10 DICAS DE AUDITORIA E CASP PARA O EXAME 2021.1 @proffabiovasconcelos

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1. 1. Julgamento e Ceticismo profissionais são coisas diferentes!

1.1. JULGAMENTO PROFISSIONAL é a aplicação do TREINAMENTO, CONHECIMENTO e EXPERIÊNCIA relevantes, dentro do contexto fornecido pelas normas de auditoria, contábeis e éticas, na TOMADA DE DECISÕES informadas a respeito dos cursos de ação apropriados nas circunstâncias do trabalho de auditoria.

1.2. CETICISMO PROFISSIONAL é a postura que inclui uma MENTE QUESTIONADORA e ALERTA para condições que possam indicar possível distorção devido a erro ou fraude e uma avaliação crítica das evidências de auditoria.

2. 2. O que é a confirmação externa (circularização)?

2.1. Representa evidência de auditoria obtida pelo auditor como RESPOSTA ESCRITA DE TERCEIRO (a parte que confirma) ao auditor, em forma escrita, eletrônica ou em outra mídia.

3. 3. Tamanho da amostra

3.1. O nível de risco de amostragem que o auditor está disposto a aceitar afeta o tamanho da amostra exigido.

3.2. IMPORTANTE: Quanto MENOR O RISCO que o auditor está disposto a aceitar, MAIOR deve ser o tamanho da AMOSTRA.

4. 4. Opinião NÃO MODIFICADA, o que é?

4.1. É a opinião expressa pelo auditor quando ele conclui que as DEMONSTRAÇÕES contábeis são elaboradas, em todos os aspectos relevantes, DE ACORDO com a estrutura de relatório financeiro aplicável.

4.2. Também chamada de opinião SEM RESSALVA

5. 5. Tipo de opinião MODIFICADA

5.1. Opinião COM RESSALVA

5.1.1. I. O auditor OBTÉM EVIDÊNCIA de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as DISTORÇÕES, individualmente ou em conjunto, são RELEVANTES, mas NÃO GENERALIZADAS nas demonstrações contábeis.

5.1.2. II. O auditor NÃO OBTÉM EVIDÊNCIA apropriada e suficiente de auditoria para fundamentar sua opinião, mas ele conclui que os possíveis efeitos de DISTORÇÕES NÃO DETECTADAS sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser RELEVANTES, mas NÃO GENERALIZADOS.

5.2. Opinião ADVERSA

5.2.1. O auditor OBTÉM EVIDÊNCIA de auditoria apropriada e suficiente, conclui que as DISTORÇÕES, individualmente ou em conjunto, são RELEVANTES e GENERALIZADAS para as demonstrações contábeis.

5.3. ABSTENÇÃO de opinião

5.3.1. O auditor NÃO CONSEGUE OBTER EVIDÊNCIA de auditoria apropriada e suficiente para fundamentar sua opinião e ele concluir que os possíveis efeitos de DISTORÇÕES NÃO DETECTADAS sobre as demonstrações contábeis, se houver, poderiam ser RELEVANTES e GENERALIZADAS.

6. 6. Princípio da não-vinculação da receita de IMPOSTOS

6.1. Veda vinculação da receita de IMPOSTOS a órgão, fundo ou despesa.

6.2. Exceções:

6.2.1. I. Fundo de Participação do Estados (FPE);

6.2.2. II. Fundo de Participação dos Municípios (FPM);

6.2.3. III. Fundos de Desenvolvimento das Regiões Norte (FNO), Nordeste (FNE) e Centro-Oeste (FCO);

6.2.4. IV. Saúde e Educação;

6.2.5. V. Garantias às operações de crédito.

7. 7. Receitas e despesas orçamentárias

7.1. Receitas correntes

7.1.1. TRIBUTÁrias

7.1.2. CONtribuições

7.1.3. Patrimoniais

7.1.4. Agropecuárias

7.1.5. Industriais

7.1.6. Serviços

7.1.7. TRANSferências correntes

7.1.8. OUtras receitas correntes

7.1.9. "TRIBUTA CON PAIS TRANS OU"

7.2. Receitas de capital

7.2.1. OPERAções de crédito

7.2.2. ALIenação de bens

7.2.3. AMORtização de empréstimos concedidos

7.2.4. TRANSferências de capital

7.2.5. OUtras receitas de capital

7.2.6. "OPERA ALI AMOR TRANS OU"

7.3. Despesas correntes

7.3.1. I. Pessoal e encargos sociais

7.3.2. II. Juros e encargos da dívida

7.3.3. III. Outras despesas correntes

7.4. Despesas de capital

7.4.1. IV. Investimentos

7.4.2. V. Inversões financeiras

7.4.3. VI. Amortização da dívida

8. 8. Mensuração dos estoques

8.1. Os estoques devem ser mensurados pelo valor de CUSTO HISTÓRICO OU pelo VALOR REALIZÁVEL LÍQUIDO, dos dois o MENOR, exceto:

8.1.1. I. Os estoques adquiridos por meio de TRANSAÇÃO SEM CONTRAPRESTAÇÃO

8.1.1.1. mensurados pelo VALOR JUSTO na data da aquisição.

8.1.2. II. Os BENS DE ALMOXARIFADO

8.1.2.1. mensurados pelo PREÇO MÉDIO PONDERADO das compras.

9. 9. Naturezas de informação do PCASP

9.1. A metodologia utilizada para a estruturação do PCASP foi a segregação das contas contábeis em grandes grupos de acordo com as características dos atos e fatos nelas registrados.

9.1.1. Natureza de informação PATRIMONIAL

9.1.1.1. Registra, processa e evidencia os FATOS financeiros e não financeiros relacionados com a composição do patrimônio público e suas variações qualitativas e quantitativas.

9.1.1.1.1. Ativo

9.1.1.1.2. Passivo

9.1.1.1.3. VPD - Variações Patrimoniais Diminutivas

9.1.1.1.4. VPA - Variações Patrimoniais Aumentativas

9.1.2. Natureza de informação ORÇAMENTÁRIA

9.1.2.1. Registra, processa e evidencia os ATOS e os FATOS relacionados ao PLANEJAMENTO e à EXECUÇÃO orçamentária.

9.1.2.1.1. CAPO - Controle da APROVAÇÃO do Planejamento e Orçamento

9.1.2.1.2. CEPO - Controle da EXECUÇÃO do Planejamento e Orçamento

9.1.3. Natureza de informação de CONTROLE

9.1.3.1. Registra, processa e evidencia os ATOS DE GESTÃO cujos efeitos possam produzir modificações no patrimônio da entidade do setor público, BEM COMO aqueles com funções específicas de controle.

9.1.3.1.1. CD - Controles Devedores

9.1.3.1.2. CC - Controles Credores

9.1.4. Para fixação

10. 10. DVP - Demonstração das Variações Patrimoniais

10.1. A DVP evidenciará as alterações verificadas no patrimônio, resultantes ou independentes da execução orçamentária, e indicará o RESULTADO PATRIMONIAL do exercício.

10.2. O RESULTADO PATRIMONIAL do período é apurado na DVP pelo confronto entre as variações patrimoniais quantitativas aumentativas (VPAs) e diminutivas (VPDs).