DESMAME DA VENTILAÇÃO MECÂNICA

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DESMAME DA VENTILAÇÃO MECÂNICA por Mind Map: DESMAME DA VENTILAÇÃO MECÂNICA

1. Processo de transição da ventilação artificial para espontânea

1.1. +24 horas em VMI

1.2. Extubação

1.2.1. Retirada via aérea artificial

1.2.1.1. Cada PCT tem seu tempo

1.2.1.2. Critérios de extubação

1.2.1.3. TRE

1.2.1.4. Avaliação beira leiro

1.2.1.5. Redução da sedação

1.2.1.5.1. Despertar diário

1.2.1.6. Falha

1.2.1.6.1. Nova tentativa após 24h

2. Time line

2.1. Ventilação mecânica

2.1.1. VM modo mandatório

2.1.1.1. Estabilização

2.1.1.1.1. VM assistida ou espontânea

3. Critérios

3.1. Causa da falência respiratória resolvida ou controlada

3.2. PaO2 ≥ 60mmHg com FiO2 ≤ 0,4 e PEEP ≤ 5 a 8 cmH2O

3.3. Hemodinâmica estável

3.3.1. Boa perfusão tecidual

3.3.2. Com ou sem baixas doses de vasopressores

3.3.3. Sem

3.3.3.1. Insuficiência coronariana

3.3.3.2. Arritmias com repercussão hemodinâmica

3.4. PCT capaz de iniciar esforços inspiratórios

3.5. Balanço hídrico

3.5.1. Zerado

3.5.2. Negativo

3.6. Equilíbrio ácido/básico

3.7. Eletrólitos normais

4. TESTE DE REPETIÇÃO ESPONTÂNEA

4.1. Avaliação específica realizada com o paciente recebendo suporte ventilatório mínimo (PSV) ou em respiração espontânea em tubo T durante 30 a 120 minutos

4.1.1. PSV 7, PEEP 5 A 8, FiO2 ≤ 40%

4.1.2. T T em fonte de O2 ≤ 40%

4.2. Duas maneiras de ser feito

4.2.1. Tubo T ou Y

4.2.1.1. Oxigênio a 40% sem ventilador

4.2.1.2. Maior resistência em TOT

4.2.1.3. ↑ trabalho resp. em TOT

4.2.1.4. Pode ser carga excessiva para PCTs em TOT

4.2.1.4.1. Idosos

4.2.1.4.2. Neurológicos

4.2.2. PSV

4.2.2.1. Compensa resistência

4.2.2.2. PEEP de 5 a 8 e pressão de suporte em torno de 7 cmH2O

4.2.2.2.1. Como se zerasse a pressão da via aérea artificial e o paciente estivesse numa ventilação espontânea

4.2.2.3. Sem desconectar o PCT

4.2.2.4. VC adequado

4.2.2.5. Saturação adequada

4.2.2.6. Sem sinais de falência

4.3. Sinais de intolerância

4.3.1. FR > 35 ipm

4.3.2. Saturação arterial de O2 <90%

4.3.3. FC > 140 bpm

4.3.4. Pressão arterial sistólica >180mmHg ou <90 mmHg

4.3.5. Agitação

4.3.6. Sudorese

4.3.7. Alteração do nível de consciência

5. Critérios de interrupção do desmame

5.1. Taquicardia > 140 bpm ou ↑ maior que 20% da FC basal

5.2. Bradicardia sustentada abaixo de 20% da FC basal

5.3. Hipertensão >180 sistólica

5.4. Hipotensão < 90 sistólica

5.5. Taquipneia (FR > 35 irpm mantida por 5 min)

5.6. Hipoxemia (< 90%)

5.7. Temperatura maior que 38°C

5.8. Agitação

5.9. Sudorese

5.10. Ansiedade

6. Índices Preditivos

6.1. Auxiliam a tomada de decisão em pacientes com risco elevado de falha

6.2. Identificar intolerância no desmame

6.3. Mais comum: TOBIN

6.3.1. f/VT

6.3.2. Frequência respiratória dividida pelo volume corrente

6.3.3. Casos de difícil tomada de decisão, não como instrumento isolado para tomar decisão

6.3.3.1. Aquele FG no final do jogo contra o Mahomes, ganhar de 3 melhor que dar um ultimo drive empatado, mas se ficar o jogo todo no FG não vai adiantar

6.3.4. Ideal

6.3.4.1. índice menor que 105

6.4. Mais comum: Tobin

7. Tolerância

7.1. 30 a 120 minutos estáveis

7.2. Observar sincronia de curvas

7.3. Seguir com a extubação

7.4. Avaliar se as vias aéreas estão pérvias e se o paciente é capaz de protegê-las.

7.4.1. Avaliar proteção das VAS

7.4.1.1. Nível de consciência: ECG > 8

7.4.1.2. Tosse eficaz

7.4.1.2.1. Teste do cartão branco positivo

7.4.1.2.2. fluxo < 60L/min

7.4.1.3. Pouca secreção

7.4.2. Avaliação da permeabilidade das VAS

8. Classificação do desmame

8.1. Definição

8.1.1. Processo de retirada gradual da VM em pacientes que utilizam por mais de 24h

8.2. Desmame simples

8.2.1. Sucesso na TRE na primeira vez que foi submetido

8.3. Desmame difícil

8.3.1. Ocorre falha no primeiro TRE sendo necessários até três testes ou 7 dias para ser desmamado

8.4. Desmame prolongado

8.4.1. Falha mais de três dias consecutivos ou mais de 7 dias do primeiro teste

8.5. Sucesso do desmame

8.5.1. apresentar sucesso no TRE, embora conectado ao suporte ventilatório

8.6. Sucesso de extubação

8.6.1. PCT não é reintubado ou reconectado nas próximas 48 horas

9. Como realizar a extubação

9.1. Separar todos os materiais

9.2. Monitorar sinais e sintomas

9.3. Ajustar oxigenoterapia

9.4. Orientar o PCT

9.5. Posicionar o paciente sentado

9.6. Em ordem:

9.6.1. Aspirar o paciente

9.6.1.1. Desamarrar o cadarço

9.6.1.1.1. Desinsuflar o cuff