ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM NOS DISTÚRBIOS HEMATOLÓGICOS

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1. Dieta balanceada, com aspecto atrativo e temperatura agradável, deve ser estimulada.

2. Deve-se ter o cuidado de não oferecer a esses pacientes alimentos ou bebidas ácidas, que são altamente irritantes, bem como de evitar os extremos de temperatura.

3. Para a limpeza dos dentes, orientar o paciente a utilizar escova de cerdas macias ou mesmo cotonetes.

4. Ao sinal de qualquer reação, interromper a transfusão e comunicar o fato ao médico

5. ANEMIA

5.1. Identificar corretamente o paciente e o sangue a ser transfundido, quanto ao tipo, Rh e quantidade;

5.2. Inspecionar o sangue para detectar a presença de hemólise, turvação ou coloração anormais;

5.3. A administração deve ser feita com agulhas ou catéteres intravenosos de grande calibre, em uma veia calibrosa do antebraço;

5.4. A administração do sangue não deve ocorrer em conexão secundária ou em ípsilon com soro glicosado, soluções balanceadas ou soluções que contenham cálcio;

5.4.1. Estar atento para detectar as reações indesejáveis que geralmente ocorrem durante os primeiros quinze minutos; portanto iniciar a transfusão lentamente e se não ocorrer qualquer sintoma de reação, aumentar a velocidade da administração;

5.5. verificar os sinais do paciente, antes de iniciar a transfusão;

5.6. Estar alerta para as reações imediatas após a transfusão, como reações hemolíticas, pirogénicas e alérgicas, que podem ser evidenciadas pelos sinais e sintomas de hipertensão súbita, taquicardia, dispnéia, cefaléia, calafrios e rápida elevação da temperatura, náuseas e vômitos;

5.6.1. Verificar com freqüência a velocidade do fluxo, pois a mudança da altura do suporte ou a recolocação do paciente no leito pode alterar a velocidade da infusão.

5.6.2. Observar constantemente o local da infusão para perceber a presença de sinais de infiltração nos tecidos subcutáneos;

6. Infecções e febre:

6.1. atenção à ingestão hídrica

6.2. evitar o ressecamento de mucosas, administrar medicação antipirética quando prescrita, com atenção à via de administração;

6.3. procurar manter fria a temperatura ambiente,

6.3.1. manter secas e limpas as roupas do paciente e mantê-lo em repouso.

7. Dores ósseas e articulares

7.1. Os cuidados de enfermagem têm como objetivos o conforto do paciente e a diminuição da dor; para isso se faz necessário:

7.2. uso de roupas confortáveis;

7.3. posição confortável dos membros no leito, com utilização de coxins e espumas nas articulações e proeminências óssea.

7.4. utilização de compressas quentes para alívio da dor;

7.5. elevação dos membros, para evitar o edema de extremidades;

7.6. Imobilização temporária de um membro, quando a inflamação articular for acentuada;

7.7. a imobilização total deve ser evitada, como também o esforço excessivo;

7.8. a imobilização total deve ser evitada, como também o esforço excessivo;

8. Lesões da boca e mucosas.

8.1. A higiene oral deve ser cuidadosa, frequente, com utilização de soluções como a água bicarbonatada fria.

8.2. Os lábios devem ser mantidos umedecidos constantemente com cremes hidratantes ou vaselina.

8.3. O ressecamento das mucosas bucais pode ser agravado pela respiração inadequada através da boca; deve ser assegurado que o paciente esteja respirando através das narinas.

9. Manifestações hemorrágicas.

9.1. O paciente deve ser orientado quanto à prevenção de complicações, por exemplo, a disposição de móveis no lar, a seleção de atividades, etc, quanto aos cuidados gerais.

9.2. A colaboração e a compreensão do paciente são muito importantes para a sua auto-proteção, como evitar traumatismos e detectar precocemente o problema.

9.3. aceitação do tratamento e sua participação no mesmo.

9.4. Na administração de injeções ou punções venosas, utilizar agulhas de pequeno calibre e fazer compressão, por tempo mais prolongado, sobre o local.

9.5. Caso ocorra sangramento, deve-se manter o paciente em repouso, acalmá-lo, aplicar compressas frias e fazer compressão no local, evitar remover coágulos.

9.6. Se o sangramento for de gengivas, dar gelo para o paciente chupar, para que haja vasoconstricção.

9.7. Devem ser observados com atenção os sinais e sintomas hemorrágicos internos, como pulso acelerado e fino, hipotensão arterial, palidez e suor frio.