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BEHAVIORISMO par Mind Map: BEHAVIORISMO

1. O que é?

1.1. Palavra derivada do inglês

1.1.1. "Behavior", comportamento em inglês

1.2. Nomeclaturas usadas

1.2.1. Behaviorismo

1.2.2. Comportamentalismo

1.2.3. Teoria comportamental

1.2.4. Análise do comportamento

1.2.5. Análise experimental do comportamento

1.3. Os behavioristas acreditam que os comportamentos podem ser aprendidos por meio do condicionamento. Isto é, as condições do ambiente têm influência direta no comportamento do indivíduo ou animal.

1.4. O COMPORTAMENTO é o seu objeto de estudo

1.4.1. Comportamento humano e animal

1.4.2. Objetivo

1.4.3. Observável

1.4.4. Mensurável

1.4.5. Objetivo

1.4.5.1. Entender

1.4.5.2. Prever

1.4.5.3. Condicionar

1.5. Nasce com a obra “Psicologia como um comportamentista a vê”, de John B. Watson

1.5.1. Esse estudo teve como referências as teorias dos filósofos russos Vladimir Mikhailovich Bechterev e Ivan Petrovich Pavlov.

1.5.1.1. Vladimir M. Bechterev

1.5.1.1.1. Quem é?

2. Behaviorismo Radical

2.1. Skinner

2.1.1. Quem é?

2.1.1.1. Burrhus Frederic Skinner

2.1.1.2. 1904 - 1990

2.1.1.3. Psicólogo behaviorista, formado em letras, inventor, ateu, filósofo e professor

2.1.1.4. Norte americano

2.2. Não se opõe ao estudo de fenômenos, como o pensamento e as emoções

2.2.1. Mas os considera como comportamentos, não como processos mentais

2.2.1.1. Precisam ser explicados, e não usados como explicações

2.2.1.1.1. Atribuir a origem do corportamento a esses eventos pouco conhecidos, é um tipo de 'criacionismo'

2.2.1.2. Os explica em termos comportamentais, e não em termos mentais

2.2.1.2.1. Obra: "Ciência e Comportamento Humano"

2.3. Baseia-se no pragmatismo

2.3.1. Charles Peirce e William James

2.3.1.1. Quem são?

2.3.1.1.1. William James Lange

2.3.1.1.2. Charles Sanders Peirce

2.3.2. A noção fundamental no pragmatismo é a de que o poder da investigação cientíca não reside tanto em descobrirmos a verdade sobre como o universo objetivo funciona, mas no que a investigação cientíca nos permite fazer (daí o nome pragmatismo, da mesma raiz que “prática”).

2.3.3. Acredita que uma teoria cientíca com mais explicações é mais verdadeira do que uma que explica menos, e a teoria mais verdadeira é preferível

2.3.4. O pragmatismo inuenciou o behaviorismo moderno indiretamente, como resultado de uma amizade entre William James e o físico Ernst Mach (18381916). O efeito de James em Mach aparece no livro de Mach, The science of mechanics, uma história que aplicou o pragmatismo a esse ramo da física. Uma vez que esse livro exerceu grande inuência sobre Skinner, e Skinner inuenciou muito o behaviorismo moderno, de forma indireta o behaviorismo moderno tem uma grande dívida com James.

2.3.5. O objetivo de uma ciência do comportamento é descrever o comportamento em termos econômicos e que o torne familiar e, assim, "explicado". Seus métodos visam ampliar nossa experiência natural do comportamento pela observação precisa.

2.3.6. Os behavioristas radicais preferem o pragmatismo ao realismo por duas razões

2.3.6.1. A primeira é que o realismo leva a uma visão dualista das pessoas que é incompatível com uma ciência do comportamento

2.3.6.1.1. Se você diz que o mundo externo é real, isso levanta a questão: "Se eu estou separado do mundo real, então, onde estou?"

2.4. Mentalismo

2.4.1. A separação entre eventos mentais de eventos comportamentais

2.5. Público, Privado, Natural e Fictício

2.5.1. Eventos naturais

2.5.1.1. Aqueles que ocorrem em organismos vivos inteiros

2.5.1.1.1. O comportamento de pedras e estrelas não é parte do objeto de estudo porque esses objetos não são vivos

2.5.1.1.2. O comportamento de uma célula, do fígado ou de uma perna não faz parte desse objeto porque esses não são organismos como um todo

2.5.2. Eventos Públicos

2.5.2.1. Os eventos que podem ser observados e relatados por mais de uma pessoa

2.5.3. Eventos privados

2.5.3.1. Os eventos que só podem ser observados e relatados por uma pessoa

2.5.3.1.1. Exemplos

2.5.4. Eventos fictícios

2.5.4.1. Elementos e eventos inventados, simulados e não-observáveis

2.5.4.2. Mente

2.5.4.3. Ego

2.5.4.4. Personalidade

2.5.4.5. Psique

2.5.4.6. Vontade

2.6. Duas fases da teoria Skinneriana

2.6.1. Skinner jovem (até 1938)

2.6.1.1. Muito influenciado pela Física, pela mecânica newtoniana e pelas pesquisas sobre reflexo. Busca por explicações mecânicas do comportamento

2.6.2. Skinner velho ou segundo skinner

2.6.2.1. Comprometido com o modelo causal que embasa as ciências biológicas (o modelo funcional), especialmente a Teoria da Evolução de Darwin

2.7. Ponto de ruptura com Watson (1945)

2.7.1. "De acordo com essa doutrina [o behaviorismo metodológico], o mundo está dividido em eventos públicos e privados; e a Psicologia, para atingir os critérios de uma ciência, precisa se confinar ao estudo dos primeiros. Esse nunca foi um bom behaviorismo, mas era uma posição fácil de expor e defender, e frequentemente defendida pelos próprios behavioristas (...). A distinção público-privado enfatiza a árida filosofia da "verdade por concordância" (...). O critério último para a adequação de um conceito não é a concordância entre duas pessoas, mas se o cientista que usa o conceito pode operar com sucesso sobre o seu material - sozinho, se necessário. (...) A distinção entre público e privado não é, de forma alguma, a mesma que a distinção entre físico e mental. É por isso que o behaviorismo metodológico é bem diferente do behaviorismo radical. O resultado é que, enquanto o behaviorismo radical pode, em alguns casos, considerar eventos privados, o operacionismo metodológico se colocou em uma posição em que não pode" (Skinner, 1945).

2.8. Comportamento operante

2.8.1. Comportamento não automático

2.8.2. Produzimos consequências com o nosso comportamento e somos influenciados com essas novas mudanças

2.8.3. SD:R-SR

2.8.3.1. SD: Estímulo discriminatório

2.8.3.2. R: Resposta

2.8.3.3. SR: Estímulo Reforçador

2.8.4. Depende da vontade do indivíduo

2.8.4.1. Exemplo

2.8.4.1.1. Ao espremer um limão na boca de um indivíduo, ele irá salivar, como resposta (comportamento reflexivo). Mas não posso fazer o mesmo esperando que o indivíduo irá contar uma piada ou pintar um quadro (comportamento operante)

2.8.4.2. Por isso difere do comportamento reflexivo e clássico

2.8.4.3. O que se pode fazer é aumentar ou diminuir a chance deles acontecerem

2.8.4.3.1. Através do reforço

2.8.4.3.2. Através de estímulos descriminativos

2.8.4.3.3. Punição

2.9. Determinantes - O ser humano para Skinner

2.9.1. Filogenéticos

2.9.1.1. da espécie

2.9.2. Ontogênese

2.9.2.1. do indivíduo

2.9.3. Cultura

2.9.3.1. do contexto cultura

2.10. Extinção

2.10.1. A resposta deixa abruptamente de ser reforçada

2.10.1.1. A resposta irá diminuir a sua frequência, até que seja extinta

2.10.1.1.1. O tempo necessário para que essa resposta deixe de ser emitida, dependerá da história e do valor do reforço outrora envolvido

3. Behaviorismo Metodológico

3.1. John B. Watson

3.1.1. Quem é?

3.1.1.1. John Broadus Watson

3.1.1.2. 1878 - 1958

3.1.1.3. Fundador do Behaviorismo

3.1.1.4. Norte americano

3.1.1.5. Popularizou a a psicologia nos EUS

3.1.1.5.1. E trouxe muitos haters para si

3.2. Influências anteriores

3.2.1. Psicologia animal

3.2.2. Hans

3.2.2.1. Hans, o cavalo inteligente: início dos estudos sobre aprendizagem com animais

3.2.3. Edward Thordike

3.2.3.1. Trabalhou em experimentos com aprendizagem animal, usando as caixas-problemas

3.2.3.1.1. Formulou a Lei do Efeito

3.2.4. Ivan Pavlov

3.2.4.1. Experiência com cães sobre o reflexo condicionado

3.3. Proposta

3.3.1. Estudar o comportamento em si

3.3.2. Ignorar fenômenos como consciência, sentimentos e estados mentais (oposição ao mentalismo)

3.3.2.1. Ignora como objeto de estudo (por ser subjetivo), mas não o excluí como verdade

3.3.3. Adesão ao evolucionismo biológico

3.3.4. Uso de procedimentos objetivos de coletas de dados (observação consensual e experimentação)

3.3.5. Descrever o comportamento em termos de unidades estímulo-resposta, formação e integração de hábitos)

3.4. Conceitos

3.4.1. Estímulo

3.4.1.1. Qualquer evento físico ou combinação de eventos relacionados com a ocorrência de uma resposta comportamental

3.4.2. Resposta

3.4.2.1. É o comportamento que é apresentado (afetado) após o estímulo

3.4.3. Relação estímulo-resposta (S - R)

3.4.3.1. Estímulo > Resposta

3.4.4. Comportamento

3.4.4.1. Não é uma ação isolada

3.4.4.1.1. Se dá por meio da interação com o ambiente

3.5. Baseia-se no realismo

3.5.1. Trata-se da ideia de que as árvores, as rochas, as construções, as estrelas e as pessoas que eu vejo realmente estão lá — que existe um mundo real lá fora que dá origem às nossas experiências.

3.5.1.1. Uma vez que a ciência lhes parecia ter acesso apenas ao mundo objetivo, eles enfatizavam os métodos da ciência para estudar o mundo “fora”

3.5.1.1.1. Psicólogos experimentais estudam o mundo interior indiretamente, fazendo inferências sobre o mundo interno a partir do comportamento externo

3.5.2. Distinguiam o mundo objetivo do mundo subjetivo

3.6. Se afasta da introspecção, de conhecimentos subjetivos e teóricos

3.6.1. Surge como área do conhecimento da psicologia mais voltada para a metodologia objetiva e científica

3.7. Defende que o comportamento pode ser previsível e controlado a partir de estímulos.

3.7.1. O comportamento pode ser moldado e ajustado

3.7.1.1. Capaz de fazer com que uma criança tivesse determinada formação de caráter ou exercesse qualquer profissão que escolhessem para ela, por exemplo.

3.8. Experimento do Pequeno Albert

3.8.1. O Experimento do Pequeno Albert foi um controverso experimento conduzido por John B. Watson e sua aluna de doutorado, Rosalie Rayner, em 1920, na Universidade Johns Hopkins.

3.8.2. Foi utilizado para demonstrar o funcionamento do condicionamento clássico em seres humanos. O condicionamento clássico já havia sido demonstrado em animais, como nos experimentos de Ivan Pavlov com cachorros, mas não em humanos.

3.8.3. No experimento de Watson, que foi inclusive filmado, ele implanta uma fobia em um bebê, associando um estímulo inicialmente neutro (animais peludos) a um estímulo aversivo (som alto). A apresentação simultânea dos dois estímulos, por diversas vezes, fez com que o bebê desenvolvesse o medo de animais peludos.

3.9. Comportamento respondente/reflexo

3.9.1. Respostas provocadas por estímulos reflexivos

3.9.1.1. Salivação

3.9.1.2. Arrepio

3.9.1.3. Contração das pupilas

3.9.1.4. Reflexo do joelho (martelo no joelho)

3.9.2. Características

3.9.2.1. Comportamento involuntário

3.9.2.2. Independe de aprendizagem

4. Behaviorismo Clássico

4.1. Pavlov

4.1.1. Quem é?

4.1.1.1. Ivan Petrovich Pavlov

4.1.1.2. 1849 - 1936

4.1.1.3. Fisiologista, ganhador do Nobel de Fisiologia/Medicina de 1904

4.1.1.4. Russo

4.1.2. Condicionamento clássico de Pavlov

4.1.2.1. Experiência "Cão de Pavlov"

4.1.2.1.1. Nessa experiência, Pavlov treinou cachorros para que eles salivassem mesmo que a comida não estivesse por perto. Pavlov tocava um sino toda vez que alimentava os cachorros. Com o passar do tempo, os cachorros começaram a associar o barulho do sino à comida, e ficavam famintos e salivantes a cada som emitido pelo sino, mesmo que seus potes de comida estivessem vazios.

5. Behaviorismo e Análise do Comportamento

5.1. "O Behaviorismo não é a ciência do comportamento humano, mas a filosofia dessa ciência. Algumas das questões que ele propõe são: é possível tal ciência? Pode ela explicar cada aspecto do comportamento humano? Que métodos pode empregar? São suas leis tão válidas quanto as da Física ou da Biologia? (...) O comportamento humano é o traço mais familiar do mundo em que as pessoas vivem, e deve-se ter dito sobre ele mais sobre ele do que sobre qualquer outra coisa. E, de tudo o que foi dito, o que vale à pena ser conservado?" (Skinner, 1974).

5.1.1. Behaviorismo: a filosofia que fornece elementos norteadores para a ciência

5.1.2. Análise do comportamento: A ciência que estuda o comportamento, com métodos e técnicas específicas e com um fundamento teórico-conceitual que é o Behaviorismo

5.1.2.1. Análise experimental do comportamento

5.1.2.2. Análise aplicada do comportamento

6. Metodológico vs Radical