infecções do trato gastrointestinal

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
infecções do trato gastrointestinal por Mind Map: infecções do trato gastrointestinal

1. -

2. -

3. -

4. Diarreia

4.1. Liberação anormal de fezes.

4.1.1. Perdas de fluídos e eletrólitos

4.2. Diarréia é a consequência mais comum da infecção do trato gastrointestinal

4.2.1. ➡️Principais causas de Mortalidade infantil ( países em desenvolvimento). ➡️ varia de branda e auto-lamentado ate a grave, com desidratação o óbito. ➡️ transmissão: via fecal - oral

4.2.2. -

4.2.3. Infecções locais ⬇️. Multiplicação de microrganismos E produção de toxinas ( Restrita ao trato Gastrointestinal)

4.2.3.1. A qualidade de microorganismo ingeridos em seus fatores de virulência são fatores críticos no estabelecimento da infecção.

4.2.3.1.1. Causada mais comum de diarreia associada alimentos em países desenvolvidos .

4.2.4. Infecções sestêmicas ➡️

4.2.4.1. Invasão pelos microrganismos ou obsessão de toxinas.

4.2.4.2. Seis doença Diarreicas diferentes mecanismo da petogenicidade ⤵️

4.2.4.3. E. Coli enteropatogênia (EPEC)

4.2.4.4. E. Coli enterotoxigênica (ETEC)

4.2.4.5. E. Coli entero-hemorrágica(EHEC)

4.2.4.6. E. Coli enteroinvasiva (EIEC)

4.2.4.7. E. Coli enteroagregativa (EAEC)

4.2.4.8. E. Coli Produtora de aderente difusa (DAEC)

4.2.4.9. Escherichia coli ( maior causa de diarreia bacteriana )

5. Gastroenterite

5.1. Sintomas gastrintestinais Como náuseas, vômitos, diarreia e dores abdominais.

6. Enterocolite

6.1. Inflamação da mucosa do intestino delgado e grosso.

7. A gente etiológico

7.1. Bactérias, vírus, parasitas, fungos

7.1.1. ↪️Yersinia enterocolitica

7.1.1.1. Bacilos Grand negativos, causa de infecção associada alimentação mais comum nos EUA Europa. Menos frequente no Brasil.

7.1.1.2. -

7.1.1.3. Reservatório animais roedores, porcos, carneiros, bovinos, cavalos, e animais domésticos. Mecanismo de pato genes desconhecido.

7.1.1.4. Diarreia sanguinolenta, cólicas abdominal as e febre 1-2 Semanas.

7.1.2. ↪️Vibrio cholerae

7.1.2.1. Espécie de maior relevância do gênero, que pertence à família vibrionaceae.

7.1.2.2. Bacilos Grand negativos, em forma de vírgula; oxidase positivos. Habitante aquático vida livre, também encontrados em alimentos.

7.1.2.3. Produtores de enterotoxina: hipersecreção de eletrólitos e água.

7.1.2.3.1. -

7.1.2.3.2. Fezes com espectro de água de arroz característica do paciente com coleira.

7.1.2.4. Gastroenterite diarreia aquosa e vômito 2-3 Dias após ingestão da bactéria colera.

7.1.2.5. Tratamento reposição de líquidos e eletrólitos. A terapia antimicrobiana tetraciclina reduz a produção de toxinas e eliminar o microrganismo mais rápido, valo secundário. Sem tratamento: 40-60% mortalidade.

7.1.2.6. -

7.1.3. ↪️vibrio parahaemolyticus

7.1.3.1. -

7.1.3.2. A doença clínica tende a ser leve , com sintomas de gastroenterite incluindo náuseas, vômitos, E dor abdominal e diarreia.

7.1.3.3. A melhor hora para tratar vibrou parahaemolyticus O tratamento não é tipicamente necessário, em caso grave é indicado a substituição de fluido eletrólitos, os surtos tendem a ser concentrados ao longo da regiões costeiras durante o verão e Início do outono, quando temperaturas mais altas da água favorecem níves mais altos de bactérias.

7.2. ⬅️Escherichia coli

7.2.1. Micrografia eletrônico E. Coli enteropatogênica EPEC aderindo aborda as células intestinais, com destruição localizada das microvilosidades: lesão em pedestal.

7.3. ⬅️salmonela

7.3.1. Três espécies: salmonella enterica (6 subespécies) , Salmonella bongori e salmonella subterrânea. Mais de 2.500 sorotipos

7.3.1.1. S typhi e s. Paratyphi: humanos únicos reservatório. Estado de portando pode durar por várias semanas, meses ou anos ( Mary typhoid). Portadores assintomáticos: transmissão da doença.

7.3.1.1.1. Febre alta, cefaleia, mal estar geral, anorexia, Bradicardia relativa, tosse seca.

7.3.1.1.2. Esplenomegalia. Manchas rosadas no tronco Roséola titica. Diarreia ou constipação intestinal. Pode haver comprometimento do sistema nervoso central. Hemocultura, coprocultura.

7.3.2. Atingenos: o ( parede celular ) e H ( flagelar

7.3.3. Amplo reservatório animal

7.3.4. Dificuldades na erradicação

7.3.4.1. S Enteritidis e S. Choleraesuis ( pode tornar-ser invasivos em pacientes com predisposições particulares- crianças, pacientes com câncer ou anemia Falciforme). Ovos crús ou carne de frango mal passada.

7.4. ⬅️shigella

7.4.1. Bacilo gram -

7.4.2. Causa quadros de desentarina bacilar invenção do intestino grosso com presença de pus e sangue nas vezes dose infectantes baixas 10-100 microorganismo, dependendo da espécie envolvida os sintomas varia de leve a graves: s. Sonnei leve, s.flexneri e s. Boydii grave s. Dysenteriae produtos da toxina shitake desidratação, Convulsões peritonite.

7.4.3. Ela é primeiramente uma doença pediátrica

7.4.4. Não existe reservatórios de animais

7.4.4.1. Disseminação principal, hídrica, podendo ser pessoa a pessoa, via fecal - oral ➡️ situações onde saneamento e higiene pessoais são deficientes. Antibióticos não são recomendados exceto nas infecções graves.

7.5. ⬅️compylobacter

7.5.1. Bacilos Grand negativos em forma de S uma das causas mais comuns de diarreia em humanos➡️C. Jejuni. Amplo reservatório animal, ovinos, bovinos, roedores, e aves.

7.5.1.1. Infecções adquiridas através de alimentos contaminados por aves, leite e água. Bacteremia em neonatos E adultos debilitados são relativamente comuns. Casos Graves diarreia: Eritromicina.

7.6. ⬅️Enterobactérias

7.6.1. ↪️Staphylococcus aureus

7.6.2. ↪️Bacillus cereus

7.6.3. ↪️Clostridium botulinum

7.6.4. ⤴️ Toxi-infecções

8. -

9. Outros agentes não bacterianos

9.1. ⤵️vírus

9.2. Rotavírus

9.3. Norwalk vírus

9.3.1. Parasitas ⤵️

9.3.2. Giardia lamblia

9.3.3. Entamoeba histolytica

9.3.4. Cryptosporidium

9.3.5. Isospora belli

9.3.6. Cyclospora cayetanensis

9.3.6.1. -

9.4. Adenovírus

9.5. Astrovirus

10. -

11. -

12. Clostridium difficile bacilos Grand positivos anaeróbio, formado de esporos.

12.1. Destruição da microbiota normal, uso de antimicrobianos de amplos aspectos.

12.2. Paciente hospitalizados

12.3. Exotoxinas: diagnósticos pela pesquisa das toxinas.

12.4. Infecção grave: metronidazol ou vancomicina oral.

13. -

14. -

15. C. Difficile

15.1. Microbiota intestinal ↪️ desequilibro: diarreia associada com uso de antimicrobianos .

15.2. Apenas 5% de pessoas são colonizadas reservatórios.

15.3. Teoria atual:

15.3.1. Esporos permanecem no ambiente hospitalar e pode ser ingeridos, proliferarem do intestino do pacientes em antibioticoterapia ↪️ colite 1/4 sepsis, choque e óbito.

15.3.1.1. Intoxicação alimentar

15.3.1.1.1. Doenças causada por toxinas produzidas por bactérias contaminantes presentes no alimento antes do consumo.

15.3.1.1.2. S. Aureus, b. Cereus, C.botulinum ⤵️➡️

15.3.1.1.3. Botulismo infantil e de feridas: Os esporos são ingeridos ou fixados na ferida, germinam, multiplicam-se e E produz a toxina in vivo

16. Helicobacter Pylori

16.1. Bactérias Grand negativas espiralada

16.2. Associado a maioria das úlceras gástricas 70-80% e duodenais >90%.

16.3. Vários fatores de virulência, Tais como: citocina , adesinas urease Libera produtos alcalinos.

16.4. Diagnóstico: exames histológico em amostras de biopsia E teste da ureia exame não invasivo.

17. Efeitos do exercício físico no trato Gastrointestinal

17.1. Exercícios do tipo ao aeróbio intenso causar grandes impactos negativos

17.2. Exercícios de baixa intensidade tem efeito protetor.