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Livro 2 por Mind Map: Livro 2

1. Não pode-se apressar o processo de disciplinação, ao passo que ao fazer isso a sociedade talvez não esteja preparada para o recebê-lo.

2. Soberania

2.1. É gerada a partir dessa vontade geral

2.2. Ela não é um ato de guerra ou paz , é apenas uma aplicação da lei .

2.3. Nela não se pode alienar , pois o soberano seguirá o desejo de todos , portanto a vontade particularismo vai beneficiar uma pessoa , podem concordar com o geral mais não será duradouro

2.4. Ela é indivisível, e alienável

2.5. Os políticos não podendo dividir a soberania dividem os objetivos, dividindo em força e vontade no poder legislativo e executivo, de justiça e de guerra, administração interior e poder de tratar com estrangeiro

2.6. Só o soberano pode ser juiz dos interesses da comunidade

3. Vontade geral

3.1. Sempre reta

3.2. Tende sempre a utilidade pública

3.3. Ela considera o interesse comum . Já a vontade de todos considera os interesses privados

3.4. Atualmente, não há mais a vontade geral .

4. Na realidade atual, a vontade geral possui relevância para a definição dos chamados “regimes democráticos e suas bases fundantes e se apresenta como legitimadora do poder político

5. Pacto social

5.1. Confere ao corpo político um poder absoluto sobre todos os seus e é esse poder que, dirigido pela vontade geral, é chamado de soberania

5.2. Cidadão deve ao Estado todos os serviços que pode prestar tão logo ele os solicite mas o soberano não tem o direito de onerar os súditos de nenhum peso inútil à comunidade

5.3. Na realidade atual, o contrato social mantém a ordem social, estabelecendo normas de relacionamento

6. Direito de vida ou morte

6.1. Todo homem tem o direito de arriscar a própria vida a fim de a conservar.

6.2. Quem quer o fim quer também Os meios , e esses meios são inseparáveis de alguns riscos, inclusive de algumas perdas.

6.3. O tratado social tem por objetivo a conservação dos contratantes

6.4. Quem quer conservar a vida às expensas dos outros deve dá-la por eles quando se faz necessário.

6.5. Os processos e a sentença constituem as provas da declaração de que o criminoso rompeu o tratado social, por conseguinte, deixou de ser considerado membro do Estado.

6.6. Não se tem o direito de matar, mesmo paraexemplo, senão aquele que se não pode conservar sem perigo.

7. Legislador

7.1. Inteligência Superior – compreende as paixões humanas e não as sente, não está relacionada a natureza, mas a compreendesse a fundo, e que a felicidade fosse indepente de nós.

7.2. Deuses para impôr e dar as leis para os humanos

7.2.1. Grande Prícipe – modelo que legislador propõe

7.2.2. Grande Legislador – propõe as leis e modelos

7.2.2.1. Legislador – particular e superior, não é compatível ou há algo em comum com o impérido humano.

7.2.2.2. Legislador não pode empregar força nem raciocínio, recorrendo a uma autoridade de outra ordem.

7.2.3. Chefes da república fazem a instituição no nascimento da sociedade, e a instituição fazem os chefes da república em seu decorrer.

7.2.3.1. Ápice da legislação – cidadão é nada individualmente e muito na força coletiva.

7.2.3.2. Muda natureza humana, transformando o indíviduo que é particular para inserí-lo em um meio coletivo do qual suas forças são novas e estranhas, e eles só conseguem se manter por conta de outrem.

7.3. Enquanto houver amor à pátria e à liberdade, haverá bençãos.

7.4. Autoridade legislativa + poder soberano, na mesma pessoa, = declínio da sociedade e aumento nos crimes, como Roma

7.5. Verdadeiro político – admira o que os preside de maneira duradoura.

8. Povo

8.1. Povo bom na juventude, envelhecendo e corrompendo, já que os conceitos e fundamentos de vida já estão fincados na mente.

8.2. Revolução faz com os povos, o que certas crises fazem com o indivíduo / Não podendo ocorrer duas vezes, pois uma vez civil, ele já não estará livre.

8.3. Dependendo do povo, a maturidade ocorrerá em períodos diferentes, por exemplo, podendo ser ao seu nascimento, ou daqui à algum secúlo.

9. Rousseau

9.1. Ele analisa as relações entre propriedade privada e o poder do soberano. E ainda diz que as ciências e as artes servem para tornar o homem sociável e para fazê-los amar a escravidão.

9.2. Rousseau diz que ao se dominar um território, o imperador fica mais seguro de dominar seus habitantes. E termina o capítulo mostrando algumas relações entre os direitos de cada indivíduo e os direitos de um homem numa comunidade.

9.3. Segundo Rousseau, o governo não passa de um intermediário entre o governo e os súditos, comparando com a realidade atual, onde o governo sempre tenta tomar, por força, o lugar do soberano.

10. O relevo

10.1. Para uma boa manutenção do Estado deve-se observar a relação entre a dimensão territorial e o número de população. São os homens que fazem o Estado e é a terra que alimenta os homens, sendo, então, a relação ser a terra suficiente à manutenção de seus habitantes e haver tantos habitantes quantos a terra possa nutrir.

10.2. O relevo, a fertilização do solo e a posição geográfica são outros fatores que devem ser observados.

10.3. A essas condições para formação de um povo, é preciso acrescer uma incapaz de suprir a nenhuma outra, mas sem a qual todas são inúteis: trata-se do gozo da abundância da paz, pois o tempo no qual se organiza um Estado é, como aquele no qual se forma um batalhão, o instante em que o corpo está menos apto a resistência e mais vulnerável para ser aniquilado.

11. Sistema legislação

11.1. Cada sistema de legislação deve possuir um propósito em comum:o maior bem de todos E esse maior bem consiste em dois objetos principais: liberdade e igualdade

11.2. Por mais que as forças da sociedade e como um todo possuem um certo impacto negativo sobre a igualdade,é dever do sistema legislativo controlar e amenizar essas forças

12. Leis

12.1. 1° relação/lei — ação do corpo inteiro sobre si mesmo(do Soberano ao Estado)

12.2. 2° relação/lei — membros entre si ou com o corpo inteiro somente a força do Estado produz a liberdade de seus membros origem das leis civis

12.3. 3° relação/lei — entre o homem é a lei A da desobediência à pena origem das leis criminais

12.4. 4° relação/lei — opiniões,costumes e práticas dos cidadãos como um todo.