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Schistosoma mansoni by Mind Map: Schistosoma mansoni
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Schistosoma mansoni

Biomphalaria spp.

miracídio libera esporocistos dentro do caramujo

20 a 30 dias depois, cercárias

água

ovos + água

libera miracídio

Homo sapiens

cercária penetra na pele

inflamação local

dermatite cercariana, decorre da morte de até metade das cercárias na pele

45 dias depois, instalado nas veias mesentéricas, atinge maturidade sexual, postura de ovos, granulomas necrótico-exsudativos ao redor dos ovos -- esquistossomose aguda, se persiste cronicamente, resposta inflamatória ao redor dos ovos diminui, granulomas diminuem, desaparece a necrose, maior deposição de fibras colágenas

55 dias depois, ovos do Schistosoma mansoni nas fezes, viabilidae dos ovos, 7 a 12 dias nas fezes, 30 dias em tecidos

esquistossomose mansônica

fundamentos da clínica, granulomas e fibrose em torno dos vasos portais intra-hepáticos, hipertensão portal, aumento da resistência vascular do fígado, dermatite cercariana

classificações, Fase inicial, dermatite cercariana, micropápulas eritematosas e pruriginosas, prurido cutâneo, evolução, dura até geralmente 24 a 72 horas após infecção, pode estender-se por até 15 dias, geralmente cede espontaneamente, diagnóstico, difícil, tratamento, facultativo, drogas, antihistamínicos, corticoides tópicos, esquistossomicidas, esquistossomose aguda, inaparente, maioria dos indivíduos, assintomática, alterações laboratoriais, eosinofilia, ovos nas fezes, história clínica, banho em lagoa contaminada, contato com indivíduos com esquistossomose aguda exuberante, aparente (sintomática, toxêmica), apresentações, de estágio clínico único, de duas fases, pré-postural, pós-postural, graus, pouco sintomática, moderada, grave, complicada, hepatite, pneumonite, dermatite, abscesso hepático piogênico, evolução, surge 3 a 4 semanas após a contaminação, mais intensa entre as 5 e 6 semanas, podem persistir por mais de 90 dias, geralmente ocorre remissão espontânea sem tratamento, sintomas, mal-estar, tosse seca, sudorese, dores musculares, dor nas regiões hepática ou intestinal, hepato e esplenomegalias dolorosas, diarreia, cefaleia, prostração, outros, exames, provas de função hepática aumentadas em geral, eosinofilia >1.000 céls/mm3, ultrassom de abdômen, hepatoesplenomegalia inespecífica, linfonodos periportais, critérios diagnósticos, ovos viáveis nas fezes, biópsia hepática com granulomas esquistossomóticos necróticos-exsudativos, melhora clínica, normalização da temperatura corporal, desaparecimento dos sintomas digestivos, regressão espontânea da hepatoesplenomegalia, Fase crônica, tipos, intestinal, fígado normal, hepática, hepatointestinal, fígado aumentado, forma intermediária para a hepatoesplênica, hepatoesplênica, associada a espessamento periportal à ultrassonografia, epidemiologia, 2 a 7% dos indivíduos apresentam esta forma em áreas de alta endemicidade, apresentações, compensada, sem hipertensão portal (geralmente em crianças), com hipertensão portal, com hemorragia digestiva, sem hemorragia digestiva, com hipoevolutismo, representa o modelo da esquistossomose hepática avançada, substrato anatômico é a fibrose de Symmers, características, clínicas, prevalência maior entre 10 e 30 anos de idade, estado geral regular ou bom, hepatoesplenomegalia, excluir outras causas, hemorragia digestiva alta, ausência de sinais ou sintomas de insuficiência hepática, hipoevolutismo em jovens, bioquímicas e hematológicas, testes de função hepática normais, hipergamaglobulinemia, citopenia, anemia, normo ou microcítica, hipercrômica, leucopenia, trombocitopenia, hemodinâmicas, pressão sinusoidal normal ou levemente aumentada, pressões esplênica e portal direita aumentadas, alterações esplenoportográficas intra-hepáticas peculiares, fluxo hepático normal ou levemenete dimuído, ultra-sonográficas, fibrose, periportal característica, da parede da vesícula biliar, aumento do lobo esquerdo do fígado, esplenomegalia, aumento do calibre das veias esplência e porta, presença de colaterais da porta, alterações à ressonância magnética, exclusão de outras doenças hepáticas, ex.: tumor, intensidade aumentada do sinal nas áreas de fibrose, retardo na excreção do contraste nas áreas de fibrose, espessamento nítido da parede da vesícula biliar, identificação dos vasos do sistema porta e de colaterais, anatomopatológicas, moderada atividade inflamatória, intensa fibrose portal do tipo Symmers, boa preservação das células hepáticas, conservação da estrutura lobular, características fundamentais, hipertensão portal, varizes de esôfago, sinais e sintomas gerais inespecíficos, dores abdominais atípicas, alterações do hábito intestinal, sensação de peso e desconforto no hipocôndrio esquerdo por causa da esplenomegalia, hemorragia digestiva alta com hematêmese e/ou melena, às vezes é o primeiro sinal, descompensada, com ascite, geralmente inicia-se após o episódio de hemorragia digestiva alta, com icterícia, aparece em alguns casos, levanta suspeita de associação com, hepatite viral, infecções bacterianas isoladas, alcoolismo, hiperesplenismo com hemólise, com encefalopatia, geralmente aparece após sangramentos digestivos, respondem ao tratamento, não respondem ao tratamento, coma hepático e morte, complicada com, formas vasculopulmonares, hipertensiva, representa 10% das esquistossomoses com hipertensão portal, sinais e sintomas típicos de cor pulmonale, uma parágrafo de coisas, contraindica a cirurgia de desvio de sangue portal através de shunt para veia cava inferior, cianótica, traz prognóstico pior, associada a forma hepatoesplênica, glomerulopatia, esquistossomose renal, ocorre em 10-15% dos casos hepatoesplênicos, causada por imunocomplexos depositados nos glomérulos, síndrome nefrótica é a apresentação clínica mais comum, tipo histológico, geralmente é a glomerulonefrite membranoproliferativa, em segundo lugar vem a esclerose glomerular focal, sempre evolui para insuficiência renal, mesmo com tratamento, hepatite crônica ativa, cirrose, trombose portal, infecções por enterobactérias, gram-negativas, clínica, mais parecida com o calazar do que com a febre tifoide, perda de peso, febre, fadiga, não aparentam estar toxemiados, edema e petéquias em membros inferiores, em especial as do gênero Salmonella, produz doença febril prolongada peculiar e conspícua, salmonelose septicêmica prolongada, patogenia, a, b, c, mais outro parágrafo de coisas, tratar com, sulfametoxazol-trimetoprim, ciprofloxacino, cloranfenicol, oxamniquina, praziquantel, diagnóstico, no hospital, fácil, na pqp, palpação abdominal/do baço, um percentual apresenta aumento do baço secundário a outras doenças, dificultando o diagnóstico diferencial, ovos do verme nas fezes, ultrassom portátil melhora a acurácia do exame clínico, grupos de indivíduos, 1, baço palpável, espessamento periportal intenso, hipertensão portal, 2, espessamento periportal intenso, hipertensão portal, sem baço palpável, 3, baço palpável, espessamento periportal moderado, 4, baço palpável, fígado normal à ultrassonografia, com baço palpável, espessamento periportal intenso, grupo 1, espessamento periportal moderado, grupo 3, fígado normal à ultrassonografia, grupo 4, sem baço palpável, grupo 2, diferenciais mais frequentes, Calazar, a presença de febre fala a favor do Calazar, esplenomegalia tropical (hiperrativa da malária), leucemia, linfoma, cirrose de Laennec, cirrose pós-necrótica, síndromes semelhantes à de mononucleose, neurológica, decorre da presença de ovos e granulomas no sistema neurológico, lesão mais frequente é mielite transversa, rara na forma hepatoesplênica, deve ser suspeitada em pacientes com sinais e sintomas de compressão da medula espinhal, ressonância magnética facilita o diagnóstico, captação heterogênea de contraste em extensões variadas da medula, às vezes com envolvimento das raízes nervosas, tratamento geralmente é eficaz, esquistossomidas, corticosteroides, deve ser mantido por vários meses após melhora clínica, há casos de tratamento cirúrgico para os ovos alojados, epilepsia, acidente vascular cerebral, tumores cerebrais, acometimento renal, sintomas, geralmente assintomática, desânimo, indisposição, tonturas, cefaleia, distonias, sensação de plenitude digestiva, flatulência, dor epigástrica, hiporexia, surtos diarreicos intercalados com constipação intestinal crônica, "esse quadro clínico, exceto pelo sangue nas fezes, não difere do encontrado em pacientes sem a doença", ???, exame físico, dor à palpação dos cólons, palpação do fígado, fígado palpável entre 2 a 6 cm do RBD, às vezes superfície hepática irregular, às vezes com hipertrofia do lobo esquerdo, laboratório, provas de função hepática normais, exames, retossigmoidoscópico, mucosa congesta, ulcerada, biópsia de mucosa, ovos na mucosa, diagnóstico, ovos viáveis nas fezes, biópsia hepática cirúrgica em cunha, polipose intestinal esquistossomótica, forma incomum no brasil que é descrita em egípcios, achados, diarreia, enterorragia, síndrome de enteropatia perdedora de proteínas, edema intestinal, hipoalbuminemia, emagrecimento, anemia, diagnóstico diferencial, neoplasias colônicas, Com complicações, vasculopulmonar, hipertensão pulmonar, glomerulonefrite, mielite transversa e tumoral, associada a salmonelas, emagrecimento, associada a S. aureus, abscesso hepático piogênico, 2 casos registrados em duas crianças no Brasil em 1990, associada a hepatites virais, agravam a insuficiência hepática, tornam mais precoces, ascite, icterícia, hipertensão portal, varizes do esôfago com sangramento, hospedeiro imunocomprometido, por medicamentos, ciclosporinas, corticoesteroides, por doença, aids, neoplasia, insuficiência renal, maior mortalidade, diminuição maior e mais rápida dos ovos nas fezes, diagnóstico pelo exame de fezes é prejudicado, é melhor pedir um ELISA para antígenos circulantes, presença de ovos disseminados em vários órgãos, eficácia terapêutica dos esquistossomidas é diminuída, ectópicas, são incomuns, constituem achados de biópsias ou necrópsias, tipos mais importantes, genitália feminina, testículos, pele, retina, tireoide, coração

epidemiologia, mundo, distribuição geográfica, latitudes de 36 graus norte a 34 graus sul, países, Américas, Brasil, Suriname, Venezuela, Porto Rico, Antilhas, pessoas infectadas, 200 milhões, em 75 países, pessoas em áreas de risco, 600 milhões, Brasil, pessoas parasitadas, 3 a 4 milhões, distribuição geográfica, maior porcentagem escolares de infectados em 1950, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, hoje, 2/3 do total de casos, Minas Gerais, Bahia, programa de controle de 1975, indivíduos tratados, 11 milhões

patogenia e imunopatologia, fases evolutivas e migratórias do verme no hospedeiro definitivo, esquistossômulo, verme adulto, antígenos e imunocomplexos se depositam nos tecidos, ex.: glomerulonefrite, reação do hospedeiro ao verme, hipersensibilidade, imunodepressão, ovo, reação granulomatosa, principal fator causador de morbidade, contagem de ovos nas fezes, máxima entre 15 e 20 anos, quanto mais ovos, mais grave a doença e maior a morbidade, identificação diagnóstica, possível através do padrão de interleucinas produzidas pelo hospedeiro, susceptibilidade do hospedeiro, negros, menor chance de formas graves, indivíduos do grupo sanguíneo A ou que apresentam HLA A1 e B5, maior chance de forma hepatoesplênica

diagnóstico, por métodos diretos, exame de fezes, técnicas utilizáveis, geralmente utiliza-se técnica de Hoffman, Pons e Joner (PNJ), indica a viabilidade dos ovos e a carga parasitária, muito legal para a epidemiologia, nada acrescenta à conduta perante o paciente com esquistossomose ativa (sic), Lutz, Kato Katz, deve ser repetido até 3 vezes para encontrar ovos nas fezes, grandes eliminadores eliminam >500 ovos por grama de fezes, sensibilidade de 75 a 85% para diagnosticar esquistossomose ativa, biópsia retal, nas válvulas de Houston, sensibilidade de 80%, indicado quando há evidências da doença mas 3 a 6 exames de fezes permanecem negativos, biópsia hepática, por punção hepática percutânea de agulha, não tem boa sensibilidade para diagnóstico na esquistossomose em fase crônica, na fase aguda é decisiva, ou durante a cirurgia, em cunha, biópsias de outros sítios, comumente é a única forma de diagnóstico nesses outros sítios, pulmão, medula espinhal, ovário, cérebro, pólipos intestinais, por métodos indiretos, pesquisa de anticorpos circulantes no soro, pouca aplicação clínica, "em geral não se negativam após a cura" (sic), ELISA-Anti-KLH, negativa em 24 meses, IgA Anti-SEA, negativa em 6 meses, intradermorreação, possui pouca importância clínica, sensibilidade de 80% dos indivíduos infectados, indivíduos curados mantém a resposta positiva por tempo indefinido, também é possíviel estudo da blastogênese de linfócitos

tratamento, esquistossomicidas, praziquantel (pirazino-isoquinoleína), dose, 50 a 60 mg/kg de peso VO DU diária, ou dividida em 2 tomadas por dia a cada 12 h, efeitos adversos, pode causar febre efêmera por liberação de antígenos dos vermes morrendo, dor abdominal, diarreia, astenia, cefaleia, gosto metálico na boca, oxamniquina (tetrahidroquinoleína) (1971), não é mais produzido no Brasil, dose, adultos, 15 mg/kg de peso VO DU diária, crianças, 20 mg/kg de peso VO DU diária, efeitos adversos, sonolência, tonturas, raros, alucinações, convulsões, pode-se repetir várias vezes a terapia, casos agudos sintomáticos, terapia convencional, imadiato prednisona 1 mg/kg de peso/dia, 24 a 48 horas depois, esquistossomicidas, semana seguinte, prednisona reduzida para 0,5 mg/kg de peso/dia, terceira semana, prednisona reduzida para 0,25 mg/kg de peso/dia, pulsoterapia, prednisolona 1 g/dia por 5 dias, com frequência tem sido usada em pacientes com mielopatia esquistossomática, depois mantém corticosteroide por meses, escleroterapia, indicada em cada episódio de sangramento gastrointestinal, transplante hepático, único tratamento em causa de hipertensão portal de etiologia hepática, indicado para insuficiência hepática avançada, Child B e C, ascite, encefalopatia, vasopressina

controle de cura, 1 a 6 meses depois do tratamento, 3 a 6 exames de fezes normais

classificação científica

filo Platelmintos

gênero Schistosoma, outras espécies do gênero, haematobium, japonicum, intercalatum, mekongi, espécie mansoni

trematódeo digenético