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Digopamdrim por Mind Map: Digopamdrim

1. Teste Experimental

1.1. Fase 3

1.1.1. Objetivo

1.1.1.1. Avaliar melhora do digopamdrim em relação a digoxina

1.1.1.2. Verificar biodisponibilidade sérica, toxicidade, acúmulo em músculos e tecidos e avaliar a função renal

1.1.2. Grupo alvo escolhido

1.1.2.1. Pacientes do InCor-HC

1.1.2.2. Homens e mulheres que não apresentam melhora com outros fármacos

1.1.2.3. Mínimo de 300 e máximo de 3000 voluntários

1.1.3. Abordagem experimental

1.1.3.1. Duplo cego

1.1.3.2. Randomizado

1.1.3.3. Dividido em 2 grupos - digoxina (controle) e digopamdrim

1.1.4. Administração

1.1.4.1. Via oral

1.1.4.2. Comprimidos

1.1.4.3. 0,125 mg 1x/dia

1.1.5. Critérios de exclusão

1.1.5.1. Menores de 18 anos

1.1.5.2. Arritmias causadas por glicosídeos cardíacos

1.1.5.3. Taquicardia ou fibrilação ventricular

1.1.5.4. Cardiomiopatia obstrutiva hipertrófica

1.1.5.5. Sensibilidade a compostos digitálicos

1.1.5.6. Pacientes com IC aguda

1.1.5.7. Pacientes com IC e fração de ejeção preservada (≥ 50%)

2. Protótipo: Digoxina

2.1. Mecanismo de Ação

2.1.1. Bloqueio de Na+/K+ ATPase nos cardiomiócitos

2.1.1.1. Aumento intracelular de sódio

2.1.1.2. Trocador sódio-cálcio é inibido por conta do gradiente de sódio

2.1.1.3. Aumento intracelular do cálcio

2.1.1.3.1. Aumento de força de contração do miocárdio

2.1.2. Estímulo do nervo vago

2.1.2.1. Ativação parassimpática

2.1.2.1.1. Menor condução elétrica no nó atrio-ventricular

2.2. Farmacocinética

2.2.1. Absorção

2.2.1.1. Difusão passiva pela membrana dos enterócitos e passagem via transportador saturável

2.2.1.2. Biodisponibilidade variável - 40 a 100%

2.2.2. Transporte e distribuição

2.2.2.1. Baixa ligação a proteínas plasmáticas (20 a 30%), pouco suscetível a interações por deslocamento

2.2.2.2. Acúmulo em tecidos: rins; músculo esquelético; e hemácias.

2.2.2.2.1. Problema

2.2.3. Metabolismo e eliminação

2.2.3.1. Meia-vida: aproximadamente 36 horas

2.2.3.2. Majoritariamente inalterada via difusão passiva glomerular ou secreção ativa tubular

2.3. Estrutura

3. Modificações

3.1. Dendrímero

3.1.1. PAMAM G3

3.1.1.1. Acetilação e Peguilação

3.1.1.1.1. Aumentam retenção no sangue e diminuem distribuição para tecidos

3.1.1.2. Alta absorção pelo epitélio intestinal

3.1.1.3. Ligação covalente com o dendrímero

3.1.1.3.1. Exemplo demonstrando as ligações

3.2. Farmacocinética

3.2.1. Reduzir acúmulo em tecidos

3.2.2. Padronizar absorção - biodisponibilidade

3.2.3. Facilitar controle de dose por [C] sérica

4. Marketing

4.1. Digoxina

4.1.1. Baixo índice terapêutico

4.1.1.1. Risco de intoxicação fatal ou inefetividade

4.1.2. Dificil controle da dose

4.1.2.1. Biodisponibilidade oral variável

4.1.2.2. Acúmulo em tecidos

4.2. Digopamdrim

4.2.1. Farmacocinética mais previsível

4.2.1.1. Biodisponibilidade oral mais estável

4.2.1.2. Menor acúmulo em tecidos

4.2.2. Menor risco de intoxicação dose-dependente

4.2.3. Maior facilidade no controle terapêutico

5. Indicação

5.1. Insuficiência cardíaca congestiva

5.1.1. Apresentação estável

5.1.2. Fração de ejeção reduzida (<50%)

5.1.3. Falta de melhora nos sintomas com uso de outras classes de fármacos: inibidores da ECA; betabloqueadores; antagonistas de receptor de angiotensina II e antagonistas de aldosterona