Resistência de Plantas a Insetos (RPI)

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Resistência de Plantas a Insetos (RPI) por Mind Map: Resistência de Plantas a Insetos (RPI)

1. Devido a sua constituição genética é menos danificada que uma outra, em igualdade de condições (Rosseto, 1973)

1.1. Condição genética

2. Graus de Resistência

2.1. IMUNIDADE: planta não sofre dano algum;

2.2. ALTA RESISTÊNCIA: em determinadas condições quase dano algum

2.3. RESISTÊNCIA MODERADA: pouco dano em relação as demais

2.4. SUSCETIBILIDADE: danos semelhantes aos que ocorrem nas demais

2.5. ALTA SUSCETIBILIDADE: sofre um dano muito maior em relação as demais plantas comparadas

3. PSEUDORESISTÊNCIA - a resistência não está relacionada com os fatores genéticos

3.1. ESCAPE: a planta não é atacada devido a baixa incidência de pragas e por testes de progênie

3.2. EVASÃO HOSPEDEIRA: a fase de maior suscetibilidade da planta é na mesma época de baixa densidade de pragas

3.3. RESISTÊNCIA INDUZIDA: manifestação de resistência temporária por causa de condições especiais da planta ou do ambiente

4. Tipos de Resistência

4.1. ANTIXENOSE - A planta é pouca utilizada pelo inseto para alimentação, ovoposição ou colonização.

4.1.1. Reação comportamental do inseto para a planta.

4.2. ANTIBIOSE - Inseto se alimenta normalmente da planta mas causa condições adversas na sua biologia.

4.2.1. Causa no inseto: mortalidade na fase imatura e adulta; prolonga o período de desenvolvimento; reduz o tamanho e peso; menor longividade e redução da fecundidade nos adultos.

4.3. TOLERÂNCIA - São plantas que mesmo atacadas por insetos não afeta seu comportamento, a sua biologia, qualidade e a quantidade na sua produção.

4.3.1. Causas da tolerância: alta capacidade de regeneração das áreas atacadas; colmos mais rígidos, mais vigorosas, mais folhas e frutos, capacidade fotossintética e menor retirada de hormônios de crescimento por insetos sugadores.

5. Mecanismo de Resistência

5.1. FÍSICA - cor, forma e tamanho do substrato vegetal

5.1.1. Comportamento: ocorre durante a seleção do hospedeiro para alimentação e oviposição, resistência por antixenose. Substâncias aleloquímicos (alomônios e cairomônios).

5.2. QUÍMICA - substancia química que afetam:

5.2.1. Metabolismo: ocorre da ingestão pelo inseto de alomônios ou da impropriedade nutricional da planta. Resistência por antibiose.

5.2.1.1. Afeta a intensidade da energia radiante e a biologia do inseto. Ex.: algodão vermelho repele Anthonomus grandis (bicudo) inibindo a oviposição dele.

5.2.2. Morfológica: são características que afetam a locomoção, acasalamento, ingestão e seleção do hospedeiro, ovoposição.

6. Fatores que Afetam a Manifestação da Resistência

6.1. INSETO - espécie, biótipo, idade, tamanho populacional e desenvolvimento do inseto.

6.2. AMBIENTE - temperatura, umidade, época do plantio, tamanho das parcelas, plantas adjacentes, presença de pragas e doenças.

6.3. PLANTA - idade, condição fisiológica, parte da planta atacada.

7. Vantagens da Utilização dessas Plantas

7.1. Harmonia com o ambiente

7.2. Redução de população de insetos

7.3. Fácil utilização

7.4. Não aumenta o custo de produção

7.5. Compatível com outros METODOS DE CONTROLE

7.5.1. MANEJO DE PRAGAS

7.5.2. CONTROLE CULTURAL

7.5.3. CONTROLE BIOLOGICO

7.5.4. CONTROLE QUÍMICO