DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

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DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA por Mind Map: DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

1. Prevenível e tratável

2. Fatores de risco

2.1. Tabagismo

2.2. Inalação ocupacional prolongada de gases químicos ou poeira

2.3. Exposição à poluição atmosférica

2.4. Deficiência genética de alfa‐1‐antitripsina

3. Resposta inflamatória anormal dos pulmões a partículas ou gases nocivos

3.1. Limitação ao fluxo aéreo que não é totalmente reversível

4. Achados clínicos

4.1. Tipo A – sopradores rosados (enfisema)

4.1.1. Dispneia progressiva por anos

4.1.2. Pouco ou nenhuma tosse

4.1.3. Hiperinflação torácica significativa

4.1.4. Ausência de cianose

4.1.5. Murmúrio vesicular reduzido

4.1.6. Pressão venosa jugular normal

4.1.7. Sem edema periférico

4.1.8. Hipoxemia discreta

4.1.9. Normocampnia

4.2. Tipo B – cianóticos pletóricos (bronquite crônica)

4.2.1. Dispneia progressiva por anos

4.2.2. Tosse frequente e produtiva

4.2.3. Pouco ou nenhum aumento torácico

4.2.4. Cianose frequente

4.2.5. Estertores crepitantes e roncos

4.2.6. Pressão venosa jugular aumentada

4.2.7. Edema periférico

4.2.8. Hipoxemia aguda

4.2.9. Hipercampnia

5. Complicações extrapulmonares:

5.1. Descondionamento – PRINCIPAL

5.2. Obesidade

5.3. Caquexia e sarcopenia

5.4. Doenças cardiovasculares

5.5. Desordens psiquiátricas (depressão e ansiedade)

5.6. Apneia obstrutiva do sono

5.7. Inflamação sistêmica

5.8. Alterações metabólicas

5.9. Alterações posturais

6. Diagnóstico

6.1. Sintomas crônicos respiratórios:

6.1.1. Tosse crônica

6.1.2. Secreção

6.1.3. Dispneia (escala de Gold MRC)

6.1.4. Sibilos e roncos

6.2. Exposição a fatores de risco:

6.3. Espirometria:

6.3.1. Padrão ouro para o diagnóstico da DPOC

6.3.2. Pré e pós broncodilatador (na DPOC após o uso de broncodilatador o individuo não terá melhora no exame de espirometria)

6.3.3. Volume expiratório forçado como porcentagem da capacidade vital forçada (VEF1/CVF) <0,7 = presença de limitação persistente ao fluxo aéreo (padrão obstrutivo) mesmo com uso de broncodilatador.

6.3.4. Quanto maior for a limitação ao fluxo aéreo menor a VEF1 e, consequentemente, há uma redução da relação VEF1 pela CVF.

6.4. Outros exames:

6.4.1. Oximetria e gasometria

6.4.2. Radiografia de toráx

6.4.2.1. Hipertransparência pulmonar

6.4.2.2. Retificação hemiculpulas diagramáticas

6.4.2.3. Costelas horizontalizadas

6.4.2.4. Aumento do diâmetro antero-poterior

6.4.2.5. Áreas bolhosas (enfisema)

6.4.2.6. Zona de aposição diminuída

7. Intervenção fisioterapêutica

7.1. Ambulatorial: Reabilitação pulmonar

7.1.1. Oxigenoterapia – indicada para hipoxemia ao repouso

7.1.2. Trabalhar as musculaturas dos MMSS e MMII

7.1.2.1. MMSS: Cicloergômetro de braço ou movimento repetitivos para a musculatura de cintura escapular

7.1.2.2. Os pacientes que realizam exercícios para MMII melhoram as medidas de tolerância ao exercício sem evidências de efeitos adversos.

7.1.3. Treinamento muscular respiratório – therasold

7.2. Hospitalar: agudização e exacerbação

7.2.1. Manobras ventilatórias e higiene brônquica

7.2.2. VNI - primeira escolha

7.2.2.1. BIPAP: IPAP: 15 cmH2O e EPAP: 5-10 cmH2O

7.2.3. VMI

7.2.3.1. A indicação de VM é essencialmente clinica, assim como o momento ideial para inicia-la. Um parâmetro objetivo que auxilia essa tomada de decisão é o pH <7,20. Usar quando: contraindicação para VNI ou falha no uso da VNI

7.2.3.2. Modo ventilatório: VC ou PC

7.2.3.3. Fração inspirada de oxigênio (FIO2) Menor FIO2 para manter a saturação entre 92-95% e PaO2 entre 60-80%

7.2.3.4. Volume corrente: Baixo, de 6 ml kg do peso predito

7.2.3.5. FR 8-12 irpm

7.2.3.6. Fluxo inspiratório e relação inspiração e expiração (I:E) VCV: fluxos desacelerados de 40 a 60 l min Relação I:E: Valores inferiores a 1:3 PCV – menor valor de pressão de distensão Relação I:E: Valores inferiores a 1:3

7.2.3.7. PEEP Aplicar PEEP externa para contrabalancear a auto-PEEP