Da empatia à compreensão empática

Mapa mental/conceitual sobre o artigo: Da empatia à compreensão empática: evolução do conceito nopensamento de Carl Rogers.

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Da empatia à compreensão empática por Mind Map: Da empatia à compreensão empática

1. Empatia

1.1. Condição Facilitadora

1.2. Parte essencial do trabalho do Psicoterapeuta

1.3. Atitude autêntica, receptiva

1.4. Parte do processo psicoterapêutico

2. FONTGALLAND, R. C.; MOREIRA, V. Da empatia à compreensão empática: evolução do conceito no pensamento de Carl Rogers. Memorandum: Memória e História em Psicologia, [S. l.], v. 23, p. 32–56, 2012. Disponível em: https://periodicos.ufmg.br/index.php/memorandum/article/view/6554 Acesso em: 22 abr. 2021.

3. Fase não-diretiva (1940 – 1950)

3.1. Proposta de terapia não-diretiva

3.2. Predominância da atividade do paciente

3.3. Psicoterapeuta pouco ativo

3.3.1. Neutralidade do Terapeuta

3.4. A evolução do conceito de Empatia

4. Fase reflexiva (1950-1957)

4.1. Passagem de “não-diretividade” à “centrada no cliente”

4.2. O Terapeuta torna-se mais ativo

4.2.1. O Terapeuta busca observar de maneira mais profunda o que o cliente está vivenciando

4.3. Buscar a reconstrução do campo perceptivo do cliente

4.4. Relação terapeuta-cliente se estabelece

5. Da empatia à compreensão empática na fase experiencial (1957-1970)

5.1. Foco a experienciação do cliente e expressão da experienciação do terapeuta

5.2. Considerado o coração da Terapia

5.3. Estabelece as condições necessárias e suficientes para a mudança terapêutica

5.4. Evolução do conceito de Empatia

5.5. Está relacionada às experiências e percepções de outra pessoa

6. Definição embrionária de Empatia

6.1. Compreensão, por parte do terapeuta, dos sentimentos apresentados pelo paciente

7. Dividida em fases que foram abordadas por outros autores

7.1. A fase não-diretiva (1940-1950), a fase reflexiva (1950-1957), fase experiencial (1957-1970), fase coletiva e interhumana (1970-1987) e mais recentemente, a fase pós-rogeriana (1987-atualidade)

8. A compreensão empática como um processo na fase inter-humana ou coletiva (1970-1987)

8.1. Relacionado as questões referentes às atividades de grupo e às relações humanas coletivas

8.2. Definição mais ampla do trabalho de Rogers

8.3. A Fase dos Grupos de Encontro

8.3.1. Rogers praticamente abandona suas atividades individuais

8.4. Trabalhos de Grandes Grupos

8.4.1. Surgimento da modalidade de trabalho grupal: comunidades de aprendizagem, encontros de aprendizagem comunitária, workshops comunitários, ou outras grandes reuniões de pessoas.

8.5. O cliente nessa fase tome posse de si mesmo; e nas relações grupais, permite que os sentimentos sejam expressos, esclarecidos e entendidos pelos participantes dos grupos.

9. O conceito de empatia na fase pós-rogeriana (1987 – Atual)

9.1. A produção da Abordagem Centrada na Pessoa por parte de outros autores após a morte de Rogers

9.2. Desenvolvendo por meio de várias vertentes (clássica, experiencial, existencial-fenomenológica, transcendental, analítica, entre outras) e a partir das diferentes fases do pensamento de Rogers

9.3. O terapeuta é um facilitador desse processo, buscando em sua autenticidade, em sua congruência, subsídios para uma maior consideração positiva incondicional.

10. JOSÉ WESLLEY GOMES FERREIRA - 20162119824