ENTEROBACTÉRIAS

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ENTEROBACTÉRIAS por Mind Map: ENTEROBACTÉRIAS

1. Características Gerais

1.1. Bastonetes gram negativos

1.1.1. São bactérias que indicam contaminação ambiental

1.2. Fermentadores de glicose com ou sem produção de gás, oxidase negativa

1.2.1. Ajuda na identificação da bactéria

1.3. Reduzem nitrato a nitrito

1.3.1. Em provas bioquímicas, caso o resultado for nitrito negativo, pode ser outro tipo de bactéria que esteja causando a infecção

1.4. Catalase positiva

1.4.1. Liberam oxigênio

1.5. Aeróbios ou Anaeróbios facultativos

1.5.1. São aeróbios, porém, crescem bem em ambiente de anaerobiose e utilizam de outras vias para se manter viável.

1.6. Motilidade variável

1.6.1. Podem ser móveis por flagelos peritríqueos ou imóveis

1.7. Fermentação da lactose ajuda na separação dos grupos (Sacarose ajuda também)

1.7.1. Fermentadores de Lactose

1.7.1.1. Escherichia coli spp

1.7.1.2. Citrobacter spp

1.7.1.3. Krebsiella spp

1.7.1.4. Enterobacter spp

1.7.2. Não Fermentadores de Lactose

1.7.2.1. Salmonela sp

1.7.2.2. Shigella spp

1.7.2.3. Proteus spp

1.7.2.4. Serratia spp (algumas fermentam lentamente)

1.8. 80% das bactérias gram negativas são enterobactérias

1.9. Não possuem a enzima Citocromo Oxidase

1.9.1. Ajuda na diferenciação de outros bastonetes gram negativos fermentadores de glicose

1.9.1.1. Negativa - Enterobactérias

1.9.1.2. Positivas - Aeromonas spp, Vibrio spp

2. Gêneros de Enterobactérias

2.1. Citrobacter spp

2.1.1. Diversas espécies que necessitam de provas bioquímicas para diferenciar

2.2. Enterobacter spp

2.2.1. Diversas espécies que necessitam de provas bioquímicas para diferenciar

2.3. Escherichia spp

2.3.1. Características gerais e bioquimicas

2.3.1.1. Cosmopolita

2.3.1.2. Lactose positiva

2.3.1.3. Móveis

2.3.1.4. Produção do indol a partir do triptofano

2.3.1.4.1. Ajuda na identificação

2.3.2. Patogenicidade e virulência

2.3.2.1. 143 ags O; 91ags K e 49 ags H

2.3.2.2. Resistência antimicrobiana

2.3.2.3. Algumas são patógenos oportunistas e outras regularmente patogênicas

2.3.2.4. Patótipos (cepas)

2.3.2.4.1. EPEC

2.3.2.4.2. EHEC

2.3.2.4.3. ETEC

2.3.2.4.4. EAEC

2.3.2.4.5. EIEC

2.3.2.4.6. DAEC

2.3.2.5. E. coli Diarreigoênicas

2.3.3. Cepas sorotipadas sem chama-lás por nomes reduzidos

2.3.3.1. Ajudam no rastreio epidemológico

2.3.3.2. Não apresentam cápsula

2.4. Krebsiella spp

2.4.1. Características gerais e bioquimicas

2.4.1.1. Cosmopolita

2.4.1.2. Lactose positivas

2.4.1.3. Imóveis

2.4.1.4. Produtoras de cápsula

2.4.2. Patogenicidade e virulência

2.4.2.1. Infecções oportunistas (hospitais)

2.4.2.2. Diversos sítios(pneumonia, abcessos, gastrointerite e animais também

2.4.2.3. Resistência antimicrobiana

2.4.2.4. Principal espécie K. pneumoniae(muito resistente, dificuldade de tratamento devido a sua resistência antimicrobiana)

2.4.2.4.1. Ajuda na identificação

2.5. Salmonella sp

2.5.1. Patogenicidade e virulência

2.5.1.1. Autolimitante em hospedeiros imunocomponentes(portadores assintomaticos)

2.5.1.2. Depende do sorotipo(fatores de virulencia)

2.5.1.3. Requer elevada dose infectiva

2.5.1.4. Via fecal-oral mais comum

2.5.1.5. Gastrointerite

2.5.1.6. Septicemia

2.5.1.7. Febre entérica

2.5.2. Características gerais e bioquimicas

2.5.2.1. Lactose negativa

2.5.2.2. Móveis (maioria)

2.5.2.3. Produzem ácido sulfídrico (H2S) a partir de enxofre

2.5.2.3.1. Ajuda na identificação

2.5.2.4. Possuem 6 subespécies

2.5.2.4.1. entérica tem mais importância clínica

2.5.3. Salmonella enterica subspécie enterica

2.6. Shigella spp

2.7. Yersinia spp

2.8. Serratia spp

2.8.1. Produção de pigmento alaranjado

2.8.2. Podem causar infecções gastrointestinais, urinárias tanto em humanos e podem causar infecções em animais

2.9. Proteus spp

2.9.1. Extremamente móveis

2.9.2. Podem causar infecções gastrointestinais, urinárias tanto em humanos e podem causar infecções em animais

3. São coliforme que fermentam a lactose. Todo coliforme é uma enterobactéria, mas nem toda enterobactéria é um coliforme.

4. Estão amplamente disseminadas na natureza, muitas de suas espécies colonizam o intestino de humanos e animais; e um pequeno grupo é considerado patógeno estrito.

5. Características Estruturais

5.1. Antígeno O

5.1.1. Identificam a cepa da enterobactéria

5.1.2. Mais de 170 tipos

5.1.3. Conhecer a disseminação no ambiente

5.2. Antígeno K (cápsular)

5.2.1. Tipagem sorológicas, identificação de 85 tipos

5.2.2. Os componentes que fazem parte da cápsula da bactéria, ajudam na identificação

5.3. Antígeno H (flagelar)

5.3.1. Identificação em uma média de 100 tipos

6. São diferenciadas pelas provas bioquímicas (chaves de identificação)

6.1. Provas normamente usadas para enterobactérias

6.1.1. Produção do indol a partir do triptofano

6.1.2. Produção de Ácidos Mistos no vermelho de metila (VM)

6.1.3. Produção de Ácidos a partir da via butilenoglicol (VP)

6.1.4. Utilização do citrato como fonte de carbono

7. Flagelos

7.1. Krebisiella spp, Shigella spp: Imóveis

7.2. Proteus spp: muito móvel

7.3. Demais: flagelos perítriquios

7.4. Prova bioquímica meio SIM

7.4.1. M - Motilidade

7.4.2. I - indol

7.4.3. S - gás sulfrídrico

7.4.4. Meio de cultura em tubo, é semi sólido, faz-se uma inoculação da bactéria, gerando resultados como:

7.4.4.1. Caso for imóvel: cresce em formato de linha

7.4.4.2. Caso for móvel: forma uma nuvem

8. Patógenos primarios

8.1. Salmonella spp

8.1.1. Não estão presentes na microbiota humana, caso for encontrada, tentarão causar infecção

8.2. Shigella spp

8.3. Yersinia spp

9. Patógenos oportunistas

9.1. Citrobacter spp

9.1.1. Fazem parte do gastrointestinal, ou estão no ambiente e acabam sendo patógenos oportunistas

9.2. Enterobacter spp

9.3. Proteus spp

10. Patógenos primários e oportunistas

10.1. Escherichia coli

10.1.1. Maioria das cepas faz parte da microbiota e alguns patóticos são patógenos

10.2. Krebsiella pneumoniae

10.2.1. Pode fazer parte da microbiota, causar infecções oportunistas e algumas são patogênicas

11. Patogenicidade e Virulência

11.1. 70% das infecções do trato urinário (ITU)

11.1.1. São infecções oportunistas, pela proximidade do trato genitário, correlacionado a imunidade do hospedeiro.

11.2. Doenças transmitidas por alimentos(DTA's)

11.2.1. Fezes eliminadas no ambiente que contaminam alimentos ou a pessoa contamina diretamente podendo causar infecções

11.3. Infecções hospitalares(uso de dispositivos)

11.3.1. Pessoas que ficam muito tempo com dispositivos intravenosos/respiratórios que não há troca

11.4. Meningite(neonatos)

11.4.1. Partos naturais em locais com baixa condições higiênico sanitárias

11.5. Infecções de pele(escaras, queimaduras)

11.5.1. Bactérias presentes na água, na mão de um manipulador que não usa luvas ou troca de fralda de paciente internado que não foi realizada de forma correta.

11.6. Endotoxinas

11.6.1. Causa febre bem grave e outras respostas inflamatórias

11.7. Fímbrias

11.7.1. Bactérias muito patogênicas, conseguem se aderir intensamente

11.8. Sideróforos

11.8.1. Produz componentes que roubam o ferro do hospedeiro

11.9. Enterotoxinas(diarréia)

11.9.1. Algumas podem ser termo estáveis

11.10. 3 Antígenos

11.10.1. Ajudam no processo de infecção