Aspectos Genéticos e Hormonais que afetam o ciclo da vida e ginecológico/obstétrico da mulher

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Aspectos Genéticos e Hormonais que afetam o ciclo da vida e ginecológico/obstétrico da mulher por Mind Map: Aspectos Genéticos e Hormonais que afetam o ciclo da vida e ginecológico/obstétrico da mulher

1. Cerca de 85% dos abortos espontâneos têm causas de tipo genético.

2. GESTAÇÃO

2.1. Os dois hormônios que dominam no ciclo menstrual são o estrogênio e a progesterona. Ambos têm a função de preparar o corpo feminino para uma possível fertilização. Após a queda do nível de progesterona, a mulher menstruará e renovará o ciclo. Se a taxa desse hormônio não diminuir, significa que a mulher engravidou.

2.2. E como descobrir a gravidez??

2.2.1. Exame Beta- HCG --> hormônio importante na manutenção da gravidez durante o primeiro trimestre.

2.3. Porque tanto enjoo?

2.3.1. Os enjoos são um dos sintomas da gravidez que mais desestabiliza a mulher no inicio da gestação. Este sintoma ocorre devido ao aumento do hormônio progesterona. Este aumento também causa: -sono excessivo, -salivação -alteração de humor

3. ABORTO

3.1. Esta situação pode ocorrer de forma espontânea ou provocada.

3.2. Nem todas as mulheres sentem os mesmos sintomas na gravidez

3.2.1. Deficiência de prostaglandinas (incapacidade de converter ácido linoléico)

3.2.2. Hormônios ovarianos(estrógeno e progesterona) X neurotransmissores (serotonina e GABA).

3.3. Certos transtornos que a mãe sofre durante a gravidez podem contribuir para a ocorrência de um aborto espontâneo.

3.3.1. Diabetes gestacional

3.3.2. Doença da tireoide

3.3.3. Desequilíbrio hormonal da progesterona

3.3.4. Fatores Genéticos da mãe ou pai

3.4. 60-70% dos abortos espontâneos isolados são cromossomicamente alterados, o que aumenta quanto maior a idade da mulher

4. SINTOMAS FÍSICOS

4.1. Existe uma ampla variação na freqüência e intensidade com que as mulheres de diferentes grupos etários, étnicos raciais, níveis socioeconômicos e culturais manifestam esses sintomas.

4.2. Puberdade/Menarca

4.2.1. Surgimento de pelos; Surgimento das mamas; Estirão puberal (rápido crescimento em estatura, que dura cerca de 2 a 4 anos); Desenvolvimento do sistema reprodutor; Desenvolvimento do sistema esquelético e muscular; Aumento do acúmulo de gordura no quadril, nádegas e coxas; Primeiro fluxo menstrual.

4.3. Climatério/Menopausa

4.3.1. Efeito Fogacho; Hiperemia; Sudorese; Taquicardaia; Mastalgia; Distensão abdominal;Ciclos desrregulares; Calafrios; Insônia ou sono agitado; Vertigens; Parestesias; Diminuição da memória; Fadiga; Atrofia no aparelho genitourinário; Incontinência urinária; Alterações no metabolismo ósseo; Alterações no metabolismo lipídico.

5. SINTOMAS PSIQÍCOS

5.1. Podem apresentar-se isoladamente ou em conjunto, ocorrerem em qualquer fase da vida e também estão relacionado ao estilo de vida.

5.2. Puberdade/Menarca

5.2.1. Estruturação da sexualidade; Questionamentos por valores e identidade; Ansiedade; Oscilação de sentimentos; Intensidade; Desejo sexual.

5.3. Climatério/Menopausa

5.3.1. Labilidade emocional; Ansiedade; Irritabilidade; Melancolia; Baixa de auto-estima; Tristeza; Depressão; Diminuição da libído.

6. PAPEL DO PROFISSIONAL DA SAÚDE (ENFERMEIRO)

6.1. Buscar ajuda da rede de apoio para que forneçam apoio durante o processo de mudança.

6.2. Atendimento multiprofissional e holístico durante transformações físicas e psíquicas.

6.3. Propiciar lugares de escuta qualificada e atendimento seguro para que os pacientes.

6.4. Práticas educativas que visem informar sobre os diversos períodos e modificações que afetam o ciclo da vida e mostrar caminhos de adaptação.

7. GÊNERO

7.1. Padronização corporal

7.1.1. Relação patriarcal, capitalista, moralista que oprime as mulheres e seus corpos em busca de um padrão de beleza ideal, o qual não existe.

7.1.1.1. Acarreta em estresse, depressão, ansiedade.

7.2. Identidade de gênero e orientação sexual

7.2.1. Homossexualidade X Heterossexualidade

7.2.1.1. Comparação entre gêneros feita por muitas pessoas, mas que não tem fundamento. Visto que, cada pessoa é diferente e há diversos fatores socioculturais e pessoais que .

7.2.1.2. É preciso ter aceitação pessoal e social, equidade na assistência à saúde, igualdade de gênero em saúde, respeito, empatia.

7.3. Aspectos psiquiátricos da população LGBTQI+

7.3.1. Suicídio, automutilação, depressão, ansiedade, abuso de substâncias, violência, transtornos alimentares, transtornos de personalidade, transtornos relacionados ao uso de substância.

8. BLUES PUERPERAL / BABY BLUES OU DISFORIA PUERPERAL

8.1. Estado de tristeza transitória (15 primeiros dias do puerpério) decorrente das mudanças nos níveis hormonais: estrogênio, progesterona, ocitocina e prolactina que se readaptam a nova realidade.

8.2. Gestantes de risco ou que apresentam complicações na gravidez ou parto, como perda de sangue aumentada e com dificuldades no aleitamento apresentam blues com mais frequencia.

9. FATORES HORMONAIS QUE AFETAM A MULHER:

9.1. TPM: OSCILAÇÃO DO ESTRÓGENO E DA PROGESTERONA

9.1.1. Genética + alimentação + fatores psicológicos + mudanças hormonais.

9.2. MENSTRUAÇÃO: ESTRÓGENO E PROGESTERONA

9.3. GRAVIDEZ: ESTRÓGENO, PROGESTERONA E hCG

9.3.1. Quando desregulados, podem causar abortamento.

9.4. PUERPÉRIO: DIMINUIÇÃO DE ESTRÓGENO E PROGESTERONA E AUMENTO DA PROLACTINA

9.4.1. Estresse pós-parto.

9.5. TDPM: SÍNDROME PRÉ-MENSTRUAL MAIS SEVERA OU EXTREMA

9.5.1. Influência nas relações interpessoais.

10. DROGAS

10.1. O abuso ou dependência de drogas resulta de uma interação entre fatores genéticos, psicossociais e culturais.

10.1.1. Não há genes únicos para abuso e dependência de drogas.

10.1.1.1. Estão diretamente relacionados aos fatores ambientais.

10.1.1.2. A dependência é uma doença complexa, necessita de mais de um gene associado para expressar seu fenótipo.

10.1.2. O gene dopaminérgico DRD2-A1 representa papel na transmissão da vulnerabilidade da dependência de drogas.

10.1.3. A dependência é uma doença complexa, necessita de mais de um gene associado para expressar seu fenótipo.

11. CANCÊR

11.1. ÚTÉRO

11.1.1. polimorfismo da proteína p53

11.2. MAMA

11.2.1. apenas 10 % das mulheres diagnosticadas têm uma história familiar positiva

11.2.1.1. Mutações dos genes BRCA-1 e BRCA-2 são responsáveis por grande número de casos de CM familiares

11.2.1.2. história de CM em parentes de primeiro grau é um fator de risco independente para a ocorrência de CM

12. INFERTILIDADE

12.1. principais causas

12.1.1. alterações hormonais

12.1.1.1. amenorreia

12.1.1.2. produção de ovócitos imaturos defeituosos ou até a ausência de produção destes

12.1.1.3. disfunção ovulatoria

12.1.1.3.1. excesso de prolactina e dos andrógenos (ovário policístico) dos hormônios tireoidianos (anomalias na tireoide)

12.1.1.3.2. síndrome dos ovários policísticos, endometriose e mioma

13. Depressão pós parto (DPP)

13.1. Estado de humor deprimido, perda de prazer e interesse nas atividades, alteração de peso e/ou apetite, alteração de sono, agitação, fadiga entre outras que pode ocorrer nos primeiros meses após o parto.

13.2. História familiar pregressa ou pessoal de transtornos psiquiátricos como depressão e ansiedade são fatores agravantes

13.3. Distúrbios no eixo Hipotalâmico pituitário adrenal (HPA) podem estar relacionados aos casos de DPP

13.4. Queda brusca nos níveis de estrogênio e progesterona no pós parto pode estar envolvida na etiologia da DPP

14. Psicose puerperal

14.1. Raro e de início abrupto

14.2. Sintomatologia

14.2.1. Delírios, estado confusional, alucinações, podem ocorrer sintomas depressivos ou maníacos.

14.3. Causas

14.3.1. Antecedentes pessoais ou familiares de transtornos psiquiátricos sobretudo os psicóticos

14.3.2. Grande variação hormonal da gestção ao pós parto pode contribuir para desencadear os quadros de psicose