Iatrogenia e incontinencia urinaria na geriatria

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Iatrogenia e incontinencia urinaria na geriatria por Mind Map: Iatrogenia e incontinencia urinaria na geriatria

1. Iatrogenia

1.1. conceito

1.1.1. ocorrencia prejudicial decorrente de intervenção medica

1.2. Fator Agravante

1.2.1. Polifarmacia

1.2.1.1. Associação de inumeros medicamentos

1.2.1.1.1. Deixando essa classe (idosos) mais sujeita a iatrogenia

1.2.2. Farmacocinetica e farmacodinamica diferente

1.3. Formas de Iatrogenia

1.3.1. Endogenas

1.3.1.1. Relacionado ao envelhecimento

1.3.2. Exógenas

1.3.2.1. Tratamento inadequado

1.4. Classificação quanto ao tipo

1.4.1. Reações adversas durante investigação diagnostica

1.4.2. Terapeutica

1.4.2.1. Medicamentos

1.4.2.2. Radioterapia

1.4.2.3. Cirurgias

1.4.3. Evitaveis

1.4.3.1. Erro médico

1.4.4. Não evitaveis

1.4.4.1. Alergias

1.4.5. Ocorrencia

1.4.5.1. Ambiente hospitalar

1.4.5.1.1. Queda

1.4.5.1.2. Ulcera

1.4.6. Omissão

1.4.6.1. Falta de ação

1.4.7. Comunicação

1.4.7.1. Letra

2. Cascata Iatrogenica

2.1. Conceito

2.1.1. Efeito adverso de um farmaco interpretado de forma erronea

2.1.2. Paciente desenvolve riscoc prejudiciais

2.1.3. Sequencia envolvida na tomada de medicamentos

2.1.3.1. Prescrição

2.1.3.2. Comunicação

2.1.3.3. Administração

2.1.3.4. Acompanhamento

2.1.4. Importante para evitar iatrogenia e cascatas

2.2. Problema

2.2.1. Hernisa de disco

2.2.1.1. meloxica (AINE)

2.2.1.2. Ciclobenzaprina (Relaxante muscular)

2.2.1.2.1. Sonolencia

3. Incontinecia Urinaria

3.1. Conceito

3.1.1. Qualquer perda involuntaria de urina

3.2. Fisiologia

3.2.1. Anatomia

3.2.1.1. TUI (trato urinario inferior)

3.2.1.1.1. Bexiga

3.2.1.1.2. Esficteres

3.2.1.1.3. Uretra

3.2.2. Mecanismo fisiologico

3.2.2.1. Integração

3.2.2.1.1. Nervos periféricos

3.2.2.1.2. Medula

3.2.2.1.3. Ponte

3.2.2.1.4. Bulbo

3.2.2.1.5. Mesencefalo

3.2.3. Impactos do envelhecimento na bexiga

3.2.3.1. Aumento das fibras colagenas

3.2.3.1.1. Diminuição da elasticidade

3.2.3.2. Hiperatividade do detrusor

3.2.3.3. Alteração dos receptores de pressão

3.2.3.4. maior em mulheres

3.2.3.4.1. anatomia , ph, parto, perineo

3.2.3.5. Homens

3.2.3.5.1. HPB

3.3. Classificação

3.3.1. Incontinencia urinaria transitoria

3.3.1.1. Perda de urina precipitada

3.3.1.1.1. Insulto psicologico

3.3.1.1.2. Medicamentoso

3.3.2. Incontinencia urinaria estabelecida

3.3.2.1. Incontinencia urinaria etress

3.3.2.1.1. Perda involuntaria por aumento da pressão intra-abdominal

3.3.2.1.2. DPOC

3.3.2.2. Incontinencia urinaria por hiperfluxo ou transbordamento

3.3.2.2.1. Inabilidade de esvaziamento vesical

3.3.2.2.2. Relacionada a polifarmacia

3.3.2.3. Incontinencia urinaria mista

3.3.2.3.1. mais de 1 tipo de incontinencia no mesmo paciente

3.3.2.4. Incontinencia urinaria funcional

3.3.2.4.1. Fatores externo ao trato urinario

3.3.2.5. Uncontinencia urinaria de urgencia

3.3.2.5.1. Hiperatividade do detrusor

3.3.2.5.2. Contrações involuntaria

3.3.2.6. Incontinencia urinaria continua

3.3.2.6.1. baixo estrogeneo

3.3.2.6.2. Diabetes mellitus

3.4. Epidemiologia

3.4.1. Quanto ao sexo

3.4.1.1. Acomente mais mulheres

3.4.1.1.1. Devido a causas anatomicas

4. Impactos biopsicossociais

4.1. Má qualidade do sono

4.2. Diminuição da autoconfiança

4.3. Depressão

4.4. Isolamento social

4.4.1. Ajuda social

4.5. Impacto economico

4.5.1. absorventes

4.5.2. Fralda geriatrica

4.6. Evitar medicamentos

4.6.1. HAS

4.7. Maior frequencia de quedas

4.8. Delirium

4.8.1. Infecção urinaria

4.8.1.1. Incontinencia urinaria

4.9. Desidratação

5. Quedas e morbimortalidade

5.1. Fraqueza muscular

5.2. Disturbios de equilibrio

5.3. Dependencia funcional

5.4. a partir de 80 anos

5.5. Alteração da marcha

5.6. Tapedes

5.7. escada

5.8. medicação que deixa mais sonolento

5.9. Principal causa de internação

5.10. Piso irregulares

5.11. animais

5.12. iluminação

5.13. maior no sexo feminino