POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO: REFLEXÃO ACERCA DAS INTENÇÕES DIRECIONADAS À EDUCAÇÃO FORMAL

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POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO: REFLEXÃO ACERCA DAS INTENÇÕES DIRECIONADAS À EDUCAÇÃO FORMAL por Mind Map: POLÍTICA NACIONAL DO IDOSO: REFLEXÃO  ACERCA DAS INTENÇÕES DIRECIONADAS À  EDUCAÇÃO FORMAL

1. PARA ADEQUAR CURRÍCULOS, METODOLOGIAS E MATERIAL DIDÁTICO AOS PROGRAMAS EDUCACIONAIS DESTINADOS AO IDOSO

1.1. Educação formal:

1.1.1. Educação de jovens e adultos (EJA)

1.1.1.1. Métodos e materiais infantilizados

1.1.1.2. Preconceitos dos educadores

1.1.1.3. Heterogeneidade como desafio

1.1.1.4. Falta de conhecimentos específicos sobre a velhice

1.1.1.5. Necessidade de formação profissional continuada

1.1.1.6. Necessidade de considerar conhecimento prévio (de vida)

1.2. Educação não formal

1.2.1. Universidades Abertas à Terceira Idade (UnATIs)

1.2.1.1. Conjunto de atividades ou programas organizados fora do sistema regular de ensino

1.2.1.2. Ambiente universitário, multidisciplinar e intergeracional

1.2.1.3. Diversidade de programas

1.2.1.4. Recursos humanos próprios

1.2.1.5. Necessidades sugeridas pelos próprios alunos

1.2.1.6. Aspecto humano (professor e aluno)

1.2.1.7. Paradigma didático

1.2.1.8. Contextualização da aprendizagem

1.2.1.9. Educação como construção pessoal e social

2. GERONTOLOGIA E GERIATRIA COMO DISCIPLINAS CURRICULARES NOS CURSOS SUPERIORES

2.1. 1990 começaram a ser implementadas propostas de cursos de pós-graduação stricto sensu em gerontologia.

2.2. A gerontologia é intrinsecamente interdisciplinar

2.3. Incorpora vários campos, nos quais destacam-se a biologia, a psicologia e as ciências sociais

2.4. Escassez de conhecimento gerontogeriátrico dos profissionais da saúde

2.5. Ausência de sintonia da maioria das IES brasileiras com o atual processo de transição demográfica e suas consequências médico-sociais

2.6. A American Geriatrics Society propõe que a gerontologia e a geriatria sejam integradas na formação

2.7. Falta de campos específicos para a prática

2.8. Modelo biomédico ultrapassado

2.9. Necessidade de se formar profissionais de nível superior com habilidades e competências específicas

2.10. Aproximação entre os componentes curriculares e a realidade profissional

3. COMO INSERIR NOS CURRÍCULOS MÍNIMOS, NOS DIVERSOS NÍVEIS DO ENSINO FORMAL, CONTEÚDOS VOLTADOS PARA O PROCESSO DE ENVELHECIMENTO, DE FORMA A ELIMINAR PRECONCEITOS E A PRODUZIR CONHECIMENTOS SOBRE O ASSUNTO

3.1. Inserção de temas transversais no currículo escolar

3.2. Inserção da gerontologia nos currículos

3.3. Capacitação da equipe pedagógica

3.4. Instrumentalização

3.5. Educar crianças

3.6. Compreender a multidimensionalidade das atitudes perante a velhice