REFORMA PSIQUIÁTRICA E OS SERVIÇOS SUBSTITITIVOS

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REFORMA PSIQUIÁTRICA E OS SERVIÇOS SUBSTITITIVOS por Mind Map: REFORMA PSIQUIÁTRICA E OS SERVIÇOS SUBSTITITIVOS

1. REFORMA PSIQUIÁTRICA

1.1. - Itália

1.2. - Franco Basaglia

1.3. - foram fechados pavilhões e enfermarias psiquiátricas

1.4. - criados outros serviços substitutivos

2. MOVIMENTAÇÃO MUNDIAL DE LUTAS POR TRASNFORMAÇÕES

3. PHILLIPE PINEL

3.1. - Pai da psiquiatria

3.2. - Rompeu com privação de liberdade (gesto pineliano)

3.3. - Desacorrentar louco (LIBERDADE)

3.4. - Tratamento asilar

3.5. - Regime de isolamento

3.6. - Isolamento do mundo exterior

3.6.1. Causas de alienação mental presente no meio social

3.6.2. isolamento como meio de afastá-las

3.7. - Achava o hospital uma instituição terapêutica

4. SÉCULO 17

4.1. - Criação de modalidades de hospitais

4.2. - Hospital geral: função de mantenedor da ordem social e política

4.3. - Fim do século 17: hospital se transformou em uma instituição médica por excelência.

5. REVOLUÇÃO FRANCESA

5.1. - Ideais revolucionário de: igualdade, liberdade e fraternidade

5.2. - Todos os espaços deveriam ser democratizados

5.3. - O hospital sofreu grandes mudanças

5.4. - Foram libertados vários internos

5.5. novas instituições assistenciais foram criadas pelo estado republicano.

6. BRASIL SÉCULO 19

6.1. - Período pré-republicano

6.2. - Os loucos eram incorporados como pessoa de rua

6.3. - Passaram a serem tratados na Santas Casas da Misericórdia

7. SÉCULO 20

7.1. - Insuficiencia de asilo

7.2. - Produziu o modelo das colônias agrícolas

7.3. - Alienistas brasileiros foram adeptos das colônias de alienados

7.4. - Consideravam que o trabalho seria o meio terapêutico mais precioso

7.5. - O modelo colônias passou a ser copiado em várias capitais pelo Brasil.

8. I GRUPO COMUNIDADE TERAPÊUTICA/ PSICOTERAPIA INSTITUCIONAL

8.1. - Comunidade terapêutica

8.2. - Defendia que o fracasso estava na gestão do próprio hospital

8.3. - Solução: introduzir mudanças na instituição

8.4. - Psicoterapia institucional

8.4.1. - François Tosquelles

8.4.2. - Ferramentas de intervenção: a escuta, a noção de acolhimento e a importância da equipe e da instituição na construção do suporte e referencia para o paciente.

8.4.3. - Transversalidade

9. II GRUPO PSIQUIATRIA DE SETOR/ PSIQUIATRIA PREVENTIVA

9.1. PSIQUIATRIA DE SETOR

9.1.1. - Trabalho externo ao manicômio

9.1.2. - continuidade terapêutica após a alta hospitalar

9.1.3. -Foram criados centro de saúde mental

9.2. - Defendiam que o modelo hospitalar estava absoleto e deveria ser substituido.

9.2.1. -

9.3. - Outros serviços assistenciais

9.4. PSIQUIATRIA PREVENTIVA

9.4.1. - Gerald Caplan

9.4.2. - Adota conceito de crise e assume característica de saúde mental

9.4.3. - Estratégias hoje utilizadas como: trabalho de base comunitária e equipes de saúde mental

9.4.4. - foram implantados vários centros de saúde mental, oficinas protegidas , lares abrigados, hospitais-dia/noite..

10. III GRUPO ANTIPSIQUIATRIA/ PSIQUIATRIA DEMOCRÁTICA

10.1. - Colocava em questão modelo científico psiquiátricos

10.2. - Instituições psiquiátricas