CIRURGIA SEGURA

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CIRURGIA SEGURA por Mind Map: CIRURGIA SEGURA

1. OBJETIVO 10: OS HOSPITAIS E OS SISTEMAS DE SAÚDE PÚBICA ESTABELECERÃO VIGILÂNCIA DE ROTINA SOBRE A CAPACIDADE, VOLUME E RESULTADOS CIRÚRGICOS

1.1. Lista de verificação de segurança

1.2. Protocolos padronizados para assistência

2. VIABILIDADE E IMPLICAÇÕES DA MENSURAÇÃO

2.1. Indicadores

2.1.1. Principais competências da informação em saúde

2.2. Fontes de dados

2.2.1. Baseadas na população

2.2.2. Dependentes do serviço de saúde

2.3. Infra-estrutura

2.3.1. Requisitos estruturais mínimos: pessoal, treinamento, equipamentos, entre outros.

2.4. Considerações econômicas

2.4.1. Custos diretos e indiretos de implementação

2.5. Incentivos positivos

2.5.1. Melhora nas cirurgias

2.6. Incentivos negativos

2.6.1. Aumento de cirurgias eletivas inadequadas

2.6.2. Mortalidade insuficientemente relatada

2.6.3. Alta precoce de pacientes enfermos

2.6.4. Falha ao intervir em pacientes criticamente enfermos

2.7. Variabilidade de casos e ajuste de risco

2.7.1. Redução de complicações e mortes consequentes à cirurgia

3. MEDIDAS ATUAIS EM CIRURGIA

3.1. 234 milhões de cirurgias

3.2. Negligência de dados

4. VIGILANCIA CIRÚGICA: ESTATÍSTICAS DEMOGRÁFICAS CIRÚRGICAS PARA AVALIAÇÃO EM NÍVEL DOS SISTEMAS

4.1. Estatísticas demográficas cirúrgicas básicas

4.1.1. Número de salas de operação

4.1.1.1. Avaliação da disponibilidade, acesso e distribuição dos serviços cirúrgicos e da cobertura

4.1.2. Número de cirurgias realizadas em salas de operação

4.1.2.1. Indicação sobre o acesso e uso da assistência à saúde

4.1.3. Número de cirurgiões e anestesiologistas habilitados

4.1.3.1. Disponibilidade e composição dos recursos humanos para a saúde

4.1.4. Número de mortes nas primeiras 24h após cirurgia

4.1.4.1. Indicador importante sobre o paciente, cirurgião, operação e características da anestesiologia

4.1.5. Número de mortes de pacientes internados após cirurgia

4.1.5.1. Condições do paciente, extensão e complexidade do procedimento e qualidade da assistência

4.2. Estatísticas demográficas cirúrgicas intermediárias

4.2.1. Números de salas de operação

4.2.2. Número de cirurgiões treinados

4.2.3. Número de outros fornecedores de cirurgia

4.2.4. Número de anestesiologistas habilitados

4.2.5. Número de enfermeiros perioperatórios

4.2.6. Número de procedimentos cirúrgicos realizados para os 10 procedimentos de emergência ou eletivos mais prevalentes

4.2.7. Proporção de mortes no dia da cirurgia para os 10 procedimentos mais prevalentes

4.2.8. Proporção de mortes de pacientes internados após cirurgia para os 10 procedimentos mais prevalentes no país

4.3. Estatísticas demográficas cirúrgicas avançadas

4.3.1. A comparação entre países é dificultada devido às diferenças entre as características da população

5. VIGILANCIA CIRÚRGICA: MENSURAÇÕES BÁSICAS DO PACIENTE NO HOSPITAL E NÍVEIS MÉDICOS

5.1. Taxas de mortalidade no dia da cirurgia e pós-operatória nos pacientes internados:

5.1.1. Fornecem informações aos serviços e médicos sobre ações cirúrgicas e como os pacientes estão, de maneira geral, visando melhora da assistência.

5.1.2. Variabilidade das taxas entre as instituições.

5.2. Infecções do sítio cirúrgico:

5.2.1. Complicações cirúrgicas; observadas em vários momentos como avaliação das consequências da assistência.

5.2.2. Importante dentro de um programa de controle de infecção hospitalar; usada para melhorar a taxa de infecção após a cirurgia.

6. CLASSIFICAÇÃO DE APGAR

6.1. É um sistema de 10 pontos. Baseia-se em três parâmetros transoperatórios:

6.1.1. Perda sanguínea transoperatória estimada

6.1.2. FC mais baixa

6.1.3. PA média mais baixa

6.1.4. Fornece uma descrição de como ocorreu a cirurgia através da avaliação da condição do paciente após a cirurgia.

6.1.4.1. Alterações da FC e PA representa o estado fisiológico do paciente e a competência da abordagem anestésica.

6.1.5. 0 - perda sanguínea maciça, hipotensão e FC alta.

6.1.6. 10 - Perda sanguínea mínima, PA normal e FC fisiologicamente baixa a normal.

6.1.7. Pacientes com pontuação <5, tiveram > chance de apresentar complicações em relação aos pacientes com pontuação mais alta (9 ou 10).

6.1.8. Medida útil dos resultados cirúrgicos

6.1.8.1. Visa que os pacientes tenham a pontuação mais alta possível.

7. RECOMENDAÇÕES

7.1. Altamente recomendadas

7.1.1. Nível nacional: número de salas imperatórias e o número de cirurgias realizadas e cada uma; número de cirurgiões e anestesiologistas capacitados; taxa de mortalidade pós e nas 24hrs após a cirurgia

7.1.2. Nível hospitalar e médico: taxa de mortalidade no dia da cirurgia e pós operatório; taxa de infecção do sítio cirúrgico; classificação cirúrgica de Apgar.

7.2. Recomendadas

7.2.1. Número de salas de operação por localidade; número de cirurgiões por especialidade, enfermagem e outros profissionais; número de procedimento cirúrgico em casa sala para os 10 procedimentos de emergência ou eletivos do país, sua proporção de morte pós operatório e dos pacientes internados.

7.3. Sugeridas

7.3.1. Realizar acompanhamentos individual dos casos que tiveram complicações de acordo com sua especificidade.

8. CULTURA DA EQUIPE E SEUS EFEITOS NA SEGURANÇA

8.1. Estruturas,papéis e atitudes frente a segurança do paciente

8.2. Planejamento interdisciplinar,cultura construtivista e hierarquia

8.3. Check list e padronização dos protocolos

9. OBJETIVO 9: A EQUIPE SE COMUNICARÁ EFETIVAMENTE E TROCARÁ INFORMAÇÕES CRÍTICAS PARA A CONDUÇÃO SEGURA DA OPERAÇÃO

9.1. Implementações de boas práticas para a equipe multiprofissional como metodologias e padronização dos cuidados

9.2. Prevenção de falhas e fatores de risco para os pacientes e equipe

10. PADRÕES DE INTERRUPÇÃO NA COMUNICAÇÃO

10.1. Pré,durante e após

10.1.1. 30% ocorre durante a troca de equipe - 1/3 podem resultar em danos ao paciente

10.2. Ambiguidade da responsabilidade,falta de planejamento e troca de turnos e transferência inadequada do paciente

11. REDUZINDO A INTERRUPÇÃO NA COMUNICAÇÃO DURANTE A CIRURGIA

11.1. Sessões Informativas no pré-operatório - transferência de informação crítica.

11.1.1. "Pausa Cirúrgica" - confirmação do paciente, procedimento e sítio.

11.1.2. Modificações de planos operatórios de rotina, questões referentes ao paciente e disponibilidade de exames por imagem.

11.2. Redução de cirurgias erradas e em sítio errado; nos custos; questões relacionadas a equipamentos; melhoria no uso de medicação profilática.

11.3. Verificação sobre o equipamento requerido --> redução dos problemas com equipamentos (10% dos erros nas salas de operação)

11.4. Informes pós-procedimento cirúrgico: Pausa após conclusão de uma operação para revisar o que foi realizado, aborda eventos críticos e os planos de abordagem para recuperação.

11.5. Intervenção segura

12. LISTAS DE VERIFICAÇÃO PARA MELHORAR A SEGURANÇA E COMUNICAÇÃO

12.1. Neutralizam as omissões por falha humana.

12.1.1. Quando acontecem essas omissoões: excesso de informação, múltiplas etapas, etapas repetidas, interrupções e distrações.

12.1.2. Usadas: Terapia Intensiva e Anestesiologia.

12.1.3. Motivo: Assegura medidas de segurança. Verificação simples - a anti-sepsia cirúrgica, uso de luva, capote, gorro e máscara, cobrir o paciente, manter o campo estéril, avaliação diária.

12.1.4. Notou-se redução drástica de infecções relacionada aos cateteres.

13. ARQUIVAMENTO

13.1. Fornece: assistência de alta qualidade.

13.2. Importância: manutenção de comunicação adequada na prática profissional.

13.3. Bom registro: claro, preciso, legível, atualizado. Deve relatar conclusões relevantes, decisões tomadas, informações passadas para o paciente e medicamentos prescritos.

13.4. Deve estar disponível para a equipe multidisciplinar.

13.5. Permite: reconstrução de acontecimentos, tratamento e intervenções adicionais.

14. RECOMENDAÇÕES

14.1. Assegurar que a equipe esteja consciente das etapas críticas do procedimento, risco de perda sanguínea, qualquer equipamento especial necessário e desvio de prática rotineiro.

14.2. Informar preocupações críticas de segurança, falta de disponibilidade ou preparo de algum equipamento especial.

14.3. Assegurar que imagens necessárias estejam disponíveis e visíveis na sala.

14.4. Notificar a equipe sobre qualquer preocupação adicional reconhecida durante a cirurgia ou recuperação.

14.5. Manter um relato cirúrgico preciso, completo e assinado.

14.6. Relato de paciente deve ser: claro, objetivo, atualizado, a prova de falsificação, original,

14.7. A informação registrada: contagem de compressas, agulhas, pérfuro-cortantes e instrumentais, nome e posição da equipe que realizou a contagem, instrumentais e compressas deixadas no interior do paciente, qualquer atitude tomada na discrepância da contagem, se não houve contagem e porque não houve.