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Conceitos por Mind Map: Conceitos

1. Indivíduo

1.1. O indivíduo, seguindo a tradição vigotskiana (Vigoysky, 1978), é sempre uma entidade social e, como tal, um símbolo vivo do grupo que ele representa. Assim, o indivíduo no grupo, próprio das abordagens quantitativas, pode ser abordado como sujeito genérico — como o grupo no indivíduo —, contanto que tenhamos uma compreensão adequada do contexto social por ele habitado: seu  habitus e a teia mais ampla de significados na qual o objeto de representação está localizado. É esta, possivelmente, a contribuição mais valiosa da Psicologia Social para o estudo das representações sociais: a ênfase no processo de elaboração das representações a partir das práticas sociais que as definem e que são por elas definidas, bem como a abertura da possibilidade de se trabalhar o particular como expressão do universal, através de estudos de caso social e historicamente contextualizados. (VIGOTSKY, L. S., 1978. Mind in Society. Cambridge: Harvard University Press)

1.2. Ser humano; pessoa considerada de modo isolado em sua comunidade, numa sociedade ou coletividade; o ser que faz parte da espécie humana; o homem: os direitos dos indivíduos.[Biologia] Ser único de uma espécie; ser que se distingue dos demais.[Por Extensão] Pej. Quem não se quer nomear: o indivíduo chegou tarde?adj.Que não é possível dividir, separar: culturas indivíduas.(Etm. do latim: individuus.a.um) (DICIONÁRIO ONLINE DE PORTUGUÊS. Indivíduo. Disponível em: <http://www.dicio.com.br/individuo/>. Acesso em: 29 jul. 2016).

2. Homem

2.1. “(...)o homem, para Sartre, é um ser que se constitui ao mesmo tempo como corpo e consciência, em que esta só pode ser compreendida como sendo relação a1 alguma coisa. Por isso sua teoria indica que toda consciência é consciência de alguma coisa, sendo desprovida de todo e qualquer conteúdo. Ela é so-mente “relação”, não tendo interior nem conteúdo, revelando-se, então, como a dimensão subjetiva do sujeito, compreendida como a negação do absoluto de objetividade. Nesta perspectiva, o conceito de consciência em Sartre abarca todo e qualquer fenômeno da psique humana, desde o mais breve impulso perceptivo de um recém-nascido, até a mais elaborada das reflexões de um sujeito adulto. (MEHEIRIE, Kátia. Constituição do sujeito, subjetividade e identidade.. Interações, São Paulo, v. 7, n. 13, p. 31-44, jun./jul. 2016. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141329072002000100003&lng=pt&nrm=iso>. acessos em  26  jul.  2016.>. Acesso em: 26 jul. 2016. )

2.2. O Homem (o Ser Humano ) como ser da Práxis que vem a ser toda ação humana caracterizada pela finalidade, consciência, liberdade e responsabilidade, onde encontramos o pensar e o agir. O homem, através do trabalho, da ciência e da tecnologia transforma o mundo em seu próprio mundo, ou seja, à sua própria imagem. Assim, o homem modifica constantemente o que está ao seu redor (OLHAR FILOSÓFICO. Visão da Antropologia Filosófica sobre “O Homem (o Ser Humano)”. Disponível em: <http://olhar-filosofico.blogspot.com.br/2012/03/visao-da-antropologia-filosofica-sobre.html>. Acesso em: 29 jul. 2016.)

3. Psicossocial

3.1. “(...)Este costuma ser usado para definir uma dimensão que não depende exclusivamente do indivíduo (quando se estuda o indivíduo) ou então qualifica fenômenos compreendidos ao mesmo tempo como "sociais" e "psicológicos" querendo dizer simplesmente que não poderiam ser apenas psicológicos ou sociais.(...) (PAIVA, Vera Silvia Facciolla. Psicologia na saúde: sociopsicológica ou psicossocial? Inovações do campo no contexto da resposta brasileira à AIDS. Temas Psicol., Ribeirão Preto, v. 21, n. 3, p. 531-549, dez./rib. undefined. Disponível em: <<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2013000300002&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 26 jul. 2016.)

4. Sujeito

4.1. “toda e qualquer concepção de sujeito traz implícita ou explicitamente uma ontologia que a sustenta. Ou seja, toda teoria traz uma concepção do ser em geral (homem e coisas), que serve de horizonte para fundamentação e desenvolvimento de uma concepção do que seja o homem. (MEHEIRIE, Kátia. Constituição do sujeito, subjetividade e identidade.. Interações, São Paulo, v. 7, n. 13, p. 31-44, jun./jul. 2016. Disponível em: <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S141329072002000100003&lng=pt&nrm=iso>. acessos em 26 jul. 2016.>. Acesso em: 26 jul. 2016. )”

4.2. O termo sujeito é bastante utilizado, quase sempre apenas como sinônimo de indivíduo ou pessoa sem definir com o uso da palavra um sentido teórico claramente definido. Nos modelos que tratam a dimensão psicossocial como expressão da associação de "fatores", o termo indivíduo é o preferido; nos indivíduos, a diversidade simbólica e cultural é reconhecida no plano das variáveis que definiriam diferentes "percepções", "crenças", "atitudes", "opiniões", "conhecimentos", "normas" "identidades". (PAIVA, Vera Silvia Facciolla. Psicologia na saúde: sociopsicológica ou psicossocial? Inovações do campo no contexto da resposta brasileira à AIDS. Temas Psicol., Ribeirão Preto, v. 21, n. 3, p. 531-549, dez./rib. undefined. Disponível em: <<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2013000300002&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 26 jul. 2016.)

4.3. “Nesta abordagem psicossocial no quadro dos Direitos Humanos e da Vulnerabilidade19, o sujeito é concebido (a) como sujeito dos discursos a que cada pessoa tem acesso em sua trajetória e processo de socialização, processo que não a sujeita (e domina) fundamentalmente; as pessoas, como a antropologia e a psicologia social na saúde indicam há décadas, vivem a reinterpretar discursos em diversos contextos de sua vida. Em seu cotidiano, por exemplo, as pessoas são "sujeitos sexuais" ao reelaborar os diversos discursos sobre o sexo (o da prevenção, o da religião, o da mídia) para realizar suas sexualidades a cada ocasião e cena (Paiva, 1996, 2007) Como "sujeitos religiosos", interpretam dogmas e o discurso religioso adaptando-os à sua religiosidade pessoal (García, Muñoz-Laboy, Almeida, & Parker, 2009; Silva, Santos, Licciardi, & Paiva, 2008). Como (b) sujeito de direitos e em solidariedade com outras pessoas, pode-se decidir pela ampliação e especificação de novos direitos. É como sujeito de direitos que o usuário do serviço deve ser concebido na intimidade das práticas e técnicas dessa abordagem psicossocial: como sujeitos nos encontros de cuidado, sujeitos da aprendizagem em solidariedade com outros, como agentes da sua emancipação da opressão psicossocial e da vulnerabilidade ao adoecer (Paiva, 2002, 2008, 2012a; Seffner, Paiva, & Pupo, 2012).” (PAIVA, Vera Silvia Facciolla. Psicologia na saúde: sociopsicológica ou psicossocial? Inovações do campo no contexto da resposta brasileira à AIDS. Temas Psicol., Ribeirão Preto, v. 21, n. 3, p. 531-549, dez./rib. undefined. Disponível em: <<http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413-389X2013000300002&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 26 jul. 2016.)

5. Vilma Janaina Rios Cabral Victal