Revolução Federalista

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Revolução Federalista por Mind Map: Revolução Federalista

1. Quanto tempo durou?

1.1. A revolução durou dois anos e meio, de fevereiro de 1893 a agosto de 1895

2. Quando?

2.1. A Revolução Federalista (1893-1895), ocorrida durante o governo de Floriano Peixoto, no período denominado “República da Espada”

3. O que foi?

3.1. Foi uma guerra civil sulista disputada entre os federalistas (maragatos) e os republicanos (pica-paus).

4. Ponto de Partida

4.1. O estopim foi a tentativa de tomar a cidade de Bagé (RS) pelos Maragatos, devido sua posição estratégica. Dali, o movimento se espalhou por Santa Catarina e Paraná.

5. Batalha mais sangrenta

5.1. A batalha começou com a invasão dos maragatos no estado do Paraná onde tomaram brevemente a capital, Curitiba. Com a chegada do reforço das tropas republicanas, oriundas de São Paulo, os maragatos foram massacrados.

5.1.1. Durante 26 dias, de 14 de janeiro a 11 de fevereiro de 1894, maragatos (liderados por Silveira Martins) e pica-paus (liderados pelo coronel Gomes Carneiro) se enfrentaram.

6. Término

6.1. A revolução terminou em agosto de 1895, no governo de Prudente de Moraes

6.2. Prudente de Moraes assinou um tratado de paz com os maragatos, em 23 de agosto de 1895, na cidade de Pelotas (RS). Ali foi estabelecida a derrota dos maragatos pelos pica-paus bem como a anistia aos envolvidos.

7. Motivo

7.1. Os Maragatos (referência a cidade de León, Espanha), estavam insatisfeitos com a ascensão de Floriano Peixoto à presidência. Da mesma forma eram contrários ao sistema de governo presidencialista centralizado. Queriam a deposição do republicano Júlio de Castilho (eleito Presidente do Estado), e ansiavam por um governo federalista, sobretudo, com a descentralização do poder. Líderes: Gaspar da Silveira Martins (1835-1901) e Gumercindo Saraiva (1852-1894).

7.2. Os Republicanos ou “Pica-Paus”, as roupas lembravam o pássaro. Estavam ao lado do presidente Floriano Peixoto. Acreditavam na consolidação do sistema republicano instalado em 1889, na centralização do poder e na modernização do país. Líder foi o jornalista e político positivista, na época Presidente do Estado, Júlio de Castilhos(1860-1903).