Educação Especial e Educação InclusivaInclusivaInclusivaInclusivaInclusivaInclusivaInclusivaInclu...

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1. Educação Especial

1.1. Executar as atividades sob óticas de perspectivas diferentes

1.1.1. São diretrizes essenciais da educação: cuidar e educar, sendo os eixos norteadores: brincar e interagir. Já os direitos são: conviver, participar, brincar, explorar, se conhecer e se expressar

1.1.1.1. Tais diretrizes, eixos e direitos interagem entre si provendo uma educação inclusiva.

1.2. Fazer o planejamento pautado no que o aluno precisa desenvolver

1.2.1. A BNCC quer uma educação em uma sociedade justa, democrática e inclusiva

1.2.1.1. Muitas são as limitações e dificuldades encontradas pelas pessoas com deficiência no Brasil no que se refere ao seu direito a educação.

2. Educação Inclusiva

2.1. Desde a infância os estudantes aprendam a conhecer,a interagir,a compreender, reconhecer e a valorizar as diferenças dentre a diversidade de possibilidades do ser humano.

2.1.1. Para o ambiente escolar, é extremamente importante pois cria um ambiente inclusivo, acolhedor e participativo a todos, enriquecendo ainda mais a vida acadêmica

2.1.1.1. Os pontos positivos da educação são convívio entre alunos com e sem deficiência que favorece o desenvolvimento intelectual e emocional de todo

2.2. Uma formação proporcionada pela educação inclusiva se reflete também na vida adulta, para além das escolas, e na gradativa mudança de cultura social para com as pessoas com deficiências ou diferentes.

2.2.1. Tem escolas que ainda não estão adaptadas para atender essas crianças, como por exemplo sem espaços, com falta de profissionais especializados com isso acontecendo quem acaba sofrendo as consequências é a criança.

2.2.1.1. Os alunos sem deficiência que passaram por classes inclusivas valorizam mais a diversidade, aprendem a viver com o diferente, e consequentemente se mostram menos preconceituosos.

2.3. A Educação inclusiva deve ser implantada em todos os níveis de ensino. E tem que começar logo do ensino infantil, pois se trata da base de todo o aprendizado humano, passível de fracasso

2.3.1. Se o aluno não tiver uma boa base educativa, sem dúvida alguma, haverá problemas no futuro quanto ao aprendizado

2.3.1.1. Hoje a função do professor é também além de trabalhar o aluno com deficiência fazer com que a comunidade entender melhor o que a inclusão representa na educação escolar de todo e qualquer aluno e especialmente para os que têm deficiência, visando universalizar o acesso, permanência e o prosseguimento da escolaridade.

3. Avaliação na Educação Inclusiva

3.1. É preciso repensar suas formas revendo conceitos, readequando-os à luz da averiguação das aprendizagens acessíveis

3.1.1. Na ação avaliativa, deve-se focalizar: contexto de aula (metodologias, relações interpessoais, condições físico/estruturais, flexibilidade curricular, projeto pedagógico, equipe docente...). É preciso ter múltiplos olhares à avaliação para que possa abranger a todos

3.1.1.1. Deve ser efetuada em 3 etapas básicas: 1) investigação acerca do que o aluno já sabe; 2) o que ensinar (o currículo) e 3) Definição da estratégia a ser utilizada

3.2. Adaptações curriculares como indicadores de aprendizagem, flexibilização no planejamento e na função do Parecer do aluno como acompanhamento individual de suas carências, colocando a avaliação como processo reflexivo e prático na avaliação da escola com todos e para todos

3.2.1. As revisões das estratégias de ensino que possibilitem ao sujeito questionar, ser questionado e participar das práticas metodológicas, vai significar inseri-lo no contexto da aprendizagem ativa e inclusiva; ou seja, a avaliação não pode ser vista como prática de exclusão, mas sim de inclusão.

3.2.1.1. Os laudos clínicos devem ser tratados como informações a serem avaliadas pela equipe escolar, e não como fator determinante para as ações pedagógicas. Sua utilização deve ter um caráter secundário em relação a quais serão as estratégias utilizadas para o aprendizado do aluno, no contexto de um processo contínuo.

3.3. A avaliação é um processo contínuo e transformador. Não pode ser usado como instrumento de penalização do educando.

3.3.1. É preciso trabalhar com o conceito de uma avaliação em uma proposta multifacetada, onde a preocupação não é preparar os educandos para se saírem bem em provas e testes; mas que se tornem capazes e autônomos nas averiguações e na seleção dos saberes.

3.3.1.1. A avaliação pedagógica na educação especial, deve ser feita da mesma forma que com os demais alunos, pelo professor responsável pela sala de aula, auxiliada pelos outros setores sociais como a saúde, o esporte, Ministério Público, dentre outros, onde a escola tomará as decisões educacionais sobre o aluno.

4. A educação inclusiva na educação infantil

4.1. Educação especial como modalidade de educação escolar, destinada aos educandos portadores de necessidades especiais.

4.1.1. Todas as crianças tem direito a frequentar a escola, sendo essa criança com necessidades especiais ou não

4.1.1.1. Embora muitas escolas ainda não estejam preparadas para receber essa criança a instituição tem por obrigação acolhe-la de tal maneira que essas se adaptem a esse ambiente de forma que seja agradável estar ali

4.2. As crianças pequenas elas aprendem com experiências e vivências, que marcam essa etapa do desenvolvimento humano. Cabe destacar que a inclusão escolar deve ser vista como uma experiência para todas as crianças e que devem ser intencionalmente planejadas.

4.2.1. Devemos levar em consideração as diversas infâncias vividas por nosso alunado, pois temos crianças vivendo essa infância de variadas formas e com variados tipos de famílias, além das que são de diferentes grupos sociais, étnicos, religiosos, e tem também as que tem especificidades no seu desenvolvimento cognitivo.

4.2.1.1. Estamos falando de diversidade, mas sempre com uma certeza: todas as crianças tem direitos e podem aprender.