Astrocitomas

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Astrocitomas por Mind Map: Astrocitomas

1. Alves, MJF., glutaminolise em astrocitomas. FMUSP, São Paulo. 2014. Disponível em: https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/5/5138/tde-02122014-083743/publico/MariaJoseFerreiraAlves.pdf.

2. Incidência

2.1. 2% das neoplasias malignas registradas no mundo correspondem a câncer do sistema nervoso central (SNC).

2.2. Maior incidência em homens

2.3. Maior prevalência em países desenvolvidos.

2.4. Para o ano de 2016, no Brasil, havia expectativa de 5.440 casos novos de câncer do SNC em homens e de 4.830 em mulheres.

3. Quadro clínico

3.1. Dores de cabeça

3.1.1. Primeiro sintoma e + frequente com o tempo. Pode não melhorar com remédios, acompanhado por náuseas e vômitos. Piora quando deita ou abaixa a cabeça

3.2. Convulsões

3.2.1. Gera - dormência, formigamento, movimentos descontrolados dos braços e das pernas, dificuldades na fala, sentir cheiros estranhos ou ter sensações estranhas, episódios de inconsciência.

3.3. Mudanças nas funções cognitivas, no humor ou na personalidade

3.3.1. Agir de forma completamente diferente da que lhe era habitual pode ser retraído, temperamental ou ineficiente no trabalho, sentir-se tonto, confuso ou incapaz de pensar, depressão e ansiedade.

3.4. Mudanças na fala

3.4.1. Dificuldade para encontrar palavras, falar de forma incoerente, de se expressar ou de compreender a linguagem.

3.5. Alteração nas capacidades auditiva e olfativa ou na visão, incluindo visão dupla ou embaçada.

3.6. Perda do equilíbrio ou da coordenação Mudança sensorial

3.6.1. Sensação de calor, frio, pressão, um toque leve ou algo afiado.

3.7. Alterações no pulso ou frequência respiratória

3.7.1. Se o tumor pressionar o tronco cerebral.

4. Fatores de risco

4.1. Histórico familiar

4.1.1. Neurofibromatose tipo 1 e tipo 2.

4.1.2. Esclerose tuberosa.

4.1.3. Doença de von Hippel-Lindau.

4.1.4. Síndrome de Li-Fraumeni.

4.2. Exposição a radiação

5. Estadiamento

5.1. Malignitude tumoral

5.1.1. Astrocitoma pilocítico juvenil (grau I)

5.1.1.1. Tumor de lento crescimento, geralmente cheio de fluído, se desenvolve no cerebelo; necessário remoção cirúrgica.

5.1.2. Astrocitoma fibrilar (grau II)

5.1.2.1. Infiltra-se ao redor do tecido normal do cérebro; cirurgia de remoção mais difícil. Pode causar convulsões.

5.1.3. Astrocitoma anaplástico (grau III)

5.1.3.1. Tumor geralmente é malígno, sintomas como fraqueza, caminhada instável e uma perda de sensação.

5.1.4. Glioblastoma multiforme (grau IV)

5.1.4.1. O tipo mais maligno! Cresce rapidamente, aumenta a pressão no cérebro.

5.2. Indicadores oncológicos

5.2.1. Atipia nuclear

5.2.2. Mitoses

5.2.3. Proliferação endotelial

5.2.4. Necrose

6. Tratamento

6.1. Astrocitomas não infiltrativos

6.1.1. Cirurgia apenas. Pacientes com +idade, menos chances de cura. Radioterapia quando não for completamente removido

6.2. Astrocitomas de baixo grau (astrocitomas infiltrativos ou difusos)

6.2.1. Não podem ser curados só por cirurgia. Após radioterapia - adiada nos pacientes mais jovens para verificar se o tumor progride.

6.3. Astrocitomas de alto grau (astrocitomas anaplásicos e glioblastomas multiformes)

6.3.1. Cirurgia com radioterapia, associada ou seguida por quimioterapia

7. Diagnóstico

7.1. RM com contraste

7.1.1. Determina a extensão da doença e detectado a recorrência

7.2. Biopsia

7.2.1. Determina o tipo e grau do tumor

8. Fisiopatologia

8.1. Representam 35% do total de tumores cerebrais. A maior parte deles não pode ser curada porque se espalha amplamente pelo tecido cerebral normal próximo.

8.2. Em alguns casos os astrocitomas se disseminam ao longo dos tecidos banhados pelo líquor, mas geralmente se disseminam apenas pelo cérebro e pela medula espinhal. São classificados em astrocitomas de baixo ou de alto grau de malignidade, com base na análise microscópica do tecido tumoral.

9. Referencias Bibliográficas

9.1. AC Camargo Cancer Center. Tipos de Cancer: Cerebro, São Paulo, 2020. Disponível em: https://www.accamargo.org.br/sobre-o-cancer/tipos-de-cancer/cerebro.

9.2. Marcos, DF; Santos, M. Diretrizes oncológicas: Gliomas alto grau. Pg 35-44, 2018. Disponível em: https://diretrizesoncologicas.com.br/wp-content/uploads/2018/10/Diretrizes-oncol%C3%B3gicas-2_Parte2.pdf

9.3. Isolan, RG, et al. Neoplasias astrocitárias e correlação com as proteínas p53 mutada e Ki-67. Arq. Neuro-Psiquiatr. 63 (4), Dez 2005. Disponível em: https://www.scielo.br/j/anp/a/SjBh3cjyKkH8gLLGV844ncm/?lang=pt

10. Discentes

10.1. Mariane Goulart

10.2. Natalia Zocatelli

10.3. Patricia

10.4. Shirley Letícia

10.5. Thayná Garcia

10.6. Thayná Morais