Breve Cenário da Catalogação e as Novas Tecnologias

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Breve Cenário da Catalogação e as Novas Tecnologias por Mind Map: Breve Cenário da Catalogação e as Novas Tecnologias

1. FRBR

1.1. “[...] nova maneira de olhar o universo bibliográfico, um novo vocabulário que esperamos que os designers de sistemas e as futuras gerações de bibliotecários entenderão.” (TILLETT, 2007, p. 90, tradução ARAKAKI, F. A.).

1.2. O Grupo 1

1.3. “Aborda entidades do recurso”

1.4. Obra uma “[...] entidade abstrata que se refere a uma criação intelectual ou artística distinta.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 118);

1.5. Expressão “[...] entidade abstrata que se refere à realização intelectual ou artística que uma obra assume ao ser elaborada. Qualquer mudança no conteúdo intelectual da obra será uma nova expressão.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 118);

1.6. Manifestação “[...] entidade concreta que se refere à representação física da expressão de uma obra.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 118);

1.7. Item “[...] entidade concreta que se refere a um único objeto físico ou exemplar de uma manifestação (exceções em casos de documentos com mais de um volume, por exemplo, uma monografia em um ou mais volumes).” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119);

1.8. O Grupo 2

1.9. “Relacionado com os indivíduos que criaram, produziram ou possuem um recurso”

1.10. Pessoa “[...] indivíduo responsável pela criação ou realização de uma obra, ou ele mesmo é assunto de uma obra.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119)

1.11. Entidade Coletiva “[...] grupo de indivíduos, inclusive grupos temporários e autoridades territoriais como uma federação, um estado, uma região, uma municipalidade.” (SIMIONATO, 2015, 103).

1.12. Grupo 3

1.13. “Relação do assunto que uma entidade Obra pode ter.”

1.14. Conceito “[...] noção abstrata ou ideia que pode ser o assunto de uma obra, como áreas do conhecimento, teorias, disciplinas, práticas, processos, técnicas.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119).

1.15. Objeto “[...] coisas materiais que podem ser o assunto de uma obra, podendo ser animadas ou inanimadas, fixas ou móveis, e objetos feitos pelo homem.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119).

1.16. Evento “[...] ações e ocorrências que podem ser o assunto de uma obra, como épocas, períodos do tempo, eventos históricos etc.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119) e

1.17. Lugar “[...] esta entidade refere-se a localizações, terrestres ou extraterrestres, características geográficas, jurisdições políticas, etc.” (SILVA; SANTOS, 2012, p. 119).

2. Resource Descriptionand Access (RDA)

2.1. Reestruturação do AACR, projetado para o ambiente digital e está em acordo ainda com a Declaração dos Princípios Internacionais de Catalogação e o esquema International Standard for Bibliographic Description (ISBD) (OLIVER, 2011; ASSUMPÇÃO, SANTOS, 2013).

3. W3C Library Linked Data Incubator Group

3.1. Iniciativa da W3C reuniu pesquisadores para estudar questões relacionadas a vinculação de dados em bibliotecas denominado. O resultado desse grupo foi um relatório que abordou as deficiências da estrutura de bibliotecas no ambiente da Web.

3.2. 1º - Os dados de bibliotecas não estão integrados com os recursos da Web. (BAKER et al., 2011).

3.3. 2ª – Os padrões de bibliotecas são criados apenas para comunidade de bibliotecas como, por exemplo, o formato MARC e o protocolo Z39.50. (BAKER et al., 2011).

3.4. 3ª - Os dados de bibliotecas são expressos principalmente em textos de linguagem natural.

3.5. 4ª - A comunidade de bibliotecas e da Web Semântica possuem terminologias diferentes para conceitos semelhantes.

3.6. 5ª - A aplicação efetiva das mudanças tecnológicas depende que o fornecedor do sistema desenvolva as alterações necessárias, para que o sistema possa adotar a ligação de dados, ou outra tecnologia.

4. Bibliographic Framework (BIBFRAME)

4.1. Modelo de dados desenvolvido pela Library of Congress (LC) em maio de 2011

4.2. O intuito de “[...] revisar e, a longo prazo, implementar um novo ambiente bibliográfico onde exista uma ‘network’ central que permita às bibliotecas um cenário de dados interligados.” (LIBRARY OF CONGRESS, 2012, p. 3, tradução ARAKAKI, F. A., grifo ARAKAKI, F. A.).

4.3. “Introduzir” a descrição bibliográfica como parte da Web e dos dados interconectados, visando:

4.4. 1. Diferenciar claramente o conteúdo conceitual e suas manifestações físicas;

4.5. 2. Focar na identificação de forma inequívoca das entidades de informação;

4.6. 3. Alavancar e expor as relações entre entidades.

4.7. (LIBRARY OF CONGRESS, 2012, p. 3, tradução ARAKAKI, F. A.)

4.8. O BIBFRAME faz uso dos modelos conceituais Functional Requirements for Bibliographic Records (FRBR), Functional Requirements for Authority Data (FRAD) e Functional Requirements for Subject Authority Data (FRSAD).

4.9. BIBFRAME 1.0 (2011) - Work, Instance, Authority e Annotation.

4.10. BIBFRAME 2.0 (abril de 2016) - Work, Instance e Item,

4.11. No BIBFRAME as entidades Manifestação e Item do FRBR e do RDA estão contempladas na classe Instância. (BAKER; COYLE; PETIYA, 2014).

4.12. O BIBFRAME baseia-se ainda na arquitetura de dados Resource Description Framework (RDF), que se estrutura no uso de declarações e de links e identificadores controlados.

4.13. Ressalta-se que o BIBFRAME Editor gera códigos em sintaxe HyperTextMarkupLanguage (HTML) e JavaScriptObjectNotation(JSON).

4.14. O BIBFRAME Editor gera links com identificadores únicos baseados no catálogo de autoridades da LC.