Reinos e Impérios Africanos

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Reinos e Impérios Africanos por Mind Map: Reinos e Impérios Africanos

1. Reino do Congo

2. Surgimento: Reino de Cuxe (por vezes citado apenas como Cuxe, e após a transferência da capital para Meroé, como Reino Meroítico ou Reino de Meroé) foi um antigo reino africano situado ao sul de Assuão, entre a primeira e a sexta catarata do rio Nilo, onde hoje se localiza o Sudão. Estabelecido após o colapso da Era do Bronze e da desintegração do Reino Novo egípcio, tinha como centro a cidade de Napata em sua primeira fase. Após a invasão do Egito pelo rei Cáchita, no século VIII a.C., os reis cuxitas reinaram também como faraós da 25ª dinastia egípcia por um século, até que foram expulsos por Psamético I, em 656 a.C. Durante a Antiguidade Clássica, a capital do Reino de Cuxe foi Meroé. Decadência: O declínio de Cuxe é um assunto altamente controverso. Após o século II, os túmulos reais começam a reduzir-se em dimensões e esplendor e a construção de grandes monumentos cessou. Os sepultamentos reais em pirâmides cessam a partir de meados do século IV. Segundo a teoria tradicional, Cuxe teria sido destruída por uma invasão do Império de Axum, por volta de 350.

3. Reino Benin

4. Surgimento: Estado da África Ocidental, cuja capital é a cidade de Benim, um território atualmente pertencente à Nigéria. O fundador do reino foi o povo Edo ou Bini do século XII. Este reino era governado por uma dinastia inicialmente de senhores da guerra, vindo depois a assumir um carácter mais religioso. Em meados do século XVI abrangeria uma boa parte do Sul da atual Nigéria. Por volta de 1480 e 1504. Decadência: O começo para o fim de Benim ocorreria entre os séculos XVIII e XIX, sendo este estado africano finalmente desmantelado em 1897 pelo bombardeamento de uma frota inglesa, sendo que os seus obas (nome que os monarcas de Benim assumiram em detrimento do termo ogiso, procurando exercer uma autoridade mais espiritual no período mais tardio do estado) , monarcas espirituais até hoje retém uma espécie de poder e influência honoríficos, e de caráter regional.

5. Reino Gana

6. Surgimento:Gana foi um dos maiores impérios formados no continente africano que se desenvolveu para fora das regiões litorâneas ou da África muçulmana. Sua área correspondia às atuais regiões de Mali e da Mauritânia, fazendo divisa com o imenso deserto do Saara. Desde já, percebemos a instigante história de um reino que prosperou mesmo não possuindo saídas para o mar e estando próximo a uma região considerada economicamente inviável. As dificuldades geográficas explícitas da região começaram a ser superadas quando as populações da África Subsaariana (ou África negra) passaram a ter contato com a porção norte do continente. Graças à domesticação do camelo, foi possível que comunidades pastoris próximas do Deserto do Saara começassem a empreender novas atividades econômicas. Decadência: O reino de Gana começou a sentir os primeiros sinais de sua crise com o esgotamento das minas de ouro que sustentavam a sua economia. Além disso, após o século VIII, a expansão islâmica ameaçou a estrutura centralizada do governo.

7. Reino Cuxe

8. Surgimento:Durante seu processo de expansão marítimo-comercial, os portugueses abriram contato com as várias culturas que já se mostravam consolidadas pelo litoral e outras partes do interior do continente africano. Em 1483, momento em que o navegador lusitano Diogo Cão alcançou a foz do rio Zaire, foi encontrado um governo monárquico fortemente estruturado conhecido como Congo. Fundado por volta do século XIV, esse Estado centralizado dominava a parcela centro-ocidental da África. Nessa região se encontrava um amplo número de províncias onde vários grupos da etnia banto, principalmente os bakongo, ocupavam os territórios. Apesar da feição centralizada, o reino do Congo contava com a presença de administradores locais provenientes de antigas famílias ou escolhidos pela própria autoridade monárquica. Apesar da existência destas subdivisões na configuração política do Congo, o rei, conhecido como manicongo. Declinio:Por quase quarenta anos, o reino do Congo mergulhou na guerra civil. Com São Salvador em ruínas, as casas rivais recuaram para bases em Mbula (também conhecida como Lemba) e Quibango. Em meio a essa crise, uma jovem chamada Dona Quimpa Vita apareceu alegando estar possuída pelo espírito de Santo Antônio. Ela tentou ganhar reconhecimento para a reunificação do país. A princípio, em 1704, tentou com D. Pedro IV Nusamu um Vemba que governava de Quibango, a leste da antiga capital. Quando ele a rejeito

9. Império Mali

10. Surgimento: O Império do Mali foi um estado grande e rico que existiu na África ocidental do século XIII ao XVI. Expandiu-se a partir de um pequeno reino chamado Cangaba, às margens do rio Níger, para uma vasta área que incluía algumas das mais importantes regiões comerciais da época. O comércio e a mineração de ouro foram responsáveis pela riqueza do Mali. O Mali era um reino do povo malinqué. Seu fundador chamava-se Sundiata Keita. Ele assumiu o poder em Cangaba por volta de 1230 e começou a conquistar as terras ao redor, que eram ricas em minerais valiosos como ouro e sal. O império cresceu rapidamente. Declinio: Em 1550, o Império do Mali havia perdido grande parte de seu poderio. Seu nome permanece hoje no país chamado Mali, que resultou de três impérios: o do Mali, o de Gana e o Songai.

11. Império Songai

12. Surgimento: Império Songai (Songhai) ou Império Sonrai foi um estado pré-colonial africano e grande civilização da África Ocidental que desenvolveu-se em áreas hoje pertencentes sobretudo ao Mali. Existiu desde 1464, quando foi estabelecido por Suni Ali (r. 1464–1492), mas somente chegaria a seu apogeu durante o reinado de Ásquia Maomé I (r. 1493–1528) da dinastia de Ásquia, cujas reformas administrativas, religiosas e educacionais consolidaram as conquistas militares de Suni Ali e permitiram o Império Songai prosperar durante a maior parte do século XVI. Declinio: império prosperou até o final do século XVI. Então, o exército de um reino da costa noroeste da África, o Marrocos, precipitou-se sobre o Saara. Em 1591 os marroquinos já tinham capturado com facilidade as cidades dos songais, porque possuíam armas melhores do que as deles. O povo fora das cidades continuou a lutar contra os marroquinos, mas não conseguiu restaurar o império.