INTERVENÇÕES PSICOSSOCIAIS NA COMUNIDADE: DESAFIOS E PRÁTICAS

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INTERVENÇÕES PSICOSSOCIAIS NA COMUNIDADE: DESAFIOS E PRÁTICAS por Mind Map: INTERVENÇÕES PSICOSSOCIAIS NA COMUNIDADE:  DESAFIOS E PRÁTICAS

1. Martín-Baró e Maritza Montero

1.1. Paradigma da Construção e Transformação Crítica

1.1.1. Conforme Martín-Baró (1998), o psicólogo social, antes de qualquer prática comunitária, precisa definir sua posição política e fazer uma opção histórica: ou atua de modo a reproduzir as estruturas sociais ou adota uma postura de resistência e contestação frente à situação de opressão das sociedades latino-americanas.

1.1.2. Vem sendo construído há mais de quatro décadas pelos psicólogos que trabalham em comunidades.

1.2. Segundo Maritza Montero (2004), a prática em comunidades envolve as seguintes dimensões: ontológica, epistemológica, metodológica, ética e política.

2. Psicologia da Libertação e Comunitária

2.1. Proporcionar o estudo da Psicologia da Libertação proposta por Martín-Baró e da Psicologia Comunitária desenvolvida na América Latina.

2.2. Psicologia da Libertação

2.2.1. Fatalismo, ideologia, conscientização e desideologização.

2.2.1.1. fatalismo: é um esquema ideológico, que se origina nas estruturas sociopolíticas e se enraíza psiquicamente, garantindo desse modo a reprodução da dominação social e a manutenção da ordem estabelecida.

3. Surgimento da Psicologia Social Comunitária na América Latina, particularmente no Brasil.

3.1. O curso ressalta a importante tarefa de se fazer uma análise crítica do alcance das políticas sociais implementadas nos últimos anos no Brasil.

4. Desafios teórico-práticos que os profissionais que participam desse curso têm encontrado em suas práticas de intervenção psicossocial nas comunidades.

4.1. Sentimentos de impotência e insegurança frente aos desafios que o cotidiano e as demandas das comunidades assistidas pelos programas governamentais impõem.

5. Propostas de intervenção

5.1. Possuem um caráter hipotético e irreal.

5.1.1. Exercício de reflexão que se propõe a analisar as dificuldades, os obstáculos e as possibilidades da atividade comunitária à luz dos conceitos desenvolvidos por Martín-Baró e da metodologia sistematizada e organizada por Maritza Montero.

6. Como fazer psicologia comunitária e da libertação no âmbito do poder público, considerando seus limites institucionais e políticos e as novas configurações da sociedade brasileira?

6.1. Os profissionais funcionam como mediadores da relação entre o poder público e a população marginalizada.

7. Relação clientelista e paternalista