Fundamentos da Mediação para a Defensoria Pública

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Fundamentos da Mediação para a Defensoria Pública por Mind Map: Fundamentos da Mediação para a Defensoria Pública

1. Comunicação não verbal compreende 93% da comunicação global.

1.1. Técnica CVN: Auxilia no manejo das emoções.

1.1.1. 1: Observador

1.1.2. 2: Identificação de Sentimento

1.1.3. 3:Identificação de Necessidade

1.1.4. 4: Pedido

2. Comunicação não violenta: Geradora de empatia, auxilia o mediador no manejo das emoções dos medianos.

3. Legitimação : Conjunto de atividades e cuidados que fazem com que o mediano se perceba aceito e acolhido

3.1. Uma importante expressão de legitimação por parte do mediador é a identificação e o incentivo das atitudes das partes que apontem para o diálogo e para a colaboração

4. Validação: o mediador atribui qualidades e intenções positivas a comportamentos possivelmente percebidos como negativos ou inadequados

4.1. Um comportamento comum que merece validação são as interrupções nas falas dos mediandos. Pode-se intervir com um simples gesto acolhedor que demonstre que aquele que interrompe terá oportunidade de se manifestar posteriormente; caso se faça necessário, o mediador pode também validar verbalmente

5. Por meio da mensagem-eu, o mediador traz para si a responsabilidade sobre suas percepções e sobre a autoria de seu discurso, permitindo que os mediandos confirmem ou retifiquem seu entendimento

6. O balanceamento é fundamental para que os mediandos percebam a imparcialidade do mediador com relação às partes, estabeleçam confiança no processo e exerçam sua autonomia e protagonismo

7. As perguntas são ferramenta fundamental e de uso constante pelo mediador durante a mediação. As perguntas do mediador permitem que sejam geradas informações, reflexões, ideias e decisões preservando a autonomia e protagonismo dos mediandos. Dentre as diversas classificações acerca das perguntas feitas na mediação, destacam-se:

7.1. Perguntas hipotéticas

7.2. perguntas autoimplicativas

7.3. Perguntas reflexivas

7.4. Perguntas circulares

7.5. Perguntas fechadas

7.6. Perguntas abertas

7.7. Perguntas desagregadoras

8. A redefinição com conotação positiva é a técnica por meio da qual o mediador auxilia os mediandos a identificar qualidades positivas em situações (falas ou atitudes) percebidas como negativas

9. Por meio do parafraseio, o mediador torna a expressar o que foi dito por um dos mediandos, a fim de enfatizar sua fala. O sentido originário da fala é mantido, e podem ser reutilizadas palavras ou expressões originais do discurso do mediando.

10. Os resumos são usados em diversos momentos durante a mediação. Com eles, o mediador situa os mediandos com relação ao procedimento ou sintetiza suas falas.

11. Pessoas em conflito muitas vezes se sentem absorvidas pela disputa. Ao utilizar uma linguagem que desvincula o problema das pessoas (“a questão da casa”, “a questão da convivência com as crianças”), o mediador convida os mediandos a perceber o problema como um ente externo, com vida própria, sobre o qual têm controle e poder de decisão.

12. Cabe ao mediador identificar os impasses que ocorrem no curso da mediação – ou seja, as situações que constituem obstáculos à fluidez do diálogo – a fim de dedicar-lhes a atenção necessária para que sejam superados

13. O modelo de mediação denominado Circular-Narrativo, preconizado por Sara Cobb, pauta seu trabalho na transformação das narrativas trazidas pelos mediandos

14. Escuta: Escuta Qualifica, Escuta Ativa

14.1. Escolher as formas de expressões, para estimular a fala dos outros.