Metabolismo Carboidratos

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Metabolismo Carboidratos por Mind Map: Metabolismo Carboidratos

1. Usadas para caracterizar alimentos e para estabelecer limites de ingredientes nas dietas.

2. Hemicelulose

2.1. Mistura homogênea de polissacarídeos amorfos com grau de polimerização muito inferior ao da celulose.

2.1.1. Em células maduras, a hemicelulose encontram-se mais associada à lignina por ligações covalentes do que a outros polissacarídeos, tornando-se indisponíveis à solubilização

3. Celulose

3.1. ȁ? o polissacarȷ?deo mais abundante da natureza e principal constituinte da maioria das paredes celulares, exceto de algumas sementes, seu teor varia de 20 a 40% na MS de plantas superiores

3.2. A celulose ȳ? formada por resȷ?duos de D-glicopiranoses unidos por ligaȱ?Ʌ?es beta 1,4 que formam longas cadeias lineares com alto grau de polimerizaȱ?ȧ?o e elevado peso molecular

4. Efeito da fibra na alimentaȱ?ȧ?o

4.1. A proporȱ?ȧ?o geralmente ȳ? influenciada pela dieta e o estado da populaȱ?ȧ?o metanogȴ?nica do rɐ?men.

4.2. A populaȱ?ȧ?o metanogȴ?nica ȳ? razoavelmente estȥ?vel entre dietas com variȥ?veis proporȱ?Ʌ?es de forragem (fibra) e concentrado

4.3. Porȳ?m, as proporȱ?Ʌ?es ruminais de AGCC sȧ?o amplamente dependentes doPH

4.4. ƒ? medida que celulose e hemicelulose aumentam em relaȱ?ȧ?o aos carboidratos solɐ?veis e amido, a relaȱ?ȧ?o acetato:propionato tambȳ?m tende a aumentar

5. FIBRAS 舑? fonte de carboidratos 舑? fonte de energia 舑? microrganismos

5.1. Nȧ?o hȥ? consenso sobre uma definiȱ?ȧ?o uniforme de fibra, bem como sobre a concentraȱ?ȧ?o de fibra ideal para a otimizaȱ?ȧ?o do consumo de energia por bovinos

5.2. A fibra ȳ? essencial, jȥ? que os AGCC produzidos pela fibra durante a fermentaȱ?ȧ?o ruminal sȧ?o as principais fontes de energia para o animal

6. Parte da digesta ruminal sai em direȱ?ȧ?o ao abomaso e intestino delgado. A digestȧ?o abomasal e intestinal dos ruminantes tem algumas peculiaridades:

6.1. Fluxo quase contȷ?nuo

6.2. Enzimas digestivas secretadas mais continuamente e em menor concentraȱ?ȧ?o (principalmente as responsȥ?veis pela digestȧ?o de carboidratos e lipȷ?dios)

6.3. CHOs que chegam ao abomaso (CHOs nȧ?o degradados e CHOs microbianos 舑? 10-30% de polissacarȷ?deos na massa microbiana)

6.4. Nȧ?o existe atividade de carboidrase no abomaso

6.5. A atividade da carboidrase inicia apɃ?s a digesta entrar no duodeno e se misturar com a secreȱ?ȧ?o pancreȥ?tica

6.6. Os ruminantes tȴ?m uma menor capacidade de digestȧ?o intestinal de amido 舑? limitada atividade enzimȥ?tica nos enterɃ?citos e curto tempo de permanȴ?ncia

7. A absorȱ?ȧ?o de AGCC ȳ? estimulada por:

7.1. Baixo pH

7.2. Alta concentraȱ?ȧ?o de AGCC

7.3. Presenȱ?a de butirato (energia para o epitȳ?lio ruminal)

8. Carboidratos nȧ?o fibrosos - CNF (AMIDO, Aƙ?Ș?CARES, PECTINA

8.1. podem ser divididos em:

8.1.1. SOLȘ?VEIS EM Ɠ?GUA

8.1.2. INSOLȘ?VEIS EM Ɠ?GUA

8.2. Principais carboidratos nȧ?o fibrosos:

8.2.1. Monossacarȷ?deos (glicose, frutose, galactose)

8.2.2. Dissacarȷ?deos (sacarose, lactose)

8.2.3. Polissacarȷ?deos (amido)

8.2.4. Pectina (CHO estrutural nȧ?o fibroso)

8.3. Os CNF sȧ?o digeridos principalmente no RȘ?MEN (digestȧ?o microbiana)

8.4. Os produtos da digestȧ?o sȧ?o usados para a sȷ?ntese de proteȷ?na microbiana (ATP e estrutura carbɄ?nica)

8.5. Os produtos finais da fermentaȱ?ȧ?o dos CNF no rɐ?men sȧ?o:

8.5.1. Ɠ?cidos graxos de cadeia curta (AGCC)

8.5.2. DiɃ?xido de carbono (CO2)

8.5.3. Gȥ?s hidrogȴ?nio (H2)

8.5.4. Metano (CH4)

8.5.5. Ɠ?cido lȥ?ctico

8.6. Os CNF sȧ?o rapidamente fermentados no rɐ?men, promovendo:

8.6.1. Reduȱ?ȧ?o no pH ruminal

8.6.2. Diminuiȱ?ȧ?o da atividade celulolȷ?tica

8.6.3. Reduȱ?ȧ?o na proporȱ?ȧ?o acetato: propionato

8.6.4. Gordura no leite depende da produȱ?ȧ?o de acetato

8.6.5. Para garantir um teor satisfatɃ?rio de gordura no leite, uma

8.6.6. Uma pequena parte escapa da fermentaȱ?ȧ?o para serem digeridos no ID, pelas enzimas pancreȥ?ticas (amilase) e intestinais (maltase e isomaltase)

8.6.7. O escape depende do tamanho de partȷ?culas e tipo de processamento dos grȧ?os

9. Carboidratos fibrosos - CF (CELULOSE, HEMICELULOSE)

9.1. DESLOCAMENTO DE ABOMASO

9.1.1. Cerca de 80% dos deslocamentos sȧ?o Ȥ? esquerda e 20% Ȥ? direita

9.1.2. Podem ser causados por:

9.1.2.1. Hipomotilidade abomasal devida ao elevado teor de AGCC ou hipocalcemia

9.1.2.2. Acɐ?mulo de gases abomasais

9.1.2.3. Prenhes avanȱ?ada (estiramento dos ligamentos omento-abomasais)

9.2. Locais de digestȧ?o

9.2.1. Celulose Rɐ?men Ƈ? 70 舑? 90 % I. grosso Ƈ? 10 舑? 30%

9.2.2. Hemicelulose Rɐ?men Ƈ? 60 舑? 85 % I. grosso Ƈ? 15 舑? 40%

9.2.3. Amido Rɐ?men Ƈ? 50 舑? 95% I. Delgado Ƈ? 5 - 50 %

9.2.4. CHO solɐ?veis Rɐ?men Ƈ? 95 舑? 98%

10. Metabolismo visceral da glicose

10.1. Em ruminantes, a maior parte dos CHO ȳ? convertido a AGCC

10.2. O fluxo lȷ?quido de glicose atravȳ?s do sistema portal ȳ? normalmente negligenciȥ?vel ou mesmo negativo. Apenas em condiȱ?Ʌ?es extremas de dietas com alto teor de grȧ?os de cereais, este balanȱ?o pode ser positivo.

10.3. Deste modo a biossȷ?ntese de glicose ȳ? uma necessidade absoluta.

11. Metabolismo visceral da glicose