Doenças da Orelha Média

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Doenças da Orelha Média por Mind Map: Doenças da Orelha Média

1. Fraturas do Osso Temporal: Pode ocorrer por causa de queda, acidentes com motocicletas e bicicletas, agressão física, atropelamento, queda de objeto. Segundo Ramadier 6, 7, 8 e Schuknecht9 podemos dividir as fraturas do osso temporal que ocasionam alterações nos sistemas auditivos por planos anatômicos: 1) fraturas longitudinais do rochedo, 2) fraturas transversais do rochedo.​ Perda Auditiva Condutiva, curva tipo Ad.​

2. Otite Média Secretora: é definida pela presença de secreção na orelha média sem sinais e sintomas de infecção aguda. Pode se desenvolver a partir de uma otite média aguda que não ficou totalmente curada, ou derivar de uma obstrução da tuba auditiva( que conecta o ouvido médio com a parte posterior do nariz). As pessoas costumam ter uma sensação de entupimento no ouvido tapado e, ao engolir, podem ouvir um estalido, ou um som crepitante. Na Otite média aguda e secretora a audiometria tonal encontram se perdas auditivas condutivas que podem variar de acordo com a gravidade da otite média secretora. A impedanciometria avalia o grau de resistência da membrana timpânica. Ela confirma a presença de secreção na orelha média ou a existência de pressão negativa na otite média secretora. A impedanciometria avalia o grau de resistência da membrana timpânica. Ela confirma a presença de secreção na orelha média ou a existência de pressão negativa na otite média secretora

3. Otite Média Aguda: É uma infecção bacteriana ou viral, no ouvido médio com início rápido dos sinais e sintomas Geralmente decorrente de uma complicação de resfriados comuns ou de alergias. Os sintomas são: infecção (viral ou bacteriana), alergia, fatores ambientais e sociais (creche, fumante passivo), estação do ano e etc. Tem perda auditiva condutiva, com curva do tipo A.

4. Disfunção Tubária: Disfunção da tuba auditiva é a incapacidade da tuba auditiva de regular adequadamente a pressão de ar no interior da orelha média e/ou drenar, com eficácia, as secreções da fenda auditiva. Ocasionalmente, a disfunção pode envolver refluxo de secreções nasofaríngeas na orelha média. Esses problemas podem ser decorrentes de uma variedade de alterações fisiopatológicas que, de alguma forma, impedem a abertura e o fechamento normais da tuba auditiva. A principal característica audiológica da disfunção tubária será notada no exame de timpanometria, pois este é onde se analisa a pressão da orelha, resultando curva tipo C. Os achados quanto a audiometria podem constar audição dentro dos padrões de normalidade ou perda auditiva condutiva (momentânea ou não).

5. Otite Média Crônica: um processo inflamatório da mucosa da orelha média acometendo desde a membrana timpânica (MT) até cavidades anexas à tuba auditiva que dura mais de 3 meses e é acompanhada de secreção por trás de uma MT intacta ou otorréia associada com perfuração de MT. Pode ser classifica em: simples, suparativa, colesteatomatosa. No começo vai ter perda auditiva condutiva, mas o quadro pode agravar.

6. A otosclerose é uma doença hereditária, degenerativa do osso que forma o ouvido interno, levando à fixação de um ossículo do ouvido médio chamado estribo e dificultando a transmissão do som. O estribo é originalmente móvel e o seu movimento transmite o som para o ouvido interno. Quando ele se fixa, há perda de audição. Inicialmente a perda é condutiva com curva tipo As.

7. A Disjunção de cadeia ossicular ou desarticulação, é quando a cadeia se desencontra, pode se dar devida a fatores congênitos ou adquiridos. ​Perda Auditiva Condutiva do tipo Ad.

7.1. O Barotrauma consiste no aparecimento de lesões variáveis na membrana e/ou cavidade timpânicas, após variação pressorórica incapaz de ser compensada pela tuba auditiva. Essa situação pode ocorrer dentro de minutos a horas. Perda Auditiva Condutiva e curva do tipo Ad.