Nosso Inbound Marketing

Começar. É Gratuito
ou inscrever-se com seu endereço de e-mail
Nosso Inbound Marketing por Mind Map: Nosso Inbound Marketing

1. 1. Desenvolver material conceitual sobre como deve ser o nosso inbound marketing, propondo estratégias e métricas de acompanhamento (até final de maio)

2. estratégias

2.1. atração de leads

2.1.1. criação de conteúdos em imagens, textos, áudios e vídeos

2.1.1.1. para o blog

2.1.1.2. para o site

2.1.1.3. para redes sociais

2.1.2. parcerias com outros GTDlovers que já possuam muitos seguidores (ex.: Thais)

2.1.3. interação com leitores em todos os cenários

2.2. conversão de leads

2.2.1. criação de materiais avançados, atraentes e segmentados por persona

2.2.1.1. e-books

2.2.1.2. áudios

2.2.1.3. vídeos

2.2.1.4. cases

2.3. pré-vendas - nutrição de leads

2.3.1. criação de workflows com mensagens que conduzam pelo funil

2.3.1.1. existe uma lógica por trás desses emails: Email 1: Mais conteúdo para reforçar a marca e educar o cliente Email 2: Conteúdo um pouco mais avançado e já mostrando um pouco mais da empresa Email 3: Conteúdo de Meio de Funil, mostrando cases de cliente e como a empresa trabalha (já é mais perto da venda) Email 4: Oferta de compra Email 5: Break off: um email de "despedida", para a pessoa saber que é a última chance de entrar em contato.

2.4. retenção/fidelização

2.4.1. criação de workflows com mensagens que conduzam para a fixação da marca, excelência no atendimento, suporte pós venda

3. apuração de métricas

3.1. ROI = faturamentos – investimentos

3.2. Taxas de conversão

3.2.1. Download de materiais: total de downloads / total de visitas

3.2.2. Landing page: total de leads / total de visitas

3.2.3. E-mail marketing: total de vendas / total de cliques

3.2.4. Mídias sociais: total de acessos vindo da rede / leads convertidos

4. Análises

4.1. Primeiro, temos o número de visitantes que chegam ao seu site por diversos canais. Depois, podemos fazer a seguinte relação: desse número x de visitantes, quantos converteram (baixaram algum material)? Passamos, então, para os leads. Dos leads, quantos deles foram trabalhados por meio de conteúdo ou de contatos da equipe de vendas a ponto de tornarem-se oportunidades? Passamos para o final do funil, em que as oportunidades foram convertidas em negócios fechados.

4.2. Nesse momento é interessante pensar em algumas métricas e questionar a performance por etapa: qual é a proporção de visitantes que se tornaram leads? Se é muito pequena, o que pode estar acontecendo com esse visitante que chega até a sua página, porém, não baixa nenhum material? A relação entre a quantidade de leads e oportunidades geradas é outro indicativo interessante: se tanta gente se interessa pelo seu conteúdo e baixa seus materiais, por que será que você não consegue deixar esses leads qualificados? Por fim, qual é a relação entre as oportunidades geradas e os negócios fechados? Será que a equipe comercial está dando um atendimento adequado a essas pessoas que já demonstraram forte interesse pelo seu produto ou serviço… O que falta para eles fecharem com a sua empresa? Outra comparação interessante também é a relação entre as duas pontas do funil, observando a quantidade de visitantes que acessa seu site versus a quantidade de clientes que você está conseguindo fechar.

5. aprimoramento constante

5.1. E em relação ao comportamento do usuário, não há como adivinhar a mecânica das coisas, é preciso testar e medir constantemente para identificar o que funciona e o que não funciona, para evoluir as estratégias da maneira mais ágil e eficiente possível. Por isso, os chamados testes A/B são tão essenciais no refinamento de estratégias e ações com foco no desempenho, e a melhor forma de aprender mais sobre como as coisas funcionam ao longo do processo.

5.2. A manutenção é essencial: conferência, revisão, correção e melhora constantes.