Impressões e Suposições sobre o Relacionamento (que podem estar equivocadas, mas que foram conclu...

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Impressões e Suposições sobre o Relacionamento (que podem estar equivocadas, mas que foram conclusões tiradas de reflexão cuidadosa e criteriosa das informações que tinha à minha disposição!) by Mind Map: Impressões e Suposições sobre o Relacionamento (que podem estar equivocadas, mas que foram conclusões tiradas de reflexão cuidadosa e criteriosa das informações que tinha à minha disposição!)

1. Comunicação

1.1. Não pratica escuta ativa

1.1.1. Interrompe o discurso alheio constantemente

1.1.2. É mais grave associado com estados emocionais negativos. Quando não é o caso, a frequência é totalmente aceitável, Quando é o caso, se aproxima do impraticável.

1.2. Discorda sem justificar ou apresentar motivo de qualquer espécie

1.2.1. "Não preciso explicar"

1.2.1.1. A pergunta é: você não explica por que não precisa, ou por que até você não sabe?

1.2.2. "Se precisa explicar, então não há respeito"

1.2.2.1. Sua vontade sempre vai ser respeitada. Não necessariamente admirada, Entender com alguma profundida a razão do que faz e por que faz, ajuda a entender, ser empático e maleável. É importante saber que ao menos a discordância parte de um raciocínio que faça sentido ou que ao menos possa ser validado como algo além de puro capricho.

1.3. Ignorar/Silenciar

1.4. Rivalização

1.4.1. Discussão/conversa é uma troca. Nunca foi sobre ganhar ou perder.

1.4.2. Um bom exemplo de conversa rivalizada estranhamente foi do filme What the Health, na entrevista com a instituição de saúde. O entrevistado dizia que não daria continuidade à discussão. O entrevistador perguntou várias vezes: mas por que isso é uma discussão, só quero conversar.

2. Aceitação Equivocada

2.1. Eu vejo um trabalho de aceitação aonde aceitação não bem aplicada.

2.2. Aceitação, ao menos para mim, é aceitar e trabalhar a paz em relação à uma situação que não tem solução. É o velho ditado: "Um problema sem solução, solucionado está".

2.3. Por vários motivos (medo, covardia, preguiça, comodismo, zona de conforto, todos eles podendo ser plausíveis ou não), eu suspeito que as vezes você entra no discurso de trabalhar aceitação sobre um fato ou situação que está muito longe de "não ter solução". Há muito o que se fazer ainda, antes de considerar sem solução (ou solucionado está) e portanto buscar a respeito daquilo.

3. Fuga

3.1. Cansaço, Sono, Impaciência

3.1.1. Sei que essas coisas existem de verdade (óbvio), mas como boa parte da comunicação e resolução de problemas é vetada por essas questões, eu fico me questionando se a ocorrência dessas sensações não vem ou aparecem junto com esses momentos.

3.1.2. Uma auto-análise na ocorrência das sensações de indisposição pode ser bem vinda, para perceber se você já sentia os sintomas daquela indisposição antes da conversa/resolução de problemas. Ou se apareceu por conta da situação.

3.1.3. Tem toda a dinâmica do "então me percebi cansada/sono/impaciência".

3.1.3.1. Esse cenário abre justamente a possibilidade de sensação ruim (cansaço, sono, impaciência) vir da decorrência da situação (conversas, resoluções), sem capacidade de fazer o diagnóstico adequado!

3.1.3.2. Portanto cabe o investimento de ter uma noção mais atualizada do seu estado geral!

3.1.3.3. Talvez perceber-se de repente uma sensação, seja justamente como funciona o mecanismo de fuga. O nosso cérebro, para auto-defesa, pode nos fazer sentir o que quer que seja, de uma maneira muito real e legítima, mas talvez pelos motivos errados. (Exemplo: sono para não precisar conversar, ao invés de sono por que está precisando dormir!)

4. Falta de Compromisso

4.1. Eventos externos

4.1.1. "Eu me atrasei por que aconteceu X"

4.1.1.1. Todos tem eventos externos atrapalhando que se atenda aos compromissos marcados.

4.1.1.2. IDEAL: Eventos externos estão fora do nosso controle. O que reina aqui é: o que eu faço apesar de X para que eu não falhe? Ou no mínimo minimize a minha falha?

4.1.1.3. MÍNIMO: No momento que percebe que vai falhar/atrasar/algo saiu do esperado, avise imediatamente. Isso é obrigatório se quiser ser uma pessoa considerativa.

4.1.2. "Marquei com você, mas lembrei que já tinha outra coisa no horário"

4.1.2.1. É preciso ter presença quando se for marcar algo com alguém. Não apenas marque coisas da boca para fora. Confira na agenda e claro, se tiver horário, agora anote ali que o horário não está mais disponível por que você acabou de marcar algo.

4.1.2.1.1. É fácil acreditar que a gente da conta de gravar tudo na cabeça. E tem quem consiga. Fazer uma auto-análise básica do passado próximo trás uma resposta óbvia à cada um, se é capaz de lembrar de cabeça, ou não.

4.1.2.2. Novamente: O que eu posso fazer apesar de ter marcado dois compromisso? Essa é a mentalidade ideal. Na impossibilidade de fazer qualquer coisa, o mínimo é escusar-se e se responsabilizar pela falha. Também acho interessante em ficar responsável por remarcação e readequação daquela intenção do compromisso.

4.1.2.3. O dia só tem 24 horas. É uma moeda bem valiosa. Para alguns perder 30 minutos/1 hora do dia, esperando, é um grande desperdício. Não vou entrar no mérito de qual valor ideal deve se dar ao tempo. Cada um tem os seus motivos para valorizar mais ou menos o seu próprio tempo e isso deve ser respeitado. Neste caso, como compromissos lidam com o tempo do outro, vale a pena, por precaução, considerar que a pessoa valoriza muito seu tempo. Ou você pode também conversar diretamente com a pessoa em questão e descobrir como ela lida com essa questão.

4.2. Faltas Consecutivas

4.2.1. Pode parecer fatores externos, mas não são. Isso se chama falta de planejamento. Tudo que é consistente/consecutivo, é muito mais um reflexo de nós mesmos do que eventos externos aleatório. Afinal, da infinidade que a aleatoriedade prevê, se fosse mesmo obra dela, por que se repetiria sempre a mesma coisa?

4.2.2. Se você não faz o seu planejamento de maneira consciente, com certeza você faz inconscientemente. É muito interessante observar e atender a agenda do inconsciente, já que ele é grande parte nossa. Contudo, é a parte mais primitiva. Se evolução é algo que te interessa em algum nível, pode ser interessante fazer considerações conscientes a respeito do que você faz e dos seus planejamentos.

4.2.3. Deixar-se levar, sem planos, sem racionalização e considerações é muito necessário em muitos momentos. Contudo, não é comum que os saltos evolutivos aconteçam nesses momentos, ou especificamente com ausência de consciência, planejamento.

4.2.3.1. Quando falo sobre Consciência, Racional, é possível fazer uma relação direta com Expansão de Consciência Sensível, Emocional, Iluminação (meditação) e por ai vai.

4.3. Fatores internos

4.3.1. "Estou de mau humor"; "Estou chateada"; "Estou X"

4.3.1.1. Se você tem um compromisso à noite em que precisa estar presente, ativa e em bons espíritos, sua tarefa, preocupação e esmero em relação aquele seu compromisso já se inicia muito antes da parte da noite, seja buscando o estado de espirito necessário para cumprir o compromisso, seja blindando o já existente de situações ou dinâmicas, internas ou externas, que te tirem o estado ideal para aquele compromisso.

4.3.1.2. Você é responsável pelo seu humor, sua felicidade e etc. Você não tem poder total e soberano sobre essas coisas, mas não te tira a responsabilidade de tentar ao máximo ser uma mantenedora do seu estado emocional. Principalmente quando você, por livre e espontânea vontade, se propôs a engajar nesse compromisso.

4.4. Falta enquanto um processo integral e individual

4.4.1. Eu cheguei a suspeitar que as faltas vinham de aceitação de compromissos propostos sem uma real vontade de fazê-los, mas sem energia ou brio o suficiente para dizer não. Mas essa teoria caiu um pouco por Terra, na ocorrência dos casos em que eu percebo você marcando um compromisso por livre e espontânea vontade, e não honrando o compromisso depois, por qualquer motivo. Muitos caindo no esquecimento.

4.4.2. Parece ser algo de família, considerando que seu irmão também o faz.

4.4.3. Nas últimas vezes que vi acontecer, decidi não falar e não fazer absolutamente nada a respeito (do tipo: "Opa, está na hora"; "Vamos lá?" e variantes) e foi justamente ai que o compromisso passou totalmente batido e nunca mais se ouviu falar dele hahaha

4.4.3.1. A nível de exemplo, não fui eu que decidi que nessa minha estadia aqui avançaríamos muito com a nossa aventura de D&D.

4.4.3.2. A única coisa que eu fiz é não ficar chamando (muito) para jogarmos. Jogamos 1 sessão, em cerca de 21 dias.

4.4.3.2.1. Algo me diz, na verdade, que se eu não "cobrar", nós nunca mais jogaremos :D

4.4.3.2.2. E é estranho ter que cobrar uma vez que deveria ser do interesse de vocês!

4.4.3.3. Alguém falou de jogarmos uma sessão por dia do RPG de Segunda Guerra Mundial. Jogamos 1, em cerca de 9 dias.

5. Intolerância

5.1. Traços de Deselegância costumam ser presentes.

5.2. Com ideias diferentes quanto a conteúdos, principalmente de cunho intelectual

5.2.1. Mesmo após argumentado e não refutando os argumentos, muitas vezes recorre ao: "Continuo não concordando", sem maiores adendos.

5.2.1.1. Me pergunto se é "continuo não concordando" ou se é algo mais para "não gostaria de ter de concordar".

5.3. Abandonar uma conversa no meio, quando não está caminhando para concordância com os seus pensamentos

6. Permanência em Alvorada

6.1. A gente já entendeu que estar juntos fisicamente não é qualquer vantagem quando há problemas cuja resolução são ignoradas. Juntos fisicamente, mas totalmente desconectados de qualquer forma. Então a permanência em Alvorada e a separação que isso causa, está longe de ser o maior dos problemas. Distância seria um problema a se resolver, quando os outros estivessem resolvidos. O que é válido de considerar é que sem a presença física, os mecanismos de fuga são muito mais eficientes. Basta deixar o celular descarregado e está tudo certo.

6.2. Mas para além dessa questão, a permanência em Alvorada trazem problemas para o relacionamento que vão muito além de questões físicas ou práticas, tendo mais a ver de como é avaliada e admirada a decisão.

6.2.1. A deliberação de ficar em um lugar que você mesma diz que te faz mal, por qualquer tempo a mais do que o estritamente necessário, me traz problemas em admirar sua decisão. Na verdade acaba gerando a sensação inversa a admiração.

6.2.2. A sua permanência aqui, como observado por ti, trouxe lados seus que você não gosta. De alguma maneira isso é muito rico. Mas acredito que o momento pós-descoberta é justamente o de resolver e transformar essas características, não alimentá-las.

6.2.3. Em Alvorada tem seus ente queridos, o que é lindo. E eles são lindos à sua maneira. Genuinamente gosto da sua família, desde o dia 1. Contudo, eles estão na contra mão do que você acredita que deve viver. Portanto, embora amá-los e ter tempo com eles seja mais do que indicado, viver com eles, é extremamente contra produtivo e não saudável! (Assim como para mim é viver com a minha família) Eu acredito que seria interessante para você viver com pessoas que comungam com a sua mentalidade, maneira de ver a vida, simpáticos à suas ideologias, ao menos.

6.3. Toda a questão que discutimos sobre inconscientemente você querer ficar aqui e não demonstrar vontade ou interesse substancial de descobrir sobre possibilidades de voltar.

6.3.1. Eu preferi não dizer nada, por não querer atrapalhar seu processo, mas eu disse que se a internet não voltasse na sexta, provavelmente você não ligaria para o médico, mesmo assim.

6.3.2. Tenho quase certeza que estando à mesa, por volta das 19hrs você murmurou "Nossa, esqueci!" e não falou mais nada. Me corrija se eu estiver errado, mas você estava se referindo a não ter ligado para o médico à despeito da internet ter voltado. Não sei se você achou que já estaria muito tarde para ligar, o que acabou te levando a não fazer nada.

6.3.3. Na mesma noite, muito mais tarde, após o banho, você sentiu muita dor, por conta da retirada do curativo. A dor, o medo e o não saber a respeito daquilo te impeliu a ligar para o médico, independente de hora ou qualquer outra coisa.

6.3.4. Sem sombra de dúvidas resolver uma dor costuma ser prioridade. Nada de errado nisso. Perante a dor, não precisou de muito tempo de maturação ou considerações da ideia, você ligou na mesma hora.

6.3.5. Com a questão de voltar para BH, foi necessário um tempo de considerações extenso a ponto de fazer algo a respeito. E na verdade não teria sido feito na sexta também. Felizmente foi feito por tabela, já que você tinha ele na linha.

6.3.6. Não tenho a mínima ideia de como foi feito, por que não estava nem sabendo que você estava com dor e ia ligar. Mas o 'como' revela muito o quanto é importante para gente. Você foi veemente na sua necessidade de voltar? Você simplesmente perguntou? Fez disso um momento na hora da ligação? Indagou do por que do tempo indicado? Como eu não estava lá, não posso opinar, mas te convido à auto-reflexão sobre como foi, para você chegar a conclusões sobre sua real vontade!

7. Velocidade

7.1. Vide Evernote

7.2. Relações com o tópico Intolerância

8. Deselegância

8.1. Pedir ajuda e não saber ser ajudada

8.1.1. Você pede e fica desconfortável com o que acabou de pedir. Você passa esse desconforto adiante, não só emanando seu estado de espirito, mas muitas vezes no tratar.

8.1.2. Eu não sei de onde vem o seu processo mental de ser adversa à receber ajuda, mas eu consigo me simpatizar com isso, por que por muito tempo eu era totalmente adverso também e hoje provavelmente tem um resquício ou dois. Minha dica para ajudar nesse aspecto é:

8.1.2.1. Se coloque contra parede, racionalmente e seu cérebro vai tentar encontrar uma solução para sair do cenário ruim. Sua criatividade serve para isso.

8.1.2.2. Se você se acusar como hipócrita (adora ajudar, mas odeia receber ajuda), ele imediatamente vai começar a trabalhar em processos para reverter o caso. Prioritariamente para se convencer de que não é hipócrita. Se ele não conseguir (e provavelmente nesse caso não vai mesmo, por que ao que tudo indica, é verdade), ai ele vai entrar em outro processo muito lindo, que vai muito além de convencimento, que é a de mudança real nas atitudes pra deixar de ser hipócrita.

8.1.2.3. Claro que isso funciona apenas se a ideia de ser hipócrita tem uma conotação pejorativa para o indivíduo. Se ser hipócrita for legal, nada precisa ser mudado, por exemplo.

8.2. Você gosta de dar presentes?

8.2.1. Ao menos de recebê-los, aparentemente você tem um problema. Ou a questão é ser em locais públicos, ou em um contexto de pessoas conhecidas próximo?

8.2.2. Será que tem mesmo? Teve uma ocorrência do seu aniversário em que você ganhou baquetas (que provavelmente não tem nenhuma perspectiva de usar) do seu amigo e apesar disso, você demonstrou grande gratidão e jogo de cintura para lidar com a situação.

8.2.2.1. No caso da comemoração com os amigos do RPG, foi um tanto diferente. Você ficou totalmente paralisada com a situação. Qual é a razão? É por que achou que era um bicho de pelúcia? Tem algo não resolvido a respeito de receber presente do seu interesse amoroso?