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VIROSES por Mind Map: VIROSES

1. RESPIRATÓRIA

1.1. AÉREA

1.2. VIA SUPERFÍCIE

1.3. FATORES DE RISCO

1.3.1. VENTILAÇÃO

1.3.2. HIGIENIZAÇÃO

1.3.3. AGLOMERAÇÃO

1.4. GRIPE

1.4.1. INFLUENZAS A, B, C

1.4.1.1. A - POTENCIAL PARA EPIDEMIAS

1.4.1.2. RNA

1.4.2. MUCO RESPIRATÓRIO

1.4.3. REAÇÃO INFLAMATÓRIA

1.4.3.1. EXTRAVAZAMENTO DO PLASMA

1.4.3.2. DIMINUIÇÃO DO VOLUME SANGUÍNEO

1.4.3.3. INCHAÇO

1.4.3.4. BAIXA OXIGENAÇÃO DO SANGUE

1.4.4. INCUBAÇÃO: 7 DIAS

1.4.4.1. TRANSMISSIBILIDADE: 1 DIA ANTES DA INCUBAÇÃO

1.4.5. POTENCIAL DE MUTAÇÃO

1.4.5.1. VARIEDADE DE CEPAS

1.4.5.2. RECOMBINAÇÃO GÊNICA

1.4.5.2.1. REARRANJO DO MATERIAL GENÉTICO NA CÉLULA

1.4.6. INFLUENZA A AVIÁRIO

1.4.6.1. SECREÇÃO DE AVES OU SUPERFÍCIES CONTAMINADAS

1.4.6.2. H5N1

1.4.6.2.1. 60% LETALIDADE

1.4.6.3. H7N9

1.4.7. LETALIDADE

1.4.7.1. EM GERAL BAIXA

1.4.7.1.1. VIRULÊNCIA

1.4.7.1.2. QUALIDADE DO SISTEMA DE SAÚDE

1.4.8. TRATAMENTO

1.4.8.1. ANTIVIRAIS

1.4.8.1.1. INIBIDOR DE NEUROAMINIDASE

1.4.8.1.2. APENAS CASOS GRAVES

1.4.9. VACINA

1.4.9.1. VIRUS INATIVADO

1.4.9.2. TRIVALENTE

1.4.9.3. TETRAVALENTE

1.4.9.4. VIGILÂNCIA INTERNACIONAL

1.4.9.4.1. IDENTIFICAÇÃO DA CEPA PREDOMINANTE

1.4.9.4.2. HEMISFÉRIO NORTE X SUL

1.4.9.5. UNIVERSAL (PESQUISA)

1.4.9.5.1. SEGMENTOS DE PROTEÍNAS

1.4.9.5.2. PROTEÍNA ESSENCIAL

1.4.9.5.3. BAIXA MUTAÇÃO

1.5. CATAPORA

1.5.1. VÍRUS VARICELA

1.5.1.1. RNA

1.5.2. SINTOMAS

1.5.2.1. FEBRE

1.5.2.2. SURGIMENTO DE PÚSTULAS

1.5.2.3. COCEIRA

1.5.3. CRIANÇAS

1.5.3.1. EVOLUÇÃO BENIGNA

1.5.4. ADULTOS

1.5.4.1. RISCO DE AGRAVAMENTO

1.5.5. HERPES-ZÓSTER

1.5.5.1. MESMO VÍRUS

1.5.5.2. CAUSA CICATRIZES NA PELE

1.5.5.2.1. GERALMENTE NO ROSTO

1.5.5.3. INATIVAÇÃO POR TODA A VIDA

1.5.5.3.1. MESMO SE JÁ HOUVE PRIMEIRA EXPOSIÇÃO AO VÍRUS

1.5.5.3.2. ESTRESSE

1.5.5.3.3. ANSIEDADE

1.5.6. VACINA

1.5.6.1. TETRAVIRAL

1.6. CAXUMBA

1.6.1. VÍRUS PARAMYXOVIRUS

1.6.1.1. RNA

1.6.2. SINTOMAS

1.6.2.1. INCHAMENTO DA GLÂNDULA PARÓTIDA

1.6.2.2. DOR DE CABEÇA

1.6.2.3. FADIGA

1.6.2.4. PERDA DO APETITE

1.6.3. SURTOS

1.6.3.1. AUMENTO REPENTINO DOS CASOS DE CAXUMBA

1.6.3.1.1. É LOCAL

1.6.3.2. CONTROLE => VACINAÇÃO

1.6.4. VACINAS

1.6.4.1. DOENÇA QUASE CHEGOU A DESAPARECER

1.6.4.2. REAPARECIMENTO DOS CASOS

1.6.4.2.1. MENOS PESSOAS SE VACINANDO

1.7. SARAMPO

1.7.1. VÍRUS MEASLES MORBILLIVIRUS

1.7.1.1. RNA

1.7.2. MUITO COMUM NO PASSADO

1.7.2.1. ALTA MORTALIDADE

1.7.3. VACINA

1.7.3.1. DOENÇA FOI ERRADICADA NA AMÉRICA LATINA PELA OMS

1.7.3.2. RETORNO DA DOENÇA

1.7.3.2.1. BAIXA VACINAÇÃO

1.7.3.2.2. FLUXO MIGRATÓRIO

1.8. RUBÉOLA

1.8.1. RUBELLA VIRUS

1.8.1.1. RNA

1.8.2. RUBÉOLA CONGÊNITA

1.8.2.1. MICROCEFALIA

1.8.2.2. CATARATAS

1.8.3. VACINAS

1.8.3.1. PRATICAMENTE ERRADICOU A DOENÇA

1.9. VARÍOLA

1.9.1. VÍRUS ORTHOPOXVIRUS VARILAE

1.9.1.1. DNA

1.9.2. MILHARES DE MORTES DESDE A ANTIGUIDADE

1.9.2.1. ALTA VIRULÊNCIA

1.9.3. VACINAS

1.9.3.1. PREOCUPAÇÃO INTERNACIONAL

1.9.3.1.1. LETALIDADE DO VÍRUS

1.9.3.2. GRANDE COBERTURA VACINAL

1.9.3.3. ERRADICADA PELA OMS

1.10. COVID-19

1.10.1. CORONAVÍRUS

1.10.1.1. RNA

1.10.2. SINTOMAS

1.10.2.1. FALTA DE AR

1.10.2.2. CANSAÇO

1.10.2.3. TOSSE

1.10.2.4. DOR DE GARGANTA

1.10.2.5. PERDA DO PALADAR E OLFATO

1.10.3. PANDEMIA

1.10.3.1. VÍRUS MUITO INFECCIOSO

1.10.3.2. MAIOR MORTALIDADE E LETALIDADE EM

1.10.3.2.1. IDOSOS

1.10.3.2.2. PESSOAS COM FATORES DE RISCO

1.10.3.3. CRIANÇAS

1.10.3.3.1. MENOR CARGA VIRAL

1.10.3.3.2. GERALMENTE ASSINTOMÁTICAS

1.10.4. TRATAMENTO

1.10.4.1. INTUBAÇÃO DE PACIENTES MAIS GRAVES

1.10.5. VACINAS

2. ORAL-FECAL

2.1. HEPATITE A

2.1.1. VÍRUS PICORNAVIRIDAE

2.1.1.1. RNA

2.1.2. SINTOMAS

2.1.2.1. INFECCÇÃO NO FÍGADO

2.1.2.2. LESÕES NO FÍGADO

2.1.3. MEDIDAS PREVENTIVAS

2.1.3.1. ÁGUA TRATADA

2.1.3.2. HIGIENE

2.1.3.3. BOM COZIMENTO DOS ALIMENTOS

2.1.4. VACINA

2.2. ROTAVÍRUS

2.2.1. RNA

2.2.2. INCIDÊNCIA EM CRIANÇAS

2.2.2.1. MENOR HIGIENE PESSOAL

2.2.3. SINTOMAS

2.2.3.1. DIARREIA

2.2.3.2. VÔMITO

2.2.3.3. FEBRE

2.2.3.4. DESIDRATAÇÃO

2.2.4. ALTA INFECTIVIDADE

2.2.5. SETE CEPAS

2.2.5.1. 3 INFECTAM E CAUSAM SINTOMAS

2.2.5.1.1. RISCO DE REIINFECÇÃO

2.2.6. VACINA

2.2.6.1. VÍRUS ATENUADO

2.2.6.1.1. MONOVALENTE

2.2.6.1.2. PENTAVALENTE

2.3. FATORES DE RISCO

2.3.1. FALTA DE ÁGUA TRATADA

2.3.2. POUCO ACESSO A SANEAMENTO BASICO

2.3.3. POUCA HIGIENE PESSOAL

2.4. ALIMENTOS E LÍQUIDOS CONTAMINADOS

2.5. CONTAMINAÇÃO ACIDENTAL

3. VETORIAL

3.1. VETOR - HOSPEDEIRO INVERTEBRADO

3.2. ARBOVIROSES

3.3. FATORES DE RISCO

3.3.1. DISSEMINAÇÃO DO VETOR

3.3.2. REPRODUÇÃO DO AEDES AEGYPTI (BRASIL)

3.3.2.1. ÁGUA PARADA

3.3.2.2. FALTA DE DESTINO ADEQUADO PARA O LIXO

3.4. AEDES AEGYPTI

3.4.1. VIVE EM QUASE TODAS AS LOCALIDADES TROPICAIS

3.4.2. ORIGINÁRIO DA ÁFRICA

3.4.3. DESMATAMENTO

3.4.3.1. MEIO SILVESTRE => MEIO URBANO

3.4.4. ADAPTADO AO MEIO URBANO

3.4.5. OVOS EM ÁGUA

3.4.5.1. PARADA

3.4.5.2. LIMPA

3.4.5.3. REGIÃO TROPICAL É FAVORÁVEL - CHUVOSA

3.4.5.4. LIXO

3.4.6. HEMATÓFAGO

3.4.6.1. FÊMEA ALIMENTA DE SANGUE HUMANO

3.5. DENGUE

3.5.1. RNA

3.5.2. SINTOMAS

3.5.2.1. FEBRE

3.5.2.2. MAL ESTAR

3.5.2.3. DORES DE CABEÇA E NOS OLHOS

3.5.2.4. VÔMITOS

3.5.2.5. LETARGIA

3.5.2.6. HEMORRAGIA

3.5.3. REPRODUÇÃO DO VÍRUS

3.5.3.1. CELULAS PRECURSORAS DAS PLAQUETAS

3.5.3.1.1. BAIXA COAGULAÇÃO

3.5.3.1.2. EXTRAVAZAMENTO SANGUÍNEO

3.5.3.1.3. CHOQUE HIPOVOLÊMICO

3.5.4. 4 TIPOS DE VÍRUS

3.5.4.1. SUSCETIBILIDADE À FEBRE HEMORRÁGICA A PARTIR DA SEGUNDA INFECÇÃO

3.5.4.1.1. ROSEN

3.5.4.1.2. HALSTEAD

3.5.4.1.3. MULTICAUSALIDADE

3.5.5. EPIDEMIAS NO BRASIL

3.5.5.1. CRESCIMENTO E DIMINUIÇÃO RÁPIDAS

3.5.5.1.1. AFROUXAMENTO DAS AÇÕES DO GOVERNO

3.5.5.1.2. MAIOR PREOCUPAÇÃO QUANDO ESTÁ ALTA

3.5.5.2. TAMBÉM É ENDEMIA

3.5.6. VACINA

3.5.6.1. BAIXA EFICÁCIA

3.6. FEBRE AMARELA

3.6.1. RNA

3.6.2. SINTOMAS

3.6.2.1. FEBRE ALTA

3.6.2.2. MÁ FUNCIONAMENTO DO FÍGADO

3.6.2.3. ICTERÍCIA

3.6.3. CICLO RURAL

3.6.3.1. MOSQUITOS SILVESTRES QUE PASSAM A DOENÇA

3.6.3.2. MACACOS MORTOS - INDÍCIO

3.6.4. CICLO URBANO

3.6.4.1. ERRADICADO NO SÉCULO XX - VACINAÇÃO

3.6.5. VACINA

3.6.5.1. MELHOR MÉTODO DE PREVENÇÃO

3.6.5.2. BAIXA COBERTURA VACINAL

3.6.5.2.1. SURTO 2014/18

3.7. CHIKUNGUNYA E ZIKA VÍRUS

3.7.1. 2014

3.7.1.1. APARECIMENTO NO BRASIL

3.7.2. SINTOMAS

3.7.2.1. INCHAÇÃO NAS ARTICULAÇÕES

3.7.2.2. RUBOR

3.7.2.3. EDEMA

3.7.3. BAIXA VIRULÊNCIA

3.7.4. MICROCEFALIA

3.7.4.1. FETO DAS MULHERES GRÁVIDAS INFECTADAS NA GESTAÇÃO

4. SEXUAL

4.1. MATERIAL EJACULATÓRIO

4.2. SANGUE

4.3. LEITE MATERNO

4.4. FATORES DE RISCO

4.4.1. RELAÇÃO SEXUAL SEM PRESERVATIVO

4.4.2. USO DE SERINGAS E MATERIAIS CORTANTES COMPARTILHADOS

4.4.3. AMAMENTAÇÃO (MULHERES SOROPOSITIVAS)

4.5. AIDS

4.5.1. HIV

4.5.1.1. DNA

4.5.2. HIV ≠ AIDS

4.5.2.1. PORTADOR DO VÍRUS (HIV) - SOROPOSITIVO

4.5.2.2. PORTADOR DA DOENÇA (SINTOMAS) - AIDS

4.5.3. LINFÓCITOS TCD4

4.5.3.1. REPLICAÇÃO DOS VÍRUS

4.5.3.1.1. DESTRUIÇÃO DAS CÉULULAS

4.5.3.2. LINFÓCITO MEDIADOR

4.5.3.2.1. ESTIMULA A AÇÃO DE LINFÓCITOS ESPECIALIZADOS

4.5.3.2.2. SISTEMA DE MEDIAÇÃO PREJUDICADA

4.5.4. DOENÇAS OPORTUNISTAS

4.5.4.1. RESPOSTA IMUNE DEBILITADA

4.5.4.2. PODEM LEVAR O INDIVÍDUO À MORTE

4.5.5. FASES DA DOENÇA

4.5.5.1. 1ª FASE

4.5.5.1.1. SINTOMAS VIRAIS COMUNS

4.5.5.1.2. ALTA REPLICAÇÃO VIRAL

4.5.5.1.3. BAIXA DO NÚMERO DE LINFÓCITOS

4.5.5.2. 2ª FASE

4.5.5.2.1. INATIVAÇÃO DOS VÍRUS

4.5.5.2.2. DNA VIRAL NÃO É EXPRESSO

4.5.5.2.3. LINFÓCITOS AUMENTAM QUANTIDADE

4.5.5.3. 3ª FASE

4.5.5.3.1. ATIVAÇÃO DOS VÍRUS

4.5.5.3.2. ALTA REPRODUÇÃO VIRAL

4.5.5.3.3. MORTE DOS LINFÓCITOS TCD4

4.5.5.3.4. IMUNODEFICIÊNCIA

4.5.6. PREVENÇÃO

4.5.6.1. USO DE PRESERVATIVOS

4.5.6.2. UTILIZAR MATERIAIS DESCARTÁVEIS E ESTERIALIZADOS

4.5.6.3. NÃO AMAMENTAÇÃO

4.5.6.4. PROFILAXIA PRÉ-EXPOSIÇÃO

4.5.6.4.1. PESSOAS COM ALTO RISCO DE CONTAMINAÇÃO

4.5.6.5. PROFILAXIA PÓS-EXPOSIÇÃO

4.5.6.5.1. ATÉ 72 HORAS

4.5.6.5.2. USO DOS MEDICAMENTOS POR 1 MÊS

4.5.6.5.3. DIMINUIR CHANCE DE CONTAMINAÇÃO

4.5.7. TRATAMENTO

4.5.7.1. AZT

4.5.7.1.1. PRIMEITO ANTIRRETROVIRAL

4.5.7.2. COQUETEL

4.5.7.2.1. AUMENTA EXPECTATIVA DE VIDA DOS INFECTADOS

4.5.7.3. DIMINUI A TRANSMISSIBILIDADE

4.5.7.3.1. MENOR CARGA VIRAL

4.5.8. AUMENTO DA INCIDÊNCIA EM JOVENS

4.5.8.1. ACESSO AO COQUETEL

4.5.8.2. ACESSO A ANTICONCEPCIONAIS

4.5.9. RESISTÊNCIA DO HIV

4.5.9.1. TENDÊNCIA DO VÍRUS A SE TORNAR RESISTENTE

4.5.9.2. MUTAÇÃO

4.5.9.2.1. MAIOR PROBABILIDADE DE PIORAR A AÇÃO DA PROTEÍNA

4.5.10. TENDÊNCIA EVOLUTIVA

4.5.10.1. MENOR VIRULÊNCIA DO PATÓGENO

4.5.11. VACINA

4.6. HPV

4.6.1. PAPILOMA VÍRUS HUMANO

4.6.1.1. DNA

4.6.2. PAPILOMAS

4.6.2.1. GENITÁLIAS, GENGIVA, OUTROS

4.6.3. ONCOGENES

4.6.3.1. POTENCIAL DE MULTIPLICAÇÃO DAS CÉLULAS

4.6.3.2. TUMORES BENIGNOS E MALIGNOS

4.6.3.3. DESREGULAÇÃO DOS GENES SUPRESSORES TUMORAIS

4.6.3.3.1. ATRAPALHAM A APOPTOSE

4.6.4. MULHERES

4.6.4.1. EVOLUÇÃO SILENCIOSA DA DOENÇA

4.6.4.2. CÂNCER DE COLO DE ÚTERO

4.6.5. 30 HPVS

4.6.5.1. 13 PODEM CAUSAR CÂNCER

4.6.5.1.1. 16 E 18 => 90% DOS CASOS

4.6.6. VACINA

4.7. HEPATITES VIRAIS

4.7.1. HEPATITES B E C

4.7.1.1. B - AGUDO

4.7.1.2. C - CRÔNICO

4.7.2. INFECCÇÃO NO FÍGADO

4.7.2.1. VÍRUS PRESENTE NO SANGUE

4.7.3. C

4.7.3.1. CÂNCER DE FÍGADO

4.7.3.2. HEPATITE

4.7.3.3. CIRROSE

4.7.3.4. PERMANECE NO CORPO POR ANOS

4.7.4. VACINAS

4.7.4.1. B

4.7.4.2. C

4.7.4.3. IMPORTÂNCIA DO USO DE PRESERVATIVO

5. ESPECÍFICA

5.1. RAIVA

5.1.1. RNA

5.1.2. VÍRUS POUCO ESPECÍFICO

5.1.2.1. QUASE TODOS OS MAMÍFEROS

5.1.3. TRANSMISSÃO

5.1.3.1. VÍRUS CONTIDO NA SALIVA DOS ANIMAIS

5.1.3.2. MORDEDURAS

5.1.3.3. ARRANHADURAS

5.1.3.4. LAMBEDURAS

5.1.3.5. CONTATO ENTRE SALIVA E CORRENTE SANGUÍNEA

5.1.3.6. QUANTO MAIOR O FERIMENTO, MAIOR É A POSSIBILIDADE DE CONTAMINAÇÃO

5.1.4. SISTEMA NERVOSO CENTRAL

5.1.4.1. ENCEFALITE

5.1.4.2. CONVULSÕES

5.1.4.3. HIDROFOBIA

5.1.4.4. ESPASMOS

5.1.4.5. PARALISIA CARDIORRESPIRATÓRIA

5.1.5. ALTÍSSIMA LETALIDADE

5.1.6. PREVENÇÃO

5.1.6.1. PRÉ-EXPOSIÇÃO

5.1.6.1.1. LAVAR FERIMENTOS

5.1.6.1.2. VACINAÇÃO DE PESSOAS EM RISCO

5.1.6.2. PÓS-EXPOSIÇÃO

5.1.6.2.1. VACINAÇÃO DEPOIS DO FERIMENTO

5.1.6.3. VACINAS

5.1.6.3.1. VACINAÇÃO DOS ANIMAIS DOMESTICOS

5.1.7. TRATAMENTO

5.1.7.1. SORO ANTIRRÁBICO

5.2. EBOLA

5.2.1. RNA

5.2.2. ALTA LETALIDADE

5.2.3. PRESENTE EM ANIMAIS SILVESTRES

5.2.3.1. MORCEGO FRUTÍFERO

5.2.3.2. PRIMATAS

5.2.4. ORIGEM AFRICANA

5.2.4.1. PARTE CENTRAL DA ÁFRICA

5.2.4.2. TINHA CARÁTER DE SURTO RESSURGENTE

5.2.4.3. DOENÇA MUITO LOCALIZADA

5.2.4.3.1. POPULAÇÃO FALECIA E NÃO ESPALHAVA

5.2.5. TRANSMISSÃO

5.2.5.1. SANGUE

5.2.5.2. FLUIDOS CORPORAIS

5.2.5.2.1. SUOR

5.2.5.2.2. SALIVA

5.2.5.2.3. MATERIAL EJACULATÓRIO

5.2.5.3. CONTATO COM MORTOS INFECTADOS

5.2.6. INCUBAÇÃO

5.2.6.1. 2 SEMANAS

5.2.7. SINTOMAS

5.2.7.1. DOR NO CORPO

5.2.7.2. MAL ESTAR

5.2.7.3. FEBRE HEMORRÁGICA

5.2.8. 2014/15

5.2.8.1. CRISE DE EMERGÊNCIA HUMANITÁRIA INTERNACIONAL (OMS)

5.2.8.1.1. PROLIFERAÇÃO DO VÍRUS EM ALGUNS PAÍSES

5.2.9. PREVENÇÃO

5.2.9.1. PESQUISAS EM TRATAMENTOS

5.2.9.2. PESQUISAS EM VACINAS

5.2.10. VACINA