Câncer de Ovário

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Câncer de Ovário por Mind Map: Câncer de Ovário

1. Assintomático nas fases iniciais e diagnosticado em fases avançadas

2. Menor chance de cura entre os tumores ginecológicos

3. Epiteliais

3.1. Mais frequentes (65%)

3.2. Transformação maligna do epitélio da superfície ovariana

3.3. 50-60 anos

4. Germinativos

4.1. 20%

4.2. 1ª e 2ª décadas de vida

4.3. Ex: teratoma

5. Estroma gonadal

5.1. 6%

5.2. Tumores da teca- granulosa (produz estrogênio) ou tumores de Sertoli-Leydig (produz androgênios)

5.3. Derivam do estroma, a partir do cordão sexual da gônada embrionária

6. Fatores de risco

6.1. HF de câncer de ovário(1º grau)

6.2. Mutações genéticas, principalmente em BRCA1/BRCA2

6.3. Sínd de Lynch II (câncer colorretal polipoide)

6.4. Nuliparidade

6.5. Não uso de ACO

6.6. Menarca antes dos 12 e menopausa depois dos 52 anos

6.7. Endometriose

6.8. Obesidade

7. Fatores de proteção

7.1. Multiparidade

7.2. Uso de ACO

7.3. Amamentação

7.4. Laqueadura tubária

7.5. Salpingooforectomia bilateral

8. Rastreamento apenas na população de risco

8.1. Exame pélvico anual

8.2. CA 125 a cada 6 meses ou anual

8.3. USG transvaginal a cada 6 meses ou anual

9. Sinais e sintomas (quando presentes)

9.1. Ciclos irregulares

9.2. Aumento abdominal

9.3. Ascite, massa abd ou pélvicas

9.4. Dor abd ou pélvica

9.5. Perda de apetite e peso

9.6. Dispareunia

9.7. Compressão do reto e/ou bexiga (mudança de hábitos intestinais e/ou urinários)

9.8. Dificuldade respiratória e saciedade precoce (ASCITE)

10. Diagnóstico

10.1. Exame físico

10.1.1. Abdômen protuso com massa pétrea, irregular e fixa com sinais de ascite

10.1.2. Ao toque vaginal, ocupação dos fundos de saco vaginais por nodulações endurecidas

10.2. USG abd e transvag

10.2.1. Massas ovarianas e ascite

10.2.2. Lesões sugestivas de malignidade:

10.2.2.1. Cistos > 8cm

10.2.2.2. Massas sólidas

10.2.2.3. Cistos com septos espessos(>3 mm), papilas, espessamento da parede do cisto, nodularidades, multiloculações, presença de componentes sólidos em seu interior

10.2.3. Pode ser associado à dopplerfluxometria, que observa fluxo sanguíneo de alta velocidade e baixa resistência

10.3. RM eTC de abd e pelve

10.3.1. Avaliação de toda cavidade abd

10.3.2. Auxílio pré-operatório na programação da cirurgia de massas sugestivas de malignidade

10.4. RX e TC de tórax

10.4.1. Derrame pleural e linfonodomegalias mediastinais

10.5. Cirurgia

10.5.1. Histerectomia total, salpingooforectomia bilateral, linfadenectomia, omentectomia e lavado peritoneal

10.5.2. Coleta de material pra histopatologia ou tratamento definitivo

10.6. Histopatológico

10.6.1. PADRÃO OURO

10.6.2. Realizado após a cirurgia

10.7. Marcadores tumorais

10.7.1. Na prática: CA 125 porque os tumores epiteliais são os mais comuns e esse é o principal marcador dos epiteliais

10.7.2. Novo Tópico

11. Metástase

11.1. 1) fígado

11.2. 2) pulmão

11.3. 3) cérebro

12. Tratamento e estadiamento

12.1. Estadiamento é cirúrgico e a doença é estadiada e tratada ao mesmo tempo na cirurgia

12.2. Achados sugestivos de malignidade: implantes peritoneais, hemorragias e necrose, aderência a outros órgãos, ascite, rotura de cápsula, áreas sólidas, bilateralidade

13. Fatores prognósticos

13.1. Idade (5ª e 6ª décadas)

13.2. Volume da ascite

13.3. Grau de diferenciação celular

13.4. Tipo histológico

13.5. Ploidia

13.6. Extensão da doença residual após cirurgia

13.7. Aumento do CA 125 durante o tratamento