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Sociologia por Mind Map: Sociologia

1. Durkheim

1.1. Funcionalista

1.2. Organizada pelas Instituições/ pelo corpo moral com regras e consciência coletiva.

1.3. Adaptar a criança ao social. Impor maneira de ver, sentir e de agir que ela não chegaria espontaneamente.(Fato social) Isso deve ser de interesse do Estado.

1.4. Fato Social

1.4.1. uma “coisa” que exerce força de coerção sobre os sujeitos, independente de sua vontade ou ação individual.

1.4.1.1. Três características:

1.4.1.1.1. generalidade

1.4.1.1.2. exterioridade

1.4.1.1.3. coercitividade.

1.5. Instituição Social

1.5.1. Um mecanismo de organização da sociedade. Escola é uma instituição porque é um espaço de socialização. uma instituição que deve atender as condições sociais, ou seja, sua função é formar cidadãos inserindo nestes as regras sociais através da reprodução dos hábitos e valores. Outras instituições - a igreja, templos, família, o sindicato, o partido político, bancos, etc.

1.5.2. Defendia as instituições pois se baseia num ponto fundamental, o ser humano necessita se sentir seguro, protegido e respaldado. Uma sociedade sem regras claras ("em estado de anomia"), sem valores, sem limites leva o ser humano ao desespero.

1.6. Solidariedade

1.6.1. Social

1.6.1.1. Consciência social ( de cada indivíduo) e coletiva (formação dos nosso valores morais) - A soma da consciência individual com a consciência coletiva forma o ser social.

1.6.2. Orgânica

1.6.2.1. fruto das diferenças sociais, já que são essas diferenças que unem os indivíduos pela necessidade de troca de serviços e pela sua interdependência. Divisão do trabalho social

1.7. O papel da ação educativa é formar um cidadão que tomará parte do espaço público, não somente o desenvolvimento individual do aluno"

2. Weber

2.1. Compreensiva

2.2. Não é a sociedade que organiza as instituições, mas o indivíduo, a partir da ação social. ). A ação social ocorre quando um indivíduo leva os outros em consideração na tomada de uma atitude ou praticar uma ação

2.3. “A educação é um fator de estratificação social, um meio de distinção, de obtenção de honras de prebendas, de poder e de dinheiro”. Aqui é possível discutir, por exemplo, o valor social dos diferentes tipos de diploma. O diploma de médico tem o mesmo valor que o diploma de professor? Valor aqui no sentido de status.

2.4. O capitalismo reduz tudo, inclusive a educação em mera busca por riqueza material e status quo.

2.5. Racionalização da vida trouxe à cena social, podere, regras e valores abstratos. Se dá a partir da imposição da vontade de uns sobre os outros (dominação).

2.5.1. Tradição, Carisma do líder (relação de alunox professor) ou na Força do Direito Racional (exemplo: estado “obriga” que as escolas não reprovem os alunos)

2.6. É possível compreender (sociologia compreensiva) e interpretar as condutas humanas pela "ação social" (ação e da interação dos indivíduos).

2.7. Construção dos tipos ideias de ação

2.7.1. Ação social racional com relação a fins;

2.7.2. Ação social com relação a valores

2.7.3. Ação social afetiva

2.7.4. Ação social com relação ao regular

3. Marx

3.1. Materialismo-histórico dialético

3.2. Organizada pelas relações econômicas

3.3. Ela propunha uma educação mais comunista, que não era ensinar pro filho do trabalhador que ele era vítima da exploração burguesa, mas que o preparasse para operar as fabricas em sua totalidade, não de modo fragmentado. Pensou três conteúdos educacionais: educação mental, educação física e educação tecnológica.

3.4. Entende a sociedade organizada em torno da produção, que é condição de sobrevivência de uma sociedade que depende do consumo.

3.4.1. minoria privilegiada se apropria de todas as ferramentas usadas na produção (meios de produção), e usa o Estado para legitimar o modo de exploração do trabalho da maioria.

3.4.2. Sua disposição buscava contribuir com a mobilização dos trabalhadores para atingir a superação dessa sociedade de consumo e desse modo de produção(capitalista) exploratório.

3.5. Destaca conceitos de práxis e alienação

3.5.1. Práxis - entendido como a prática de quem faz escolhas conscientes, compreendendo a teoria

3.5.2. Alienação - compreendido como o distanciamento entre o trabalhador e o objeto de sua produção, que pertence ao proprietário dos meios de produção (patrão) e/ou quando o homem-trabalhador vende sua força de trabalho e se distancia de sua criatividade.

3.6. A história das lutas de classes, de um conflito explícito ou implícito entre os detentores do poder e os excluídos

3.7. Comunismo

3.7.1. participação ativa dos menos favorecidos - uma passagem do reino da necessidade para o reino da liberdade.

3.8. ESCOLA

3.8.1. Marx não admitia a escola como capaz de promover um processo de modificação social (revolução) que pudesse criar um novo sistema.

3.8.1.1. Educador é parte do sistema e formado pelo sistema

3.8.2. A escola pode formar pessoal conservador e acomodado, ou fortalecer disposições críticas e inconformadas, incentivando o questionamento.

4. Bordieu

4.1. Construtivismo-estruturalista

4.2. Estruturas objetivas que podem dirigir, ou melhor, coagir a ação e a representação dos indivíduos, dos chamados agentes. São construídas socialmente assim como os esquemas de ação e pensamento, chamados por Bourdieu de habitus”.

4.3. A escola burguesa reproduz as desigualdades de classe. Promover a igualdade social, mas que na prática não acontece. (Exemplo são as disciplinas apresentadas que favorecem a classe dominante).

4.4. Sistema escolar é um sistema de mobilidade social seguindo uma ideologia da “escola libertadora”, enquanto, na verdade, trata-se de um intrincado sistema de manutenção conservadora das desigualdades sociais por meio da separação baseada na herança cultural e no dom “natural”, tratando-se este, em última análise, de um construto do meio social e familiar em que a criança convive e tem suas habilidades estimuladas e desenvolvidas até o ponto de parecer que é um dom nascido com o indivíduo.

4.5. Os estudantes de classes sociais mais favorecidas têm um melhor aproveitamento dos estudos pois trazem de berço a herança do capital cultural. As chances de um “filho de operário” chegar ao ensino superior são em média de um para cada quarenta de estudantes da classe dominante e da classe agrícola de um para cada oitenta.

4.5.1. Essa diferença não se dá simplesmente pela diferença salarial do grupo familiar ou pela ilusão dos dons naturais. Trata-se, antes, de um mecanismo, a escola, que valoriza e prioriza certos saberes e hábitos culturais que são transmitidos continuamente entre as seguidas gerações das famílias mais abastadas por meio de um processo chamado por Bourdieu de capital cultural e um ethos.

4.6. o sistema escolar reproduz e mantem as desigualdades, valorizando e selecionando por meio de seus códigos culturais os indivíduos próprios da elite para o êxito, enquanto relega ao fracasso os indivíduos que não possuem tais códigos.

4.6.1. Como um dos resultados desse processo de seleção excludente, aquelas crianças que não expressam nem o capital cultural da elite nem a boa vontade da classe média em adquirir tais códigos, “refugiam-se numa espécie de atitude negativa, que desconcerta os educadores e se exprime em formas de desordem até então desconhecidas”

4.6.1.1. Essa pedagogia de valorização dos “dons” e dos supostos méritos pessoais, contribui de forma decisiva para a manutenção dos privilégios da elite, da exclusão social e manutenção das desigualdades

4.7. o sucesso excepcional de alguns indivíduos oriundos das classes menos favorecidas só faz reforçar o mito da educação libertadora

4.7.1. Dessa forma, “a escola sanciona, portanto, aquelas desigualdades que somente ela poderia reduzir. Com efeito, somente uma instituição cuja função específica fosse transmitir ao maior número possível de pessoas, pelo aprendizado e pelo exercício, as atitudes e as aptidões que fazem o homem “culto”, poderia compensar (pelo menos parcialmente) as desvantagens daqueles que não encontraram em seu meio familiar a incitação à prática cultural”.