LAPAROTOMIA EXPLORATÓRIA

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LAPAROTOMIA EXPLORATÓRIA por Mind Map: LAPAROTOMIA EXPLORATÓRIA

1. Pré cirúrgico

1.1. Esterilização do material em óxido de etileno ou imersão em solução aquosa de glutaraldeído, podendo haver processo de autoclave, dependendo do material

1.2. Atenção ao estado nutricional do animal

1.3. Realização de hemograma pré cirúrgico quando possível

1.4. Preparação do animal

1.4.1. Suspensão de alimento concentrado

1.4.2. estruturas dorsais a cavidade abdominal jejum alimentar de 24 a 36 horas, hídrico 12 horas

1.4.3. Jejum alimentar pode chegar a 48 horas, dependendo do objetivo

1.4.4. Posicionamento depende do procedimento, podendo ser em decúbito ou quadrupedal (orquiectomia em caso de criptorquidismo)

1.5. Infusão prévia de gás, preferencialmente dióxido de carbono

1.5.1. Alta solubilidade, rápida eliminação, baixo risco de embolia e não combustível

1.5.2. Pressão de, no máximo, 20 mmHg

2. Transcirúrgico

2.1. Uso de sedativos e opióides

2.2. Protocolo anestésico que mantenha pressão arterial acima de 60mmHg e fluidoterapia intensa

2.3. Celiotomia

2.3.1. Acesso mediano, paramediano e pelo flanco

2.3.1.1. Acesso mediano permite maior área de inspeção dos órgãos

2.3.1.2. Menor hemorragia durante incisão e maior resistência em relação a sutura e peso das vísceras durante a cicatrização em acesso mediano

2.3.1.3. Cicatrização mais lenta, sujeita a fatores locais, sistêmicos e cirúrgicos, podendo trazer complicações em acesso mediano

2.3.2. Tamanho da incisão, quando muito grande aumenta a tensão sobre a sutura, quando muito pequena facilitam a ocorrência de lesões nas bordas por manipulação

2.3.3. escolha do fio, buscando o menos reativo mas o mais resistente

2.3.3.1. Poliamida, polipropileno, polidioxanona

2.3.4. Padrão de sutura

2.3.4.1. Simples contínuo ou simples separado

2.3.4.2. Afastamento de 10 a 15 milimetros da borda, sem suturar o músculo abdominal reto

2.4. Enterotomia

2.4.1. Pilorotomia, duodenotomia, jejunotomia, cecotomia, colostomia

3. Pós cirúrgico

3.1. Bandagem abdominal sem que esteja muito justa

3.2. Retorno ao exercício gradativo, 6 semanas a 3 meses. Exercício a passo controlado contribui para minimizar edema e estresse

4. Objetivos

4.1. Cirúrgico

4.1.1. Cólica

4.1.2. Criptoquirdismo

4.1.3. Herniorrafia inguinal

4.1.4. Onfalectomia

4.1.5. Obstruções intestinais

4.1.6. cistorrafia urinária com ruptura de bexiga

4.1.7. Biópsia

4.1.8. Abscessos abdominais

4.2. Diagnóstico

4.2.1. Cólica

4.2.2. Hepatite

4.2.3. Enterite

4.2.4. Lesões esplenicas

4.2.5. Neoplasia

4.2.6. Criptoquirdismo abdominal

4.2.7. Encarceramento

4.2.8. Necrose intestinal

4.2.9. Peritonite

4.2.10. Aderências

4.2.11. Deslocamento de cólon

4.2.12. Funiculite

4.2.13. Duodenojenite

4.2.14. Abscessos abdominais

4.2.15. Cisto

4.2.16. Hematomas

4.2.17. Ruptura intestinal

4.2.18. Pielonefrite

4.2.19. Identificação de grau de lesão em caso de duodenojejunite

5. Permite a visualização da cavidade peritoneal, a superfície dos órgãos e estruturas