anormalidades laboratoriais das enzimas hepáticas em pacientes assintomáticos

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anormalidades laboratoriais das enzimas hepáticas em pacientes assintomáticos por Mind Map: anormalidades laboratoriais das enzimas  hepáticas em pacientes assintomáticos

1. ABORDAGEM INICIAL

1.1. PACIENTE COM ELEVAÇÃO DE ENZIMAS HEPÁTICA

1.2. SEM SINTOMATOLOGIA

1.3. REPETIÇÃO DO TESTE PARA CONFIRMAÇÃO DO RESULTADO

1.3.1. APRESENTANDO ANORMALIDADE, DEVE SER ANALISADO O NÍVEL DE ALTERAÇÃO

1.3.1.1. MÍNIMA ALTERAÇÃO

1.3.1.1.1. DESDE QUE SEJA EXCLUÍDAS AS CAUSAS

1.4. LIMITES DE NORMALIDADE +_ 2 DESVIO PADRÃO

1.4.1. 5% FIRA DA VARIAÇÃO DEFINIDA COMO NORMAL

1.4.1.1. 2,5% ACIMA DO LIMITE SUPERIOR DA NORMALIDADE (LSN)

1.5. NA MAIOR PARTE DOS CASOS, ESTE AUMENTO NÃO PODE SER EXPLICADO

1.6. ALTERAÇÕES CONSIDERAVEIS FISIOLÓGICAS DAS ENZIMAS

1.6.1. (AST)AMINOTRANSFERASE

1.6.1.1. APÓS ATIVIDADES FÍSICAS MAIS EXAUSTIVAS

1.6.2. (FA)FOSFATASE ALCALINA

1.6.2.1. NO TERCEIRO TRIMESTRE DE GESTAÇÃO

2. ABORDAGEM DIRECIONADA

2.1. TESTES OU PROVAS DE FUNÇÃO HEPÁTICA

2.1.1. AVALIAM FUNÇÃO HEPÁTICA

2.1.1.1. CORRELACIONAM COM A GRAVIDADE DA DOENÇA

2.2. ATIVIDADE OU TEMPO DE PROTROMBINA(RNI)

2.3. DOSAGEM DA ALBUMINA

2.4. BILIRRUBINAS SÉRICAS

2.4.1. FRAÇÃO DIRETA MARCADOR DE COLESTASE

3. PROVAS DE LESÃO HEPÁTICA

3.1. MARCADORES DE INJURIA

3.1.1. HEPTOCELULAR

3.1.2. INDICADORES DE COLESTASE

4. AMINOTRANSFERASES ALTERADAS(ALT)

4.1. ENZIMAS CITOSSÓLICA

4.2. PREDOMINANTEMENTE HEPÁTICA

4.3. MAIS ESPECÍFICA QUE A AST

4.4. PREDOMINANTEMENTE MITOCONDRIAL

4.5. TAMBÉM EMCONTRADA, PORÉM MENOS ESPECÍFICA

4.5.1. MÚSCULO ESQUELÉTICO E CARDIÁCO

4.5.2. RINS

4.5.3. CÉREBRO

4.6. LIBERADA MEDIANTE A RUPTURA DA MEMBRANA CELULAR

4.7. CONSTITUINDO MARCADORES SENSÍVEIS E REFLETINDO INJÚRIA HEPATOCELULAR

4.8. VALORES DE REFERÊNCIA DE 30 A 40 U/MASSA CORPORAL

4.9. QUEDA ABRUPTA DOS NÍVEIS DA ENZIMA

4.9.1. SIGNIFICA INSUFICIÊNCIA HEPATOCELULAR

4.9.1.1. CONFIRMADO O REULTADO

4.9.1.1.1. PROPEDÊUTICA COMPLEMENTAR ESPECÍFICA

4.10. PRINCIPAIS CAUSAS DE ELEVAÇÃO

4.10.1. HEPATITES VIRAIS AGUDAS

4.10.1.1. ALTERAÇÃO MAIS EXPRESSIVA

4.10.2. CAUSAS DE INJÚRIA

4.10.2.1. ALTERAÇÃO MODERADA

4.10.2.2. ÁLCOOL

4.10.2.3. AGUDIZAÇÃO DE DOENÇA AUTO-IMUNE E OU DE WILSON

4.10.3. DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA E A HEMOCROMATOSE

4.10.3.1. ALTERAÇÃO BAIXA

5. DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA(DHGNA)

5.1. CAUSA DE ANORMALIDADE DAS ENZIMAS HEPÁTICAS

5.2. AUMENTO DA OBESIDADE E ASSOCIAÇÕES

5.2.1. DIABETES E HIPERTENSÃO

5.3. CORRELACIONADA Á INFLAMAÇÃO SÍSTEMICA INERENTE Á SINDROME METABÓLICA

6. ALTERAÇÃO DA FOSFATASE ALCALINA(FA)

6.1. PRESENTE

6.1.1. NA PORÇÃO APICAL DA MEMBRANA PLASMÁTICA DAS HEPATÓCITOS

6.1.2. FACE LUMINAL DO EPITÉLIO DOS DUCTOS BLIARES

6.2. AUMENTO DO NÍVEL SÉRICO DA FA

6.2.1. NA VIGÊNCIA DA LESÃO HEPÁTICA

6.2.2. RESULTA DO AUMENTO DE SUA SÍNTESE

6.2.2.1. LIBERAÇÃO NO PLASMA

6.2.3. DECORRENTE DA RUPTURA DOS CANALÍCULOS BILIARES

6.2.3.1. NO INTERIOR DOS SINUSÓIDES HEPÁTICOS

6.3. QUADRO DE OBSTRUÇÃO BILIAR AGUDA

6.3.1. 24 HORAS A 48 HORAS PARA SE ELEVAR

6.3.1.1. MEIA VIDA ALTERADA

6.3.1.1.1. PODE PERMANECER 1 SEMANA ALTERADA

6.3.1.1.2. PODE PERMANECER 1 SEMANA ALTERADA

6.4. FONTES PRINCIPAIS

6.4.1. FÍGADO E OSSOS

6.5. ABORDAGEM DA ELEVAÇÃO FA

6.5.1. PRIMEIRO PASSO

6.5.1.1. IDENTIFICAÇÃO DA SUA PROCEDÊNCIA

6.6. DOSAGENS DA GAMA-GLUMILTRANSFERASE CONFIRMA A ORIGEM HEPÁTICA

6.7. ELEVAÇÔES EXPRESSIVAS ENCONTRADAS

6.7.1. INFRA-HEPÁTICA

6.7.1.1. NÍVEL DA FA NÃO DEVE SER UTILIZADO PARA DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DESSAS AFECÇÕES

6.8. PERSISTÊNCIA DE FA ELEVADO ACIMA DE 50% DO LSN

6.8.1. AVALIAÇÃO HISTOLÓGICA

7. ALTERAÇÃO DA GAMA-GLUTAMILTRANSFERASE(g-GT)

7.1. g-GT É UMA ENZIMA MICROSSOMAL

7.2. ENCONTRADA NOS HEPATÓCITOS E NAS CÉLULAS EPITELIAIS BILIARES

7.3. CONSTITUI UM MARCADOR SENSÍVEL

7.3.1. DE COMPROMETIMENTO DA FUNÇÃO HEPATOBILIAR

7.3.2. BAIXA ESPECIFICIDADE

7.4. NÍVEIS ELEVADAS

7.4.1. VARIEDADE DE CONDIÇÕES PATOLÓGICO

7.4.1.1. DOENÇA PANCREÁTICA

7.4.1.2. INFARTO DO MIOCÁRDIO

7.4.1.3. INSUFICIÊNCIA RENAL

7.4.1.4. DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA

7.4.1.5. DIABETES E ALCOOLISMO

7.5. GANHO PONDERAL NA PRESENÇA OU AUSÊNCIA

7.5.1. DOENÇA HEPÁTICA GORDUROSA NÃO ALCOÓLICA

7.6. DETECÇÃO DE INGESTÃO ALCOÓLICA VARIA DE 52 A 94%

7.7. CONFIRMAR A ORIGEM HEPÁTICA DA FA

7.8. AUXILIAR NA ABORDAGEM DA ELEVAÇÃO DE OUTRAS ENZIMAS HEPÁTICAS

7.8.1. AUXILIA NA CONFIRMAÇÃO DO AUMENTO DO VCM

7.9. NO CONTEXTO DO USO ABUSIVO DE ÁLCOOL