PSICOLOGIA EXPERIMENTAL II

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PSICOLOGIA EXPERIMENTAL II por Mind Map: PSICOLOGIA EXPERIMENTAL II

1. Um tipo de resposta evocada por um estímulo meramente semelhante é chamada metáfora;

2. Falante e ouvinte: Skinner (1957) definiu cpto verbal como cpto operante que exige a presença de outra pessoa para que seja reforçado. Essa outra pessoa, que reforça o cpto verbal do falante, é o ouvinte.

3. Um episódio verbal. SD s é o contexto para o cpto verbal do falante (R), que gera um estímulo discriminativo (SD r) que determina a ocasião para o ouvinte agir (R o), de forma a prover reforço (SR s) para o cpto do falante (R v). O reforço ao falante serve também como estímulo discriminativo (SD r) que determina a ocasião para um resposta de retribuição (R) por parte do falante. Esta provê o reforço (SR L) para o cpto do ouvinte.

4. Os estímulos discriminativos apenas modulam e tornam prováveis certas instancias de atividades verbais;

5. Comportamento Verbal e Linguagem

5.1. Cpto Verbal é um tipo de comportamento operante;

5.1.1. O cpto verbal como cpto operante :

5.1.1.1. Quando um padrão fixo de ação gera estímulos auditivos ou visuais que afetam o cpto de outros (como na defesa, na agressão e em um relacionamento), esse evento pode ser chamado de comunicação;

5.1.1.1.1. O cpto verbal não requer suporte ambiental;

5.1.1.1.2. O cpto verbal depende do sujeito o qual nos dirigimos;

5.1.1.2. Há uma diferença crucial entre o chamado de alarme e a fala;

5.1.1.3. O cpto verbal, como qualquer cpto operante, tende a ocorrer apenas no contexto em que tem probabilidade de ser reforçado;

5.1.2. Operantes Verbais:

5.1.2.1. Reforço do cpto verbal:

5.1.2.1.1. Exige menos reforço para se manter do que para ser adquirido;

5.1.2.1.2. Como qualquer outro operante, o cpto verbal pode ser mantido apenas por reforço intermitente;

5.1.2.2. “As propriedades complexas do comportamento verbal exigem um tratamento especial desse fenômeno. Entretanto, para Skinner (1957), sua natureza não o distingue essencialmente dos comportamentos não verbais”. Hubner, Borlot, Alemida, Cruvinel (2012)

5.1.2.3. O cpto verbal é analisado e classificado em função:

5.1.2.3.1. Das condições em que ocorre (temático);

5.1.2.3.2. Da própria resposta (formal);

5.1.2.3.3. Da consequência do responder (ordem);

5.1.2.4. Operantes Verbais (1ª Ordem: Controle Formal)

5.1.2.4.1. Existe uma relação (SD – R) entre formas, correspondência “ponto a ponto” (um fragmento do estímulo controla um fragmento da resposta).

5.1.2.4.2. (1ª Ordem: Controle Temático)

5.1.2.5. Operantes Verbais (2ª Ordem: Autoclíticos)

5.1.2.5.1. Operantes Verbais Disfarçados

5.1.3. Modelação/Imitação do Comportamento;

5.1.3.1. A partir dessa predisposição programada geneticamente e do SR+ dado por esses organismos (ouvintes), o cpto verbal é adquirido e modelado; Ex.: Criança que não desenvolve a fala por falta de treino.

5.1.4. Controle de Estímulos no Cpto Verbal

5.1.4.1. A ocorrência de atividade verbal é mais ou menos provável dependendo das circunstâncias. Ou seja, depende dos estímulos discriminativos (SD);

5.2. Linguagem: tem um caráter de coisa, algo que a pessoa adquire e possui.

5.2.1. A maneira de uma pessoa falar depende das práticas da comunicação verbal a que pertence;

5.2.1.1. Como outras espécies, ela tinha, até então, externados gritos de alerta, brados ameaçadores e outras respostas inatas (ver reflexo inato), mas o comportamento vocal operante fez grande diferença porque ampliou a esfera de ação do ambiente social (assunto para próxima aula);

5.2.1.1.1. Linguagem: definição topográfica (regras gramaticais, conjuntos de palavras utilizadas, etc).

5.3. Comunicação:

5.3.1. Ocorre “comunicação” quando o cpto de um organismo gera estímulos (A: e C:) que afetam o comportamento e doutro organismo (R);

5.3.1.1. Etimologicamente, comunicação significa : “tornar comum”.

5.3.1.1.1. Todo cpto verbal poderia ser chamado de comunicação, mas o contrário não é verdadeiro;

6. Regionalismos?

6.1. Regionalismo é o conjunto das particularidades linguísticas de uma determinada região geográfica, decorrentes da cultura lá existente. Uma de suas principais expressões é o dialeto (modelado a partir do nível de seleção cultural).

6.1.1. Diferentes comunidades verbais modelam e mantem línguas diferentes no mesmo falante, o qual possui então repertórios diferentes que exercem efeitos semelhantes em ouvintes diferentes;

7. Comunidade Verbal, Falante e Ouvinte.

7.1. Comunidade verbal: As pessoas que ouvem e reforçam o que uma pessoa diz são membros da comunidade verbal dessa pessoa – o grupo de pessoas que falam entre si e que reforçam as verbalizações umas das outras;

7.2. Comunidade verbal: organismos vivos/virtuais que falam entre si e que reforçam as verbalizações umas das outras;

8. Episódio Verbal

9. O papel do ouvinte

9.1. Sem ouvintes, ou sem a comunidade verbal, o cpto verbal não poderia ser adquirido;

9.1.1. Falar consigo próprio

9.1.1.1. Falante e ouvinte são a mesma pessoa;

9.1.1.2. Cpto do falante altera cpto do ouvinte: autoinstruções;

9.1.1.3. Pode ser dita em voz alta ou privadamente: pensamentos;

9.2. Nosso cpto como ouvinte é modelado e mantido por reforço – ou seja, deriva de uma história de reforçamento;

9.3. Nosso cpto, em outras palavras, vem a responder as verbalizações ouvidas dos outros como contextos ou estímulos discriminativos verbais;

9.4. Ações dos ouvintes proveem reforço para os falantes e vice versa;

9.5. Cpto de ouvinte: modelado e reforçado – pertencente a mesma comunidade verbal.

10. Metáfora

11. Energia X Magnitude da (R)

11.1. O fato de a energia de uma resposta não ser proporcional à magnitude do resultado contribuiu para a crença na magia verbal (as palavras do mágico “Abracadabra” transformam um lenço num coelho).

11.2. s respostas verbais são classificadas como pedidos, ordens, permissões, e assim por diante, dependendo das razões pelas quais o ouvinte responde;

12. Significado X Referência

12.1. O Significado de uma resposta para o falante inclui o estímulo que a controla (no exemplo do relógio ...) e, possivelmente, aspectos adversativos da questão, dos quais se obterá alívio por via de uma resposta;

12.1.1. O Significado para o ouvinte está próximo do significado que o mostrador do relógio teria se lhe fosse visível, mas inclui também contingências implícitas no encontro marco, que tornam uma resposta ao mostrador do relógio, ou à resposta verbal, provável nesse momento;

12.2. Referência/Referente: aspecto do ambiente que exerce controle sobre a resposta da qual é considerado referente;

12.2.1. Ocorre a partir das práticas reforçadoras de uma comunidade verbal;

13. Abstração:

13.1. Abstrair, de acordo com Skinner, é emitir um comportamento sob controle de determinadas propriedades de um estimulo, que é comum a mais de um estimulo e ao mesmo tempo não sob o controle de outras.

14. Comportamento Social

14.1. O comportamento social pode ser definido como o comportamento de duas ou mais pessoas em relação a uma outra ou em conjunto em relação ao ambiente (Skinner, 1953;1981;2003, p. 325).

14.1.1. O cpto social surge porque um organismo é importante para outro como parte de seu ambiente;

14.2. Ambiente Social

14.2.1. Portanto, o passo inicial é uma análise do ambiente social e de quaisquer aspectos que porventura possua (Ex.: Escola);

14.2.2. O Estímulo Social

14.2.2.1. Expressões = padrões físicos;

14.2.2.2. Expressões faciais agrupadas = chama-se sorrisos;

14.2.2.3. Cultura ou seleção ontogenética distintas (aquisição individual);

14.2.2.4. Os estímulos sociais são importantes para aqueles aos quais o reforço social é importante;

14.3. Reforço Social

14.3.1. O reforço social é uma questão de mediação pessoal.

14.3.2. Muitos reforços requerem a presença de outras pessoas;

14.3.3. Em algum desses como em certas formas de comportamento sexual ou pugilístico (Ex.: 1 - boxe – esportes de contatos), a outra pessoa participa meramente como um objeto;

14.4. O Episódio Social

14.4.1. Consideramos então o cpto do segundo organismo, supondo o primeiro como uma fonte de variáveis. Colocando as análise lado a lado reconstruímos o episódio;

14.4.2. Podemos analisar um episódio social considerando um organismo a um dado tempo.

14.5. Episódios Verbais

14.5.1. Considere um episódio simples no qual A fornece reforços e estímulos adequados para B e vice-versa. A resposta de A “Dê-me um cigarro” seria ineficiente em um ambiente puramente mecânico. Foi condicionada por uma comunidade verbal que reforça ocasionalmente de certo modo.

14.5.1.1. O reforço negativo – particularmente como uma forma de punição – é mais frequentemente administrado por outras formas de estimulação aversiva incondicionada (medo, taquicardia etc) ou desaprovação, desprezo, insulto, invalidação (cpto operante);

14.5.1.1.1. Pode-se assim, explicar porque as contingências reforçadoras da sociedade causam cptos indesejáveis mais frequentemente do que as contingências aparentemente comparáveis na natureza inanimada (ausência de self/subjetividade)

14.5.2. Episódios Verbais: 4 Tipos de Intercâmbios

14.5.2.1. 1º intercâmbio: existe na direção de B para A: B é estímulo discriminativo na presença do qual A emite a resposta verbal;

14.5.2.2. 2º intercâmbio: existe na direção de A para B, e gera estímulos auditivos ainda agindo sobre B. Se B está predisposto a dar um cigarro a A – por exemplo, se B “está” ansioso para agradar A”, ou “ama A”, o padrão auditivo é um estímulo discriminativo para a resposta de dar um cigarro. B não oferece cigarros indiscriminadamente; espera por uma resposta de A como uma ocasião na qual um cigarro será aceito. A aceitação de A depende de uma condição de privação na qual receber o cigarro seja reforçador. Essa é a condição na qual A emite resposta “Dê-me um cigarro”, e a contingência vem a controlar o cpto de B assim se estabelece.

14.5.2.3. 3º intercâmbio: é o recebimento por A do cigarro de B. Esse é o reforço da resposta original de A.

14.5.2.4. 4º intercâmbio: se A verbalizar “obrigado”; o estímulo auditivo é um reforçador condicionado para B, e A o produz apenas por causa disso. B pode aumentar a probabilidade de futuros “Obrigados” por parte de A dizendo “Não há de que”.

14.6. O Grupo como uma unidade que se comporta

14.6.1. onceitos como “o pensamento do grupo”, “o instinto do rebanho” e “caráter nacional” foram inventados para apoiar esse procedimento. Entretanto é sempre o individuo que se comporta.

14.6.2. A escolha pelo grupo e o comportamento coletivo, estão relacionadas as variáveis geradas pelo grupo, que encorajam o comportamento de reunião e conformação. Existem variáveis especificas que afetam o comportamento de cada individuo.

14.6.3. Indivíduos participam de grupos a partir da imitação. Visto que se comportar como os outros se comportam tem grande probabilidade de ser reforçado.

14.6.4. As consequências reforçadoras geradas pelo grupo excedem facilmente os totais das consequências que poderiam ser conseguidas pelos membros se agissem separadamente.

15. FILME AS PATRICINHAS DE BEVERLY HILLS

15.1. Frase escolhida: “não, ei será que você não prefere ficar com a turminha dos chapados bem ali? “

15.1.1. A: Estimulo antecedente: A chegada de Travis na roda de amigos.

15.1.2. R: Resposta: Thay é rude com Travis.

15.1.3. C: Consequência: Travis se retira do local.

15.1.4. VI: Variável independente: Thay altera o tom de voz de modo indiferente.

15.1.5. VD: Variável dependente: Travis se retira do local por não ser reforçado.

15.1.6. R+: Reforço positivo: Travis sair do local é reforçador para o comportamento rude de Thay

15.1.7. P+: Punição positiva: Diminui a chance de Travis procurar Thay novamente.

15.2. Cena do filme: Travis chega a roda de alunos que estavam conversando sobre o ocorrido (Thay quase cai da escadaria de um shopping), onde Thay contava os detalhes, quando Travis se aproximou, Thay o vê chegando e diz: “sorria lá vem nosso amiguinho”, ele chega diz: “ Thay olho só” e ela faz cara de nojo, ele pergunta: ” ei dá para afastar um pouquinho? ’’ E ela diz: “não, ei será que você não prefere ficar com a turminha dos chapados bem ali? “ Ele fica em silencio e se retira ela ri e continua a conversa com a roda.

16. Subjetividade e Relações Comportamentais

16.1. O termo mentalismo foi adotado por B. F. Skinner para se referir a um tipo de dualismo: a separação entre eventos mentais de eventos cptais;

16.1.1. O mentalismo leva a um tipo de “explicação” que realmente não explica;

16.2. Eventos Públicos

16.2.1. Eventos Públicos são aqueles que podem ser relatados por mais de uma pessoa.

16.2.2. Evidentemente, muitos eventos públicos não são relatados.

16.3. Existem dois pontos importantes sobre essa distinção público-privado;

16.3.1. Primeiro: para o behaviorista radical, a distinção é de pouca importância;

16.3.1.1. Assim, o tipo de privacidade envolvido é a privacidade de que você desfruta quando está sozinho.

16.3.2. Segundo: Eventos Públicos e Privados são ambos Eventos Naturais.

16.3.2.1. Os eventos naturais específicos que compõem o objeto de estudo da análise do cpto são aqueles ocorrem em organismos vivos inteiros.

16.3.3. Argumentou que os eventos privados podem ser incluídos na análise do cpto porque a ciência exige apenas que os eventos sejam naturais; eles devem ser observáveis por princípio – isto é, devem ser localizados no tempo e no espaço - , mas eles não precisam ser observáveis na prática.

16.4. Estímulos Privados e Cpto Privado (Encoberto)

16.4.1. Skinner incluía estímulos privados e cpto privado (ou encoberto).

16.4.2. Nesse sentido, de acordo com Watson, as inferências sobre eventos privados de alguém – humanos ou ratos – permanecem pouco confiáveis.

16.4.3. Explicações confiáveis evitam especulações e relacionam o cpto público a outros eventos naturais públicos;

16.4.4. Eventos Privados

16.4.4.1. O reconhecimento de que há uma particularidade a ser levada em conta quando se discutem esses fenômenos:

16.4.4.1.1. 1. O caráter privado de certos estímulos e certas respostas, o que os torna inacessíveis a uma observação pública;

16.4.4.1.2. 2. Uma discussão das implicações do caráter funcional do cpto verbal para análise da linguagem da experiência privada;

16.4.5. Eventos Privados ou Encobertos

16.4.5.1. Categoria de Eventos Privados inclui estímulos gerados pelo próprio corpo do indivíduo, que o afetam de modos únicos, e respostas emitidas em escala reduzida que não podem ser observadas pelos outros;

16.5. Discurso-padrão

16.5.1. Um dos problemas com o discurso-padrão “Eu agi assim porque pensei (ou senti) tal e tal” é que ela atribui a ação (R), a pensamentos ou sentimentos que não podem ser observados, e não a causas do ambiente, que podem ser observadas.

16.5.2. Os analistas de cpto procuram origens em eventos ambientais observáveis;

16.6. Natural, Mental e Fictício]

16.6.1. Mental é a forma adjetiva de mente;

16.6.1.1. A noção de mente é problemática para uma ciência do cpto, porque a mente não faz parte da natureza.

16.6.1.2. A mente, por sua vez, não tem nenhuma das propriedades de um objeto natural!

16.6.2. Em princípio, essa proposição significará que o que o diferencia o pensar é o fato de se tratar de uma resposta encoberta, e o que diferencia um sentimento de felicidade é o fato de que o individuo pode estar respondendo a uma estimulação privada.

16.6.3. Dizer que a mente é fictícia significa dizer que ela é inventada, simulada;

16.6.3.1. Elementos e eventos fictícios não são observáveis, mesmo em principio.

16.6.3.1.1. Ficções Explicativas

17. LEIS GOVERNAMENTAIS E RELIGIOSAS

17.1. CAUSAS E RAZÕES

17.1.1. Ordens, Conselhos e Avisos

17.1.1.1. Ordem: uma das primeiras práticas verbais deste tipo deve ter sido a de dar ordens.

17.1.1.2. Aviso: difere habitualmente de uma ordem porque as consequências adversativas não são organizadas pela pessoa que o emitiu;

17.1.1.3. Conselho: as consequências adversativas não são organizadas pela pessoa que o emitiu;

17.1.2. Orientações e Instruções

17.1.2.1. Uma pessoa que dá a outra orientações mencionando ou implicando uma consequência reforçadora, descrevendo um comportamento que tenha essa consequência e, especialmente, descrevendo o ambiente controlador;

17.1.2.2. As orientações não transmitem conhecimento nem comunicam informação: descrevem o comportamento a ser executado e expõem ou implicam consequências;

17.1.2.2.1. Instruções: são ideadas para tomar desnecessárias orientações ulteriores;

17.1.3. Educa (ção)

17.1.3.1. Grande parte da educação é constituída de instruções acerca do cpto verbal;

17.1.4. Folclore, Máximas e Provérbios

17.1.4.1. Máxima: regra de conduta ou pensamento expresso sem qualquer conotação de valor;

17.1.4.2. Folclore: conjunto de costumes, lendas, provérbios, manifestações artísticas em geral, preservado por um povo ou grupo populacional, por meio da tradição oral;

17.1.4.3. Provérbios: e/ou ditados populares, são frases curtas que transmitem conhecimentos e sabedoria popular através do cpto verbal;

17.2. Leis Governamentais e Religiosas

17.2.1. As contingências se tornaram mais poderosas quando foram codificadas em advertências religiosas e governamentais, em orientações e instruções chamadas leis;

17.2.1.1. Contingências especiais são organizadas de forma a reforçar as leis religiosas e governamentais, mas as contingências sociais não-planejadas pelo grupo podem ter o mesmo efeito;

17.2.1.1.1. Quando uma lei codifica sanções pré-existentes contra roubo, por exemplo, uma pessoa pode começar obedecendo ao mandamento “Não roubarás”, mas pode também eventualmente abster-se de roubar a fim de evitar a desaprovação e a crítica de seus amigos. Ao agir assim põe-se sob o controle das sanções sociais não-codificadas das quais a lei originou-se;

17.2.2. Obedecendo à lei, a pessoa evita punição;