.1.1. entram no método da ciência

2.4.2. fortemente baseado em fatos verdadeiros

2.4.2.1. trabalho científico

2.4.3. método científico

2.4.4. factual, verificável e falível

3. Métodos científicos

3.1. indutivo

3.1.1. passos

3.1.1.1. observação sistemática dos fenômenos

3.1.1.2. criação de classificações de relações

3.1.1.3. construção de hipóteses

3.1.1.4. verificação das hipóteses por experimentos

3.1.1.5. construção de generalizações

3.1.1.6. confirmação das hipóteses para se estabelecer as leis gerais

3.1.2. definições

3.1.2.1. certas causas produzem sempre as mesmas consequências, sob as mesmas circunstâncias

3.1.2.2. a verdade observada em situações particulares torna-se verdade universal (leis gerais)

3.1.3. Galileu Galilei

3.2. hipotético-dedutivo

3.2.1. formulação de problemas em torno de questões teóricas já existentes

3.2.2. solução proposta (hipóteses) passíveis de experimentos sobre o fenômeno

3.2.3. teste de falseamento: tentativas de refutação das hipóteses pela experimentação

3.3. Clareza e precisão de técnicas e raciocínio

3.4. Um meio a buscar a caminhada desde a identificação do problema, elaboração de hipótese até chegar uma resposta e ao final

3.5. dedutivo

3.5.1. parte das teorias e leis consideradas universais buscando explicar fenômenos particulares

3.5.2. premissas -> conclusões

3.5.3. René Descartes

3.6. Experimental

3.6.1. Experiência

3.6.1.1. Ideias

3.6.1.2. Laboratório

3.6.1.3. Busca das hipóteses

3.7. Estatístico

3.7.1. Pesquisa quantitativa

3.7.1.1. Gráfico

3.7.1.2. Apresentação analítica dos fenomenos

3.8. Histórico

3.8.1. Pesquisa histórica

3.8.1.1. Comparação

3.8.1.1.1. Formação anterior

3.8.1.1.2. Evolução do objeto

3.9. Comparativo

3.9.1. Compara semelhanças e relações entre duas

3.9.1.1. Dados atuais e do passado

4. Medicina (Prática Baseada em Evidências)

4.1. voltado para a formação de médicos com espírito crítico aguçado e aptos a manter o processo de educação continuada

4.2. passos:

4.2.1. identificar os problemas relevantes do paciente

4.2.2. converter os problemas em questões

4.2.2.1. (Converter a necessidade da informação em uma pergunta estruturada)

4.2.3. pesquisar eficientemente as fontes de informação

4.2.3.1. (buscar a melhor evidência para responder a essa pergunta)

4.2.4. avaliar a qualidade da informação e a força da evidência

4.2.4.1. (Ou seja, deve-se avaliar criticamente essa evidência com relação a sua validade, importância e aplicabilidade)

4.2.5. chegar a uma conclusão correta

4.2.5.1. "Integrar a avaliação crítica com a nossa competência clínica e com os valores e as circunstâncias do paciente" (GUIMARÃES,2009)

4.2.6. aplicar as conclusões dessa avaliação na melhoria dos cuidados prestados aos pacientes

4.2.6.1. (Avaliar nossa efetividade e eficiência em executar os passos de um a quatro)

4.3. níveis de evidência:

4.3.1. I - pelo menos, uma revisão sistemática (metanálise) de múltiplos estudos randomizados controlados

4.3.2. II - pelo menos, um estudo randomizado controlado, de tamanho adequado e com contexto clínico apropriado

4.3.3. III - estudo sem randomização, com grupo único, com análise pré e pós–coorte, séries temporais ou caso-controle pareados

4.3.4. IV - estudos bem delineados não-experimentais, realizados em mais de um centro de pesquisa;

4.3.5. a hierarquia dos níveis de evidências não é estática, muda conforme a pergunta elaborada

4.4. prós

4.4.1. padronização dos atendimentos

4.4.2. controle sobre terapias e exames

4.4.3. redução de custos

4.5. contras

4.5.1. segundo alguns médicos

4.5.1.1. a falta de evidências dos benefícios de certos tratamentos não pode ser considerada uma prova de ineficácia

4.5.1.1.1. V - opiniões de autoridades respeitadas, baseadas em evidência clínica, estudos descritivos e relatórios de comitês

4.5.2. o organismo de cada indivíduo possui certas peculiaridades

4.5.2.1. o que não funciona para um pode dar certo para outro

4.5.3. a técnica para a seleção de informações, em muitos casos, não seria totalmente neutra, porque envolveria interesses

4.5.4. estigmatiza o conhecimento empírico e a abordagem de dimensões terapêuticas na medicina

4.6. Forma consciente, explícita da decisão de melhorar a evidência disponível na tomada de decisão dos profissionais sobre o cuidado de saúde

4.7. 4 componentes

4.7.1. PICAD

4.7.1.1. Paciente ou problema

4.7.1.1.1. Descrição do paciente e seu problema

4.7.1.2. Investigação

4.7.1.2.1. Teste diagnóstico

4.7.1.2.2. Fator prognóstico

4.7.1.3. Intervenção ou exposição

4.7.1.4. Desfecho de interesse para o paciente

4.8. Fontes de buscas

4.8.1. 6S

4.8.1.1. SCAD ( Sistema Computadorizados de Apoio à Decisão)

4.8.1.1.1. O SCAD integra e sumariza todas as evidências relevantes sobre o problema clínico, na sua ausência usamos o Sumaries.

4.8.1.2. Summaries

4.8.1.2.1. Resumo baseado em evidência

4.8.1.3. Sinopse de síntese encontrada em base de dados

4.8.1.3.1. Exemplos : ACP Journal Club, Evidence-Based Medicine, Evidence-Based Mental Heath, entre outros.

4.8.1.4. Síntese de revisão sistemática

4.8.1.4.1. São um resumo de todas as evidências relacionadas a uma questão clínica.

4.8.1.5. Sínopse de estudo isolado

4.8.1.5.1. Fornece um resumo detalhado de um artigo de boa qualidade.

4.8.1.6. Single original Studies

4.8.1.6.1. Estudo original

5. Busca da análise da realidade

5.1. CLÁSSICOS

5.1.1. Émile Durkheim

5.2. Max Weber

5.3. Karl Marx