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LEISHMANIA por Mind Map: LEISHMANIA

1. TAXONOMIA

1.1. Leishmaniose tegumentar americana

1.1.1. Agente patológico

1.1.1.1. Leishmania Ross

1.1.1.1.1. HOSPEDEIROS

1.1.2. Ciclo biológico

1.1.2.1. Arnastigotas

1.1.2.1.1. Células do sistema mononucelar fagocitário dos vertebrados

1.1.2.2. Promastígotas e Paramastígotas

1.1.3. Transmissão

1.1.3.1. Através da picada de Insetos da ordem Diptera, família Psychodidade, subfamília Phlebotominae, gênero Lutzomya.

1.1.4. Profilaxia

1.1.4.1. Em algumas situações é possível evitar a picada dos flebotomíneos através de proteção individual, com a utilização de repelentes e utilização de mosquiteiros de malha fina, mas nem sempre isto é possível.

1.1.4.2. Construção das casas a uma distância mínima de 500m da mata. Devido à baixa capacidade de vôo dos flebotomíneos, raramente ultrapassam esta distância.

1.1.5. Tratamento

1.1.5.1. Feito com uso do antimonial tártaro emético.

1.1.5.1.1. Via IM

1.1.5.2. Em casos de resistência ao tratamento, pode ser utilizado o isotianato de pentamidina ou a anfotericina B.

1.1.5.3. Imunoterapia

1.1.5.3.1. Vacina preparada para imunoprofilaxia (Leishvacin, Biobrás, Montes Claros, MG)

1.2. Leishmaniose visceral americana

1.2.1. Agente patológico

1.2.1.1. Leishmania (Leishmania) donovani; Leishmania (Leishmania) infantum; Leishmania (Leishmania) chagas.

1.2.1.1.1. HOSPEDEIROS

1.2.2. Ciclo biológico

1.2.2.1. No homem, localizam-sc em órgãos linfóides, como medula óssea, baço, figado e linfonodos, que podem ser encontrados densamente parasitados. O parasitismo pode envolver outros órgãos e tecidos, como os rins, placas de Peyer no intestino, pulmões e a pele. Raramente, as amastígotas podem ser encontradas no sangue, no interior de leucócitos, íris, placenta e timo.

1.2.2.2. No hospedeiro invertebrado, Lutzomyia longipalpis, são encontradas no intestino médio e anterior nas formas paramastígota, promastigota e promastígota metacíclica.

1.2.3. Transmissão

1.2.3.1. O principal mecanismo de transmissão da L. chagasi nas condições naturais e de importância epidemiológica universal ocorre normal através da picada da fêmea de L. longipalpis.

1.2.3.2. Uso drogas injetáveis (compartilhamento de seringas e agulhasmcontaminadas)

1.2.3.3. Transfusão sanguínea

1.2.3.4. Transmissão congênita e acidentes de laboratório.

1.2.4. Tratamento

1.2.4.1. Quimioterapia

1.2.4.1.1. O arsenal terapêutico contra a leishmaniose visceral é limitado. Os antimoniais pentavalentes (SbS+) antimoniato de N-metilglucamina (Glucantime) e o estibogliconato sódico (Pentostam) são, na maioria dos países, a primeira opção terapêutica. No Brasil, a droga de escolha é o Glucantimea, que é de distribuição gratuita na rede de saúde pública.

1.2.4.2. Imunoquimioterapia

1.2.4.2.1. Em algumas situações tem sido usado em pacientes com leishmaniose visceral aguda ou refratários aos antimoniais pentavalentes, drogas imunorreguladoras, como rHINFg (interferon gama humano recombinante) em associação os antimoniais.

1.2.5. Profilaxia

1.2.5.1. diagnóstico e tratamento dos doentes; eliminação dos cães com sorologia positiva; combate às formas adultas do inseto vetor.