Capítulo 3 - OTIMIZAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR POR MEIO DO MODELO DE ENSINO HÍBRIDO

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Capítulo 3 - OTIMIZAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR POR MEIO DO MODELO DE ENSINO HÍBRIDO por Mind Map: Capítulo 3 - OTIMIZAÇÃO DO ESPAÇO ESCOLAR POR MEIO DO MODELO DE ENSINO HÍBRIDO

1. O ALUNO NO CENTRO DO ENSINO

1.1. Necessidade de readequação de nosso sistema de ensino no Brasil.

1.2. Valorização do pensamento crítico, desenvolvido a partir da interaçao entre os alunos, permitindo contato com diferentes formas de pensar e ampliando sua autopercepção como cidadãos.

1.3. Algumas modificações ocorreram na sala de aula, desde o surgimento dos PCN's, mas são mudanças atreladas ao conteúdo e não a forma de ensinar. É preciso ir além.

1.4. As mudanças na educação impactadas pelos PCN's ainda não foram impactantes positivamente na aprendizagem dos alunos

1.5. É necessário um diálogo entre estudos e pesquisas, mas ao mesmo tempo em que se questiona discute e abre espaço a quem está no chão da escola no dia a dia (professores e alunos)

2. PERSONALIZAÇÃO DO ENSINO: O QUE É, ONDE OCORRE E QUAIS SÃO SEUS BENEFÍCIOS?

2.1. Personalização do ensino não é um conceito novo e parte do princípio de que as pessoas aprendem de formas diferentes, em ritmos diferentes, com base em conhecimentos prévios, habilidades, interesses e emoções.

2.2. Novas tecnologias facilitam a coleta a análise de informações sobre a aprendizagem

2.3. Personalizar significa que as atividades devem considerar o aluno que está aprendendo, suas necessidades, dificuldades e evolução, ou seja, o ensino ser centrado no aluno

2.4. Apesar das inúmeras possibilidades que o mundo digital nos traz, tecnologias digitais ainda não estão presentes na escola e sua incorporação caminha a passos lentos.

2.5. Importante considerar que não basta incluir tecnologias na sala de aula sem, antes, repensar o papel do aluno e do professor

2.6. Fazer mais do mesmo: simplesmente introduzir as tecnologias sem pensar nos objetivos.

2.7. Para que haja personalização do ensino é necessário oportunizar ao aluno a efetiva participação na construção do conhecimento

2.8. Como personalizar se todos os alunos fazem as mesmas atividades, ao mesmo tempo, no mems ritmo e grau de dificuldade?

2.9. Pode ocorrer em sala de aula (e principalmente nela), dinamizando espaços e trabalhando em grupos por estações, também introduzindo tecnologias. Mas também pode ocorrer na biblioteca, no pátio, no refeitório, etc.

2.10. Essencial utilizar todo o espaço disponível, desde que de acordo com o objetivo proposto.

2.11. O aluno não se sentirá motivado a realizr uma atividade se não fizer sentido para ele.

3. O DESAFIO DE PROMOVER A APRENDIZAGEM DO ALUNO

3.1. Necessário inverter o círculo vicioso onde o aluno deixasse de seguir instruções impostas e a escola girava em torno dele e não o contrário.

3.2. Um planejamento fechado não permite adaptações necessárias para atender ao aluno. Mas uma criativida desorganizada, sem um planejamento, na improvisação das aulas, desencadeia perca de foco e a potencialização no que está sendo ensinado.

3.3. Faz-se necessária uma conexão dos conteúdos com a curiosidade e as necessidades de aprendizagem dos alunos

3.4. Novo papel do professor pode gerar insegurança. Mas olhando por outro viés, esse novo papel também liberta, pois desobriga o professor de ser aquele que deve saber tudo

3.5. Professor precisa conhecer as formas de aprendizagem dos alunos e os meios para ensiná-los. Não é uma tarefa difícil, pois de modo geral as dificuldades de sala de aula se repetem.

3.6. Importante variar as atividades e níveis de dificuldade, cabendo ao professor propor tarefas que tenham como objetivo contribuir para crescimento dos alunos.

3.7. Há muitos profissionais da educação implementando novas práticas, mas são ações isoladas e não fazem parte de uma política pública de educação

3.8. Tecnologia deve fazer parte dos currículos e dos planejamentos. O professor deve explorar diferentes formas de aprender do aluno. E o estudante tem a disposição diferentes formas para aprender.

4. DE MERO ESPECTADOR A PROTAGONISTA DA APRENDIZAGEM: O DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA NO ALUNO ME DIFERENTES CONTEXTOS EDUCACIONAIS - RELATO DE EXPERIÊNCIAS

4.1. Professor pesquisador - seu laboratório de pesquisa é a própria sala de aula

4.2. Um das principais características do ensino híbrido é o desenvolvimento da autonomia do aluno

4.3. As estações podem e devem ter variações, podendo ser três, quatro ou mais. Os alunos podem passar por todas as estações ou não, dependendo do objetivo da aula

4.4. Professor pode aproveitar as habilidades do alunos com mais facilidade em determinado conteúdo para que sejam monitores dos demais.

4.5. Muitas vezes, mesmo sem o direcionamento do professor, o trabalho em estações favorece a troca e os alunos se ajudam e trabalham colaborativamente.

4.6. Nas estações, o professor pode acompanhar melhor os alunos que necessitam de mais auxílio com explicações adiciionais.

4.7. Um desafio é que o aluno precisa tomar decisões. Mas estão acostumados. As aulas tradicionais levaram os alunos a apenas ouvir e reproduzir, seguindo um passo a passo determinado pelo professor

4.8. Portanto, é fundamental criar uma cultura de educação híbrida na escola

4.9. O aluno pode resistir no início e precisar de maior direcionamento, pois é uma experiência nova para ele também.

4.10. Necessário unir o ensino presencial ao online. O ensino presencial não deixa de ser importante. A tecnologia irá otimizar os espaços de aprendizagem.

4.11. Alunos e professores precisam saber utilizar as tecnologias , que devem ser utilizadas numa ótica colaborativa de aprendizagem.

4.12. Professor precisa investir em auto formação, se esforçar. É necessário que entre na cultura digital e implemente o know-how pedagógico.

4.13. Professor precisa aceitar as mudanças da sociedade e da maneira de aprender, inserindo recursos tecnológicos como potencializadores do processo de ensino e aprendizagem.

4.14. Cada profissional de educação tem em suas mãos o poder de decidir entre aceitar o sistema defasado ou promover as mudanças almejadas.

4.15. Nesse processo há acertos, erros. Mas sempre com responsabilidade e a certeza de fazer nosso melhor.

4.16. O fato de não termos a educação ideal torna cada um de nós responsável e uma peça fundamental na mudança que tanto queremos.