Vivência e Elaboração na Psicoterapia Fenomenológico- Existencial

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Vivência e Elaboração na Psicoterapia Fenomenológico- Existencial por Mind Map: Vivência e Elaboração na Psicoterapia Fenomenológico- Existencial

1. Um processo de negação do sofrimento

1.1. Em uma cultura pautada pelo Hendonismo, demostrar dor ou dificuldade diante dos eventos da vida, tem sido consiedrado uma fraqueza causando incômodos e preocuções.

1.2. Tem crescido o culto bem estar individual, proppagando a obrigadoriedade da felicidade. As redes sociais é um grande exemplo deste fenomeno, uma vez que, demostra como a vida está sendo bem aproveitada.

2. A condição humana

2.1. Por não ser passivel de categorização e compreensão absoluta, a angustia e a esperanca são companheiras constantes durante a trajetória do ser humano.

2.2. A fragilidade e a intensidade da vida são captadas, ao encontro de possibilidades submetidas a condicões que não escolhe (inserção no tempo e espaco, familia de origem, e duração da sua permanência no mundo).

3. Sofrimento e adoecimento psiquico

3.1. O sofriemnto é um fenômeno inerente a condição humana de impactar-se com o que acontece e que se tranforma na propria relação com o mundo.

3.2. A medida que as ocasiões para lidar com o sofrer diminuem, este é definidos como rótulos do normal e patológico, priorizando a adaptação e a diminuição da dor.

4. O Psicólogo Clínico diante do sofriemnto

4.1. A prática demostra que facilitar o encontro no âmbito da psicoterapia, com abertura necessária a experiência do outro, não é uma tarefa simples.

4.2. As dificuldades de escuta e compreensão se devem principalmente ao fato de não empreendem um trabalho pessoal aprpfundado ao longo da trajetória do profissional.

5. O processo de vivência e elaboração

5.1. É preciso que haja espaco para a integração entre a dimensão sensivel e a compreensão dos sentidos mediada pela relação com o outro, uma vez que, o processo de elaboração não se sustenta com uma tomada de consciência apenas em nível intelectual e individual.

5.2. A elaboração nessa perspectiva é entendida como formas de atravessamento do sofrimento, pois muitas das questões humanas não podem ser resolvidas ou solucionadas, mas atravessadas com uma companhia

6. A existência pode ser assutadora

6.1. Porém, o ser humano almeja o infinito e procura transcender as suas limitações, contribuindo ainda mais para o seu sofrimento.

7. Diálogo que ajude a não repetir o discurso dominante

7.1. O discurso marcado pelo hendonismo nos dias atuais busca a qualquer custo minimizar a dor das pessoas, sendo que estas muitas vezes precisam de um lugar que seja permitido sofrer.

7.2. Em contando com esse sofrimento, torna-se menos penoso vive-lô, pois o suporte da pessoa se expande e o atravessamento da dor pode-se tranformar em criação de sentidos e obras.

8. O tema do sofrimento tem sido aplamente abordado por diferentes perspectivas ao longo da história.

8.1. Entretanto, o processo entrenhado na modernidade trouxe maior liberdade, progresso, privilegiando a racionalidade, mas não eleiminou o drama da existência.

8.2. Hoje repercutindo na subjetividade contemporânia, acarretando questionamentos e novas formas de sofimento.

9. Partindo da perspectiva fenomenológica-existencial para referir ao sofrimento psiquico sem reduzi-lo a uma doença mental é ultilizado o termo estranhamento emocional, assim, não acarretaria no diagnóstico e na medicalizacão.

9.1. O estranhamento emocional estaria formetente ligado ao modo de vida de uma sociedade em seu contexto social.

9.2. Aqui ressaltamos a cultura hipermoderna pressionando o individuo com diversas exigências, colocando nele a responsabilidade exclusiva por seu sucesso e fracasso, provocando diversas reacões.

10. Formas que facilitam o encadeamento do processo de resignificacão

10.1. Testemunha Auxiliadora: empatia por quem sofre. Tal pessoa comprende a fragilidade do outro, sem negar suas dores. Trata-se se algúem capaz de uma presenca real e acolhedora.

10.2. Testemunha Conhecedora: ajuda o sujeito expressar suas vivências e sua hipóteses de sentido, elaborando uma compreesão de si.