A TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA E IDOSOS (Couto et al, 2008)

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A TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA E IDOSOS (Couto et al, 2008) por Mind Map: A TERAPIA FAMILIAR SISTÊMICA E IDOSOS (Couto et al, 2008)

1. As contribuições da terapia familiar no contexto do envelhecer

1.1. Teoria Geral dos Sistemas (Nichols & Schwartz, 1998).

1.1.1. “A teoria dos sistemas não é na verdade uma doutrina coerente, padronizada, mas é mais uma maneira de pensar, e há muitas variações sobre o tema sistêmico” (Nichols & Schwartz, 1998: 87).

1.2. Um sistema é compreendido como um conjunto de entidades ou elementos unidos por alguma forma de interação ou interdependência que forma um todo integral (Jordan, 1974)

1.2.1. Nas pesquisas sobre envelhecimento bem-sucedido, o equilíbrio entre as limitações e as potencialidades do indivíduo desempenha um papel importante na busca do envelhecer bem (Neri, 2003).

2. A mudança paradigmática

2.1. Da patologização do envelhecer a posição mais positiva, que se dedica ao estudo dos recursos e das potencialidades existentes na velhice ( (Paula Couto e cols., 2006; Seligman & Csikszentmihalyi, 2000).

2.2. A psicogerontologia

2.2.1. Uma área de estudo e prática psicológica específica para esse momento do ciclo evolutivo do desenvolvimento humano.

3. Propostas de diversas alternativas terapêuticas sistemáticas

3.1. Terapia individual e sistêmica com idosos

3.1.1. O processo de envelhecimento, como é exemplificado no caso de Vilma, é permeado por inúmeras transformações em nível biológico, psicológico e social.

3.1.1.1. A conduta terapêutica preventiva

3.1.1.1.1. Teoria da Seletividade Socioemocional através das relações de proximidade (Carstensen, Pasupathi, Mayr & Nesselroade, 2000).

3.2. Terapia de casal na terceira idade

3.2.1. No ciclo vital do casal, há pontos críticos, períodos de transição e de crises que levam a modificações nas formas como o casal interage.

3.2.1.1. A condução da relação para a manutenção de uma relação conjugal satisfatória (Sattler, Eschiletti, de Bem & Schaefer, 1999)

3.2.1.1.1. Tendência a dependência mutua do casal

3.3. Terapia familiar com membro idoso

3.3.1. A inclusão de membros idosos na terapia de uma família abre-se uma porta de acesso a antigos mitos e legados familiares.

3.3.1.1. Mitos, entretanto, são de mais difícil questionamento e regras podem (ou não) ser negociadas e flexibilizadas.

3.3.1.1.1. O desenvolvimento do mito familiar parece ter sua base em problemas não resolvidos de perda, separação, abandono, entre outros.

3.4. Terapia familiar com o idoso como família extensa

3.4.1. Ao se casar com uma pessoa se casa com sua família (Loriedo e Strom (2002).

3.4.1.1. Os mitos e os segredos famliares podem gerar distorções de informações e evitação dos assuntos que podem ameaçar o funcionamento do sistema

3.4.1.1.1. Muitos segredos surgem para tentar proteger os outros membros do sistema, entretanto acabam por distanciar as pessoas e fragilizar a confiança entre elas Papp (1994).

3.5. Compreender os eventos normativos e não normativos do ciclo de envelhecimento

3.5.1. Mapear as redes de apoio informais e formais do idoso

3.5.1.1. As relações interpessoais e as transferências transgeracionais e intergeracionais na transmissão cultural

3.5.2. Perdas, ganhos e alocação dos recursos psicoemocionais, sociais, individuais, familiares, sociais, etc

3.5.2.1. Identificar o impacto da mudanças nos papeis sociais neste ciclo de vida

3.6. Os membros devem ser convidados como uma ajuda ao terapeuta, desde a sua experiência, sua competência e seu patrimônio cultural são excelentes recursos para a consultoria do terapeuta e da família (Loriedo & Strom, 2002).

4. Os membros devem ser convidados como uma ajuda ao terapeuta, acreditando que sua experiência, sua competência e seu patrimônio cultural são excelentes recursos para a consultoria do terapeuta e da família (Loriedo & Strom, 2002).

5. intervenções, baseadas na perspectiva sistêmica, podem acionar os recursos presentes na rede social (amigos, familiares, agentes de saúde e grupos de convivência) a que pertencem.