Transtorno do Luto Complexo Persistente

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Transtorno do Luto Complexo Persistente por Mind Map: Transtorno do Luto Complexo Persistente

1. Características associadas

1.1. Alucinações (auditivas ou visuais) com o falecido

1.2. Queixas psicossomáticas

1.2.1. Digestivas

1.2.2. Dor

1.2.3. Fadiga

2. Características diagnósticas

2.1. Obrigatório: Persistência por mais de 12 meses em adultos ou 6 meses em crianças.

2.2. Saudade persistente do falecido

2.3. Intenso e pesar e choro frequentes

2.4. Preocupação com o falecido

2.5. Preocupação com a maneira da morte

2.6. Dificuldade de aceitar a morte

2.7. Não acreditar na morte do falecido

2.8. Lembranças angustiantes

2.9. Raiva

2.10. Autoacusação

2.11. Evitação excessiva de lembranças da perda

2.12. Desejo de morrer para estar com o falecido

2.13. Desconfiar de terceiros

2.14. Isolamento

2.15. Vida sem sentido sem o falecido

2.16. Sentir que parte de si mesmo morreu

2.17. Dificuldade de engajamento em atividades

2.18. Sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo do funcionamento psicossocial

2.19. Estar além do contexto cultural, religioso ou do estágio de desenvolvimento

3. Prevalência

3.1. 2,4% a 4,8%

3.2. Mulheres

4. Desenvolvimento e curso

4.1. Após 1 ano de idade

4.2. Sintomas geralmente iniciam nos primeiros meses

4.3. Podem levar meses ou anos de atraso para o aparecimento completo da síndrome

4.4. Em crianças, o sofrimento pode ser expresso por meio de:

4.4.1. Brincadeiras

4.4.2. Comportamento

4.4.3. Regressões no desenvolvimento

4.4.4. Comportamento ansioso ou de protesto em momentos de separação/união

4.5. Crianças maiores e adolescentes

4.5.1. Angústia social/de identidade

4.5.2. Depressão comórbida

5. Fatores de risco e prognóstico

5.1. Ambientais

5.1.1. Maior dependência do falecido antes da morte

5.1.2. Morte de crianças

5.1.3. Problema com o apoio de cuidadores (crianças enlutadas)

5.2. Genéticos e fisiológicos

5.2.1. Mulheres

6. Questões diagnósticas relativas à cultura

6.1. Sintomas do transtorno são observados em contextos culturais

6.2. Devem ser diferenciados por:

6.2.1. Respostas persistentes e graves

6.2.2. Vão além das normas culturais

6.2.3. Não são bem explicadas por rituais culturalmente específicos

7. Risco de suicídio

7.1. Frequentemente há ideação suicída

8. Consequências funcionais

8.1. Déficits no trabalho e no funcionamento social

8.2. Comportamentos prejudiciais à saúde

8.2.1. Tabaco

8.2.2. Álcool

8.3. Risco aumentado de condições médicas graves

8.3.1. Doença cardíaca

8.3.2. Hipertensão

8.3.3. Câncer

8.3.4. Deficiência imunológica

8.4. Qualidade de vida reduzida

9. Diagnóstico diferencial

9.1. Luto normal

9.1.1. Tempo menor que 12 meses em adultos e 6 meses em crianças

9.2. Transtornos depressivos

9.2.1. Humor deprimido sem um foco específico na perda

9.3. Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT)

9.3.1. Pode estar associado ao luto persistente

9.3.2. Memórias intrusivas relacionadas diretamente ao evento traumático

9.3.3. Evitação consistente de estímulos internos e externos que lembram a experiência traumática

9.4. Transtorno de ansiedade de separação

9.4.1. Ansiedade pela separação de figuras de apego atuais

10. Comorbidade

10.1. Transtorno depressivo maior

10.2. Transtorno de estresse pós-traumático

10.2.1. Mais frequente quando a morte ocorreu em circunstâncias traumáticas ou violentas

10.3. Transtornos por uso de substâncias