Desenvolvimento da Psicolinguística

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Desenvolvimento da Psicolinguística por Mind Map: Desenvolvimento da Psicolinguística

1. Pré-história

1.1. Originalmente chamado de psicologia da linguagem, pois tanto a psicologia, quanto a linguagem contribuíam para um estudo. Estudo esses, como o envolvimento do pensamento (ou comportamento) e a linhagem.

1.2. Havia dois movimentos opostos: um que caminhava da Psicologia para a Lingüística e outro que caminhava da Lingüística para a Psicologia.

1.2.1. Na Psicologia, os estudos buscavam estabelecer as relações entre a orga­ nização do sistema lingüístico e a organização do pensamento, por meio do recurso à teoria e à pesquisa lingüística.

1.2.2. Na Lingüística, por outro lado, já havia uma busca anterior pela teoria psicológica, especialmente por meio dos introdutores do método histórico em Lingüística, entre os quais Hermann Paul, que tentaram apoiar no associacionismo psicológico suas explicações para as mudanças lingüísticas.

1.3. Esse período foi extremamente fecundo, em boa parte graças à emergên­ cia do estruturalismo na Lingüística e do comportamentalismo na Psicologia. Conforme nota Kess (1992), esses dois paradigmas eram fortemente operaciona- listas, ou seja, buscavam “derivar [suas] estruturas teóricas de dados observáveis através do uso de um conjunto de operações verificáveis que são altamente ex­ plícitas”.

2. Período formativo

2.1. Já no período formativo, surge a teoria da informação que trouxe consigo um reforço maior para os estudos psicolinguísticos. Ela buscou explicar como que ocorria a comunicação, a troca de informação, entre outros aspectos desse sistema.

3. Perigo linguístico

3.1. Período linguís­tico, em que, de uma grande dispersão teórica e uma postura operacionalista, a Psicolingüística passa a ter o modelo chomskyano, oriundo da Lingüística, como paradigma teórico central, adotando uma postura metodológica fortemente ra- cional-dedutiva no design de seus experimentos.

4. Período cognitivo

4.1. A teoria lingüística continuaram a ser impor­tantes, mas perderam o caráter de exclusividade do período anterior. Os “cognitivistas” postulavam a “subordinação” da linguagem a fatores cognitivos mais fundamentais, dos quais ela (a linguagem) seria apenas um fator.