Pesquisa Qualitativa REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO DE CAMPO

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Pesquisa Qualitativa REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO DE CAMPO por Mind Map: Pesquisa Qualitativa REFLEXÕES SOBRE O TRABALHO DE CAMPO

1. Delimitação do Universo de Sujeitos a serem entrevistados

1.1. Metodologia de base qualitativa

1.1.1. não deve definir o nº de sujeitos

1.1.1.1. qualidade de informação;

1.1.1.2. profundidade;

1.1.1.3. grau de recorrência e divergência destas informações;

1.2. dados originais;

1.3. escolha e organização dos dados e informações;

1.3.1. qualidade e volume, dados consistentes e densos.

1.4. ponto de saturação;

1.4.1. padrões simbólicos, práticas, sistemas classificatórios, categorias de análise da realidade e visões de mundo do universo em questão e as recorrências

1.4.1.1. finalização do trabalho de campo;

1.4.1.1.1. podendo voltar para eventuais explicações

1.5. Nº de pessoas entrevistadas

1.5.1. métodos de entrevistas

1.5.1.1. indicação de 20 (sujeito a variações)

1.5.2. permite uma análise densa das relações estabelecidas e compreensão de significados

1.5.2.1. sistema simbólico e de classificação, códigos, práticas, valores, atitudes, idéias e sentimento (Dauster)

1.6. trabalho de campo interrompido:

1.6.1. 1) identificar padrões simbólicos e práticas empregadas no universo estudado;

1.6.2. 2) descrever e analisar diferentes trajetórias profissionais e construir hipóteses relativas ao processo de formação e de socialização profissional;

1.6.3. 3) identificar valores, concep- ções, idéias, referenciais simbólicos que organizam as relações no interior desse meio profissional, buscando compreender seus códigos, o ethos 3 profissional, mitos, rituais de consagração e legitimação, diferentes visões de cinema e concepções de aprendizagem do ofício

1.6.4. 4) configurar algum nível de generalização no que dizia respeito a essa categoria profissional, ao seu sistema de aprendizagem, regras de funcionamento, relação com o trabalho, rituais de ingresso e de consagração e assim por diante.

2. Situação de Contato

2.1. Formas de contato

2.1.1. entre pesquisador e sujeitos da pesquisa;

2.1.1.1. parte integrante do material de estudo

2.1.2. registro do modo como se estabelece esses contatos;

2.1.3. forma como o entrevistador é visto pelo entrevistado

2.1.4. grau de disponibilidade p/ concessão de depoimentos

2.1.5. postura adotada durante a coleta de depoimentos

2.1.5.1. elementos significativos p/ interpretação.

2.1.6. local:

2.1.6.1. casa, escritório, espaço público etc.

2.1.6.1.1. Trabalho: muita dispersão ( telefone, secretária etc).

2.1.6.1.2. residência: mais indicado (tranquilidade).

3. Realização de entrevistas

3.1. experiência no campo;

3.2. reflexão suscitada pelas leituras e pelos exercícios de trabalhos

3.2.1. encontrar melhor maneira de formular perguntas; avaliar o grau de indução da resposta; expressões corporais.

3.3. livros e artigos com relatos de experiências c/ entrevistas

3.3.1. pesquisadores iniciantes;

3.3.2. trazem orientação básica;

3.3.3. erros comum;

3.3.4. elaboração de roteiros.

3.4. intensa atenção do pesquisador

3.4.1. fuga da entreista

3.5. Entrevista é trabalho ( Zaia Brandão2000)

3.5.1. requer atenção do pesquisador aos seus objetivos; reflexão sobre o que está sendo falado

3.6. realização não é tão fácil quanto a elaboração;

3.7. respostas diretas e perguntas também

3.7.1. não costumam produzir bons resultados

3.8. preferências e interesses pessoais

3.8.1. relação com os pais, família, infância etc.

3.8.1.1. liberdade p/ expressão de idéias, crenças, valores etc.

3.9. entrevista semi estuturada

3.9.1. material empírico privilegiado

3.9.1.1. teórico-metodológico

3.10. Queiroz (1988)

3.10.1. entrevista semi-estruturada

3.10.1.1. técnica que assentem uma conversação continuada entre informante e pesquisador

3.10.1.2. dirigida de acordo c/ objetivos da pesquisa.

3.10.2. distinção entre narrador e pesquisaador

3.10.2.1. ambos se movem na situação de entrevista

3.11. Camargo (1984)

3.11.1. menos técnica de pesquisa do que como opção metodológica

3.11.1.1. implica teoria

3.11.1.2. contribuição da Antropologia e História

3.11.1.2.1. disciplinas concisas e homogenias.

3.12. Durhan (1986)

3.12.1. alerta p/ as armadilhas

3.12.1.1. processo de identificação.

3.12.2. risco de começar a explicar a realidade pelas categorias "nativos"

3.13. Velho (1986)

3.13.1. risco sempre há quando se tem indivíduos prómimos

3.13.2. sociedade com objetivo de pesquisa

3.13.2.1. subjetividade deve ser incorporada ao processos de conhecimento desencadeado

3.13.2.1.1. busca de uma forma mais adequada de lidar com objeto de pesquisa

3.13.3. formas de colher, trancrever e interpretar relatos orais

3.13.3.1. objeto de críticas pela sociologia

3.13.3.1.1. garantia de confiabilidade.

4. Problemas mais frequentes com o roteiro da entrevista

4.1. revisão do roteiro

4.1.1. entrevistados explicam a pergunta diversas vezes

4.1.1.1. neste caso, é indicado a retirada da pergunta do roteiro.

4.2. dificuldade em debater resposta condizentes com os objetivos traçados.

4.3. problemas podem acontecer no roteiro ao sair do papel

4.4. interação entrevistador VS entrevistado

4.5. O roteiro como instrumento flexível p/ orientação e condução das entrevistas.

4.6. deve ser revisto.