LETRAMENTO E INOVAÇÃO NO ENSINO E NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA (...

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LETRAMENTO E INOVAÇÃO NO ENSINO E NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA (Inês Signorini) por Mind Map: LETRAMENTO E INOVAÇÃO NO ENSINO E NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA               (Inês Signorini)

1. Escola como uma forma dinâmica de organização institucional

1.1. Permanências e cristalizações + elementos heterogêneos.

1.2. Preservação de identidades + transformação de novas heterogeneidades.

1.3. Estabilidades + instabilidades

1.4. As práticas são múltiplas, dinâmicas e complexas e são elas que constituem a "textura" da vida cotidiana e produzem a ORDEM INSTITUCIONAL.

1.4.1. Nossa crítica: o texto é complexo e com muitas camadas intertextuais. A autora se baseia em Nicolini e Holti (2003) e Bourdieu (1995).

1.5. Aprendizagem passa pela mudança e pela inovação

2. Objetivos: Sistematizar resultados de análise de dados de saberes acadêmico-científicos sobre leitura/escrita na pós-alfabetização e formação continuada de professores de Língua Portuguesa.

2.1. Nossa crítica: Não há uma sistematização de dados, a autora apresenta apenas três relatos autobiográficos

3. Conceito de letramento escolar: conjunto de práticas sociotécnicas relacionadas ao uso de materiais escritos (Barton e Hamilton, 1998). Práticas de letramento escolar vão além das práticas específicas da leitura e da escrita na sala de aula.

3.1. Didatização = processo de transformação dos saberes pelas práticas institucionais.

3.2. Modelização = variáveis contextuais escolares da inovação trazida pela ciência linguística e sancionada por documentos oficiais.

3.3. As práticas são resultados das sinergias entre humanos e não humanos, os quais também se constituem como atores através das práticas, uma comunidade de práticas só se percebe enquanto tal e passa a operar em parceria quando são criados novos artefatos e novos materiais de apoio ao funcionamento das práticas que a produziram.

4. Inovação no ensino (da língua)

4.1. 1. Experimental por natureza

4.2. 2. Desafios e demandas

4.3. 3. Mudanças existentes e novos valores

4.4. 4. Resistência à inovação

4.5. 5. Resistência à inovação na educação: modifica OU rejeita

4.6. 6. Atores sociais são agentes ativos inovação.

4.7. 7. Práticas de letramento são readequadas para os objetivos.

4.8. 8. Inovação em efeito cascata

5. Implicações para a formação de professores

5.1. Capacitação em massa

5.2. Estratégias de sobrevivência na instituição

5.3. Políticas neo-liberais

5.4. Conteúdos gramaticais tradicionais

5.5. Fluxo e gerenciamento das informações

6. Nossa crítica: a inovação no ensino da língua, no contexto da pandemia, foi essencial para que professores pudessem (minimamente) propor atividades inovadoras por meio de novas estratégias de ensino.