Schistosoma mansoni

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Schistosoma mansoni by Mind Map: Schistosoma mansoni

1. Biomphalaria spp.

1.1. miracídio libera esporocistos dentro do caramujo

1.1.1. 20 a 30 dias depois

1.1.1.1. cercárias

2. água

2.1. ovos + água

2.1.1. libera miracídio

3. Homo sapiens

3.1. cercária penetra na pele

3.1.1. inflamação local

3.1.2. dermatite cercariana

3.1.2.1. decorre da morte de até metade das cercárias na pele

3.1.3. 45 dias depois

3.1.3.1. instalado nas veias mesentéricas

3.1.3.1.1. atinge maturidade sexual

3.1.3.1.2. postura de ovos

3.1.4. 55 dias depois

3.1.4.1. ovos do Schistosoma mansoni nas fezes

3.1.4.1.1. viabilidae dos ovos

3.2. esquistossomose mansônica

3.2.1. fundamentos da clínica

3.2.1.1. granulomas e fibrose em torno dos vasos portais intra-hepáticos

3.2.1.1.1. hipertensão portal

3.2.1.1.2. aumento da resistência vascular do fígado

3.2.1.2. dermatite cercariana

3.2.2. classificações

3.2.2.1. Fase inicial

3.2.2.1.1. dermatite cercariana

3.2.2.1.2. esquistossomose aguda

3.2.2.2. Fase crônica

3.2.2.2.1. tipos

3.2.2.2.2. sintomas

3.2.2.2.3. exame físico

3.2.2.2.4. laboratório

3.2.2.2.5. exames

3.2.2.2.6. diagnóstico

3.2.2.2.7. polipose intestinal esquistossomótica

3.2.2.3. Com complicações

3.2.2.3.1. vasculopulmonar

3.2.2.3.2. glomerulonefrite

3.2.2.3.3. mielite transversa e tumoral

3.2.2.3.4. associada a salmonelas

3.2.2.3.5. associada a S. aureus

3.2.2.3.6. associada a hepatites virais

3.2.2.3.7. hospedeiro imunocomprometido

3.2.2.3.8. ectópicas

3.2.3. epidemiologia

3.2.3.1. mundo

3.2.3.1.1. distribuição geográfica

3.2.3.1.2. pessoas infectadas

3.2.3.1.3. pessoas em áreas de risco

3.2.3.2. Brasil

3.2.3.2.1. pessoas parasitadas

3.2.3.2.2. distribuição geográfica

3.2.3.2.3. programa de controle de 1975

3.2.4. patogenia e imunopatologia

3.2.4.1. fases evolutivas e migratórias do verme no hospedeiro definitivo

3.2.4.1.1. esquistossômulo

3.2.4.1.2. verme adulto

3.2.4.1.3. ovo

3.2.4.1.4. identificação diagnóstica

3.2.4.2. susceptibilidade do hospedeiro

3.2.4.2.1. negros

3.2.4.2.2. indivíduos do grupo sanguíneo A ou que apresentam HLA A1 e B5

3.2.5. diagnóstico

3.2.5.1. por métodos diretos

3.2.5.1.1. exame de fezes

3.2.5.1.2. biópsia retal

3.2.5.1.3. biópsia hepática

3.2.5.1.4. biópsias de outros sítios

3.2.5.2. por métodos indiretos

3.2.5.2.1. pesquisa de anticorpos circulantes no soro

3.2.5.2.2. intradermorreação

3.2.5.2.3. também é possíviel estudo da blastogênese de linfócitos

3.2.6. tratamento

3.2.6.1. esquistossomicidas

3.2.6.1.1. praziquantel (pirazino-isoquinoleína)

3.2.6.1.2. oxamniquina (tetrahidroquinoleína) (1971)

3.2.6.2. casos agudos sintomáticos

3.2.6.2.1. terapia convencional

3.2.6.2.2. pulsoterapia

3.2.6.3. escleroterapia

3.2.6.3.1. indicada em cada episódio de sangramento gastrointestinal

3.2.6.4. transplante hepático

3.2.6.4.1. único tratamento em causa de hipertensão portal de etiologia hepática

3.2.6.4.2. indicado para insuficiência hepática avançada

3.2.6.5. vasopressina

3.2.7. controle de cura

3.2.7.1. 1 a 6 meses depois do tratamento

3.2.7.1.1. 3 a 6 exames de fezes normais

4. classificação científica

4.1. filo Platelmintos

4.1.1. gênero Schistosoma

4.1.1.1. outras espécies do gênero

4.1.1.1.1. haematobium

4.1.1.1.2. japonicum

4.1.1.1.3. intercalatum

4.1.1.1.4. mekongi

4.1.1.2. espécie mansoni

4.2. trematódeo digenético